segunda-feira, 30 de junho de 2008

Recepcionando...MUITO bem

Elas estão em todos os stands, sempre muito bem vestidas e belas. As recepcionistas fazem a diferença em todas as feiras e eventos. Na Forn&Cer estiveram, em média, de 10 a 15 recepcionistas.Rostinho bonito não é a única característica exigida para uma recepcionista. Educação, etiqueta, ética e boa comunicação são essenciais. Cláudia Solucci, de 26 anos, é recepcionista há oito, e há um ano abriu a agência “Kilmes”. Formada em Letras e nascida em Ribeirão Preto, a opção por abandonar o diploma e seguir a profissão de recepcionista veio com o tempo: “Comecei cedo, ainda na época de colégio, quando as amigas me convidavam para ganhar um dinheiro extra; hoje é a única fonte de renda. Ser recepcionista hoje é algo extremamente profissional não é pra qualquer uma”.
Claudia já fez feiras por todo país e exterior. Foi através dos eventos que conheceu o ex-marido, fez muitos contatos e amigos: “Aprendemos um pouco com cada um, tem sempre alguém para te acrescentar algo, para te ensinar. Eu gosto muito”. Mas Claudia também confessa algum lado negativo: “Chegamos a ficar oito horas em pé de salto alto e ainda temos que ouvir cantadas e muita besteira de alguns homens engraçadinhos”.
Além dos cuidados com a beleza e os bons modos, as recepcionistas se tornam a ‘cara’ da empresa. “Trabalho com a SEW há anos, em alguns lugares não posso trabalhar para outras empresas pois já tenho a ‘cara’ da empresa. Às vezes até fora de feiras temos que manter a postura, pois as pessoas nos reconhecem”, conta Claudia.
BOXJoyce Caetano, de São Paulo, 23 anos, faz feiras e eventos há sete anos. Formou-se em História e mora em São Paulo, abandou o diploma para fazer feiras ao longo do país. “O melhor é que podemos fazer o nosso horário, escolhemos quando queremos trabalhar. Também atuo como modelo, mas somos mais que um rostinho bonito, acabamos aprendendo muito em cada lugar que passamos, hoje já sei dizer muito sobre os produtos da SEW, por exemplo”, conta a bela que conheceu o noivo em uma feira, enquanto trabalhava.
FOTO – recepção3 Claudia Solucci e Joyce Caetano
BOXAmanda Caritá, de Rio Claro, 19 anos, trabalha esporadicamente em feiras, mais por contatos de pessoas que a conhecem e a chamam para trabalhar. Na Forn&Cer veio através de uma agência, a seleção feita por agências consiste em um book com fotos e o perfil de cada recepcionista, a empresa escolhe a modelo que mais se assemelha ao seu perfil. Amanda faz faculdade de dança e movimento em São Paulo e dá aulas de dança em Rio Claro, “aproveito as férias para fazer feiras e eventos e conseguir um dinheiro extra”, conta.
FOTO – recepção 2
BOX Camila Tomazella, de Rio Claro, 19 anos, é a primeira vez que trabalha em uma feira. A oportunidade surgiu de um anúncio em jornal, apresentou-se, fez uma entrevista e foi chamada para o stand do Santa Filomena Saúde. “Estou gostando muito, pretendo fazer faculdade de comércio exterior, aqui é um bom lugar para fazer contatos”, acrescenta. FOTO - recepção

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