Os atletas no JOIS
Gustavo Alberton de Almeida, inspetor de qualidade na Tigre – FALTA FOTO
Há quatro anos Gustavo compete pela Tigre vendendo todas no revezamento 4x100. Participa de outras modalidades também, chegando ao primeiro lugar no salto em altura ano passado e campeão no salto em distância este ano. Para 2009 ele se prepara para integrar mais modalidades, como natação e tênis de mesa. “É muito importante a realização dos jogos, porque além do desenvolvimento físico e emocional, nós conhecemos outras pessoas”, diz Gustavo, que sempre participa de campeonatos realizados pela empresa. Ele destaca a importância do incentivo da Tigre para que os resultados sejam positivos.
Luiz Carlos Pinto de Oliveira, soldador ponteador na DNP/Torque
Há sete anos Luiz disputa os JOIS. Antes, em inúmeros esportes, desde basquete a truco. Este ano, o vôlei foi o único que restou, afinal, dos sete anos que ele compete, em todos recebeu medalha de ouro. “A Torque é hepta campeão no vôlei de quadra, já disputamos muitas fases regionais. No próximo dia 30 já vamos para Piracicaba participar de uma partida da regional”, conta. Para conseguir um resultado positivo os treinos ficam intensos perto dos jogos; o que dificulta às vezes são os turnos, mas isto não impede Luiz de jogar pelo menos todo sábado um sagrado futebol de salão. Para ele, os JOIS funcionam como uma terapia: “Quando temos uma semana estressante no trabalho, isso ajuda a relaxar”, comenta. E acrescenta que o esporte integra as pessoas, desde os companheiros da mesma empresa a funcionários de outros lugares. “É também uma oportunidade para rever os amigos que já trabalharam juntos e agora estão em outras empresas”. E durante todo esse processo a esposa está ali, levantando a torcida na platéia, acompanhando os jogos e o marido.
Z FOTOS SESI_LUIZINHOLuiz Carlos Pinto de Oliveira (terceiro da esquerda para direita, agachado), faz parte do time da Torque, hepta campeão no vôlei de quadra
Dulcinéia Regina da Silva Mazzini, operadora de máquina na Riclan
Há quatro anos Dulcinéia decidiu participar dos jogos. O marido já participava antes, e desde então o número de modalidades em que compete só vem aumentando. Este ano foram dez, conseguindo prata no biribol, bronze no braço de ferro, prata no atletismo, bronze no revezamento, bronze no dominó e quarto lugar no tênis de quadra. Além das atividades na Riclan e com os jogos, Dulcinéia também é a responsável pela ordem da casa, cuidando do maridão e do filho de onze anos. O filho acompanha de pertinho as competições da mãe. “Sempre gostei de esportes”, confessa a atleta, e destaca que é crescente o interesse de empresas em investir na participação de seus funcionários nos jogos.
Z FOTOS
SESI_DULCIDulcinéia representa as mulheres de garra da Riclan, que conquistaram o troféu de Campeão Feminino
Luzia dos Anjos de Oliveira, programadora de produção na Brascabos
Luzia tem muita história para contar sobre os JOIS, afinal são quinze anos de competindo pela Brascabos. Por etapa regional dos jogos ela chega a levar para casa de 8 a 10 medalhas, ao todo, são 140 medalhas guardadas na casa de Luzia, e não somente medalhas dos torneios regionais. A atleta já chegou a nível internacional, hoje é dela o terceiro lugar no salto em altura no Brasil. Entre tantos esportes que Luzia compete, vôlei, tênis, biribol, natação, futsal, sem dúvidas, o atletismo é o que mais se destaca. Já viajou para Brasília, Recife, Manaus, Florianópolis, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, sempre disputando o atletismo. Para obter tão bons resultados, a rotina dela não é tão fácil, ela treina normalmente uma vez por semana, e próximo aos jogos intensifica a preparação, sempre intercalando as atividades. Quando começou, não esperava nem atingir a fase estadual, mas considera que as classificações são motivadoras, “vamos nos esforçando e lutando sempre para subir de fase”. Luzia acredita que os jogos levantam a auto-estima dos funcionários, as pessoas passam a se conhecer, inclusive os familiares que freqüentam as competições. Além de fazer bem, aliviar o cansaço do trabalho, melhorar a disposição e o rendimento do funcionário, “dá mais ânimo”, finaliza.
Z FOTOS
SESI_LUZIA1Luzia recebe medalha pelas mãos de Robson Caetano
SESI_LUZIA2Atleta coleciona 140 medalhas pelos Jois
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Sesi - JOIS 2008
Este ano o torneio foi maior e as disputas mais acirradas
Teve fim no último domingo (17) a edição 61º dos Jogos Industriários do Sesi. Já tradicional no município, este ano foram 58 empresas participantes de Rio Claro, Santa Gertrudes, Cordeirópolis, Ipeúna e Araras contabilizando 4818 atletas em 45 modalidades diferentes. A grande campeã deste ano foi novamente a empresa Tigre, que recebe o troféu geral pela quinta vez consecutiva. Em 2008 o troféu geral dos Jois leva o nome do JORNAL REGIONAL. Os troféus para Campeão Feminino (Troféu TV Claret) e Campeão Masculino (Troféu Rádio Excelsior Jovem Pan) ficaram para Riclan e Tigre, respectivamente, sendo que o troféu Jovem Pan será levado definitivamente pela Tigre. A entrega oficial dos troféus gerais acontece na próxima sexta-feira (29) em uma festa de encerramento no próprio Sesi, a partir das 20 horas. A entrada será permitida apenas com convite, que pode ser adquirido por R$30 na secretaria do clube ou com os responsáveis de cada empresa participante.
DISPUTAS ACIRRADAS
De acordo com Hércules Marcos T. da Costa, coordenador de esporte e lazer do Sesi, este ano houve um aumento considerável no número de participantes e empresas, o que foi positivo, pois as disputas foram mais acirradas. “Nos outros anos na metade do tornei já sabíamos o resultado, este ano a disputa foi definida no último dia”. Para Rafael Raya Neto, supervisor regional do Sesi, Rio Claro sempre apresenta números expressivos, estando entre as quatro cidades do Estado que mais participam dos Jois, ficando atrás apenas de grandes cidades como Campinas e Sorocaba. Ainda este ano o Sesi prepara uma novidade para jogos, anunciado por Luiz Gonzaga Renosto, diretor geral, em café-da-manhã para imprensa na última quinta-feira (21). O Sesi sediará a final da fase estadual nos dias 1 e 2 de novembro. É a segunda vez que Rio Claro recebe as finais da fase estadual. A fase estadual tem início já na próxima semana. Após o término da fase estadual dá-se início à fase nacional e posteriormente a internacional.
MULHERES NO PODER
Este foi o primeiro ano que a Riclan levou o troféu geral feminino. Rafael Padilha, analista de RH e organizador dos JOIS pela Riclan, destaca que isto é um orgulho imenso para a empresa, que possui um carinho especial pelos colaboradores. “Utilizamos os jogos para motivar, investimos em qualidade de vida e os esportes são bons para funcionários”. Entre os benefícios trazidos pelos jogos, Rafael declara que o maior está na união dos funcionários, que estreitam os trabalhos em equipe. “Os funcionários se empenham, querem saber dos jogos, participar e apoiar”. A empresa que participa há dez anos vem crescendo gradativamente no pódio. Em 2003 era quinta colocada, este ano ficou em segundo para o troféu geral. “Este ano, 80% dos funcionários da linha de produção participaram o que para nós é muito importante”. Rafael diz também que o nome da empresa em destaque deve ser um atrativo para mais empresários se interessarem pelos jogos.
RECEITA DO SUCESSO Há cinco anos a Tigre leva o troféu geral dos jogos e novamente recebe o troféu no masculino. A receita para tanto sucesso, de acordo com Marco Antonio Schio, coordenador de RH e presidente do grêmio, está no investimento feito pela empresa, que prima pela satisfação do funcionário. “Investimos em qualidade de vida, incentivamos a prática esportiva e uma vida saudável. Os jogos proporcionam uma integração entre os funcionários. É um momento de confraternização feito por eles mesmos”, comenta. Organização, comprometimento e garra dos funcionários são os principais quesitos, de acordo com Marco. Mas o apoio da empresa é sempre fundamental: “Em dias de jogos dispensamos com uma hora de antecedência, damos lanche após os jogos, alugamos uma quadra para treinos, ajudamos no pagamento da academia e disponibilizamos um professor de educação física”. Marco também considera que a união entre os funcionários de diversos setores em um mesmo time, desde administração, gerência, supervisores e linha de produção, ajudam numa convivência saudável dentro do ambiente de trabalho. Pedro Antonio Lopes, diretor de esportes, conta ao JORNAL REGIONAL que a Tigre possui uma estrutura específica para os jogos. Ele e Maurílio Caperucci trabalham exclusivamente para os esportes na Tigre. “Assim fica fácil trabalhar”,diz Pedro, que também participou em algumas modalidades nos jogos. A empresa proporciona um preparo anterior aos jogos, possibilitando que os funcionários tenham base para obter boas colocações. “O esporte faz a diferença e as outras empresas já perceberam isso e estão aderindo. Este ano foi muito competitivo, em anos anteriores sabíamos o resultado com muita antecedência, agora soubemos do resultado no último dia”. SOBRE O JOIS Os Jogos Industriários do Sesi – Jois – são realizados há 61 anos e têm por finalidade promover, incentivar e aumentar as opções de entretenimento esportivo e a confraternização dos trabalhadores da indústria. Ao todo são 45 modalidades, das quais podem participar servidores da indústria, comércio, prefeituras e cerâmicas de Rio Claro e região para a primeira fase regional. De acordo com o coordenador Hércules Marcos T. da Costa, a intenção é abrir para toda a comunidade. Em 2007 participaram 49 empresas de Rio Claro, Cordeirópolis, Araras, Corumbataí e Ipeúna somando 4603 participantes em 1421 provas e jogos. Luiz Gonzaga Renosto, diretor geral do Sesi, afirma que “o principal destaque dos jogos é a integração e união dos trabalhadores industriais, englobando a família e os amigos dos industriários, promovendo até uma união entre as indústrias regionais”. ***Box***
Confira os números do JOIS 2008
58 empresas participantes45 modalidades916 equipes4818 atletas1517 provas e jogos Z FOTOS Sesi 004 Pedro Antonio Lopes e Maurílio Caperucci, responsáveis pela organização do esporte na Tigre SESI 007 Luiz Gonzaga Renosto, diretor do SESI Rio Claro SESI 013 Rafael Raya Neto, supervisor regional do SESI SESI_marcos Hércules Marcos T. da Costa, coordenador de esporte e lazer do Sesi, mostra os troféus que serão entregues por modalidade
Teve fim no último domingo (17) a edição 61º dos Jogos Industriários do Sesi. Já tradicional no município, este ano foram 58 empresas participantes de Rio Claro, Santa Gertrudes, Cordeirópolis, Ipeúna e Araras contabilizando 4818 atletas em 45 modalidades diferentes. A grande campeã deste ano foi novamente a empresa Tigre, que recebe o troféu geral pela quinta vez consecutiva. Em 2008 o troféu geral dos Jois leva o nome do JORNAL REGIONAL. Os troféus para Campeão Feminino (Troféu TV Claret) e Campeão Masculino (Troféu Rádio Excelsior Jovem Pan) ficaram para Riclan e Tigre, respectivamente, sendo que o troféu Jovem Pan será levado definitivamente pela Tigre. A entrega oficial dos troféus gerais acontece na próxima sexta-feira (29) em uma festa de encerramento no próprio Sesi, a partir das 20 horas. A entrada será permitida apenas com convite, que pode ser adquirido por R$30 na secretaria do clube ou com os responsáveis de cada empresa participante.
DISPUTAS ACIRRADAS
De acordo com Hércules Marcos T. da Costa, coordenador de esporte e lazer do Sesi, este ano houve um aumento considerável no número de participantes e empresas, o que foi positivo, pois as disputas foram mais acirradas. “Nos outros anos na metade do tornei já sabíamos o resultado, este ano a disputa foi definida no último dia”. Para Rafael Raya Neto, supervisor regional do Sesi, Rio Claro sempre apresenta números expressivos, estando entre as quatro cidades do Estado que mais participam dos Jois, ficando atrás apenas de grandes cidades como Campinas e Sorocaba. Ainda este ano o Sesi prepara uma novidade para jogos, anunciado por Luiz Gonzaga Renosto, diretor geral, em café-da-manhã para imprensa na última quinta-feira (21). O Sesi sediará a final da fase estadual nos dias 1 e 2 de novembro. É a segunda vez que Rio Claro recebe as finais da fase estadual. A fase estadual tem início já na próxima semana. Após o término da fase estadual dá-se início à fase nacional e posteriormente a internacional.
MULHERES NO PODER
Este foi o primeiro ano que a Riclan levou o troféu geral feminino. Rafael Padilha, analista de RH e organizador dos JOIS pela Riclan, destaca que isto é um orgulho imenso para a empresa, que possui um carinho especial pelos colaboradores. “Utilizamos os jogos para motivar, investimos em qualidade de vida e os esportes são bons para funcionários”. Entre os benefícios trazidos pelos jogos, Rafael declara que o maior está na união dos funcionários, que estreitam os trabalhos em equipe. “Os funcionários se empenham, querem saber dos jogos, participar e apoiar”. A empresa que participa há dez anos vem crescendo gradativamente no pódio. Em 2003 era quinta colocada, este ano ficou em segundo para o troféu geral. “Este ano, 80% dos funcionários da linha de produção participaram o que para nós é muito importante”. Rafael diz também que o nome da empresa em destaque deve ser um atrativo para mais empresários se interessarem pelos jogos.
RECEITA DO SUCESSO Há cinco anos a Tigre leva o troféu geral dos jogos e novamente recebe o troféu no masculino. A receita para tanto sucesso, de acordo com Marco Antonio Schio, coordenador de RH e presidente do grêmio, está no investimento feito pela empresa, que prima pela satisfação do funcionário. “Investimos em qualidade de vida, incentivamos a prática esportiva e uma vida saudável. Os jogos proporcionam uma integração entre os funcionários. É um momento de confraternização feito por eles mesmos”, comenta. Organização, comprometimento e garra dos funcionários são os principais quesitos, de acordo com Marco. Mas o apoio da empresa é sempre fundamental: “Em dias de jogos dispensamos com uma hora de antecedência, damos lanche após os jogos, alugamos uma quadra para treinos, ajudamos no pagamento da academia e disponibilizamos um professor de educação física”. Marco também considera que a união entre os funcionários de diversos setores em um mesmo time, desde administração, gerência, supervisores e linha de produção, ajudam numa convivência saudável dentro do ambiente de trabalho. Pedro Antonio Lopes, diretor de esportes, conta ao JORNAL REGIONAL que a Tigre possui uma estrutura específica para os jogos. Ele e Maurílio Caperucci trabalham exclusivamente para os esportes na Tigre. “Assim fica fácil trabalhar”,diz Pedro, que também participou em algumas modalidades nos jogos. A empresa proporciona um preparo anterior aos jogos, possibilitando que os funcionários tenham base para obter boas colocações. “O esporte faz a diferença e as outras empresas já perceberam isso e estão aderindo. Este ano foi muito competitivo, em anos anteriores sabíamos o resultado com muita antecedência, agora soubemos do resultado no último dia”. SOBRE O JOIS Os Jogos Industriários do Sesi – Jois – são realizados há 61 anos e têm por finalidade promover, incentivar e aumentar as opções de entretenimento esportivo e a confraternização dos trabalhadores da indústria. Ao todo são 45 modalidades, das quais podem participar servidores da indústria, comércio, prefeituras e cerâmicas de Rio Claro e região para a primeira fase regional. De acordo com o coordenador Hércules Marcos T. da Costa, a intenção é abrir para toda a comunidade. Em 2007 participaram 49 empresas de Rio Claro, Cordeirópolis, Araras, Corumbataí e Ipeúna somando 4603 participantes em 1421 provas e jogos. Luiz Gonzaga Renosto, diretor geral do Sesi, afirma que “o principal destaque dos jogos é a integração e união dos trabalhadores industriais, englobando a família e os amigos dos industriários, promovendo até uma união entre as indústrias regionais”. ***Box***
Confira os números do JOIS 2008
58 empresas participantes45 modalidades916 equipes4818 atletas1517 provas e jogos Z FOTOS Sesi 004 Pedro Antonio Lopes e Maurílio Caperucci, responsáveis pela organização do esporte na Tigre SESI 007 Luiz Gonzaga Renosto, diretor do SESI Rio Claro SESI 013 Rafael Raya Neto, supervisor regional do SESI SESI_marcos Hércules Marcos T. da Costa, coordenador de esporte e lazer do Sesi, mostra os troféus que serão entregues por modalidade
Palmeiras
Z FOTOS PALMEIRAS
Palmeiras_detalhe1Semáforo na Estrada dos Costas não está funcionando e moradores pedem providências
Palmeiras_detalhe2Adolescentes estudantes ficam no ponto de ônibus fazendo gracejos e indecência para os transeuntes. Moradores estão bravos com a situação.
Palmeiras_detalhe3
Z FOTOS
Palmeiras_moradores1
“O Jardim das Palmeiras é um bairro bom para se morar, é calmo e você encontra de tudo. O que está faltando é uma casa lotérica para pagar conta, quando tem que pagar alguma conta tem que ir até o centro. Antes podia pagar na farmácia aqui perto, agora não pode mais. O posto de saúde fechar no final de semana e feriado também é um problema, o mais próximo nesse caso é a Santa Casa ou o posto da 29. Apesar de falarem da segurança do bairro, eu acho que a violência aqui é igual em qualquer outro bairro da cidade, não é diferente.” (João Moreira Braga, há mais de 20 anos no Jardim das Palmeiras).
“O Palmeiras é um bairro bonito e bom. Mas a falta da casa lotérica é realmente um problema, faz muita falta. O campo de futebol do Juventus aqui também está abandonado, investiram dinheiro, trocaram a grama e não fizeram mais nada, está parado.” (Augusto Alves Teixeira Neto, 10 anos no Guanabara II).
Palmeiras_moradores2
Duplicação atende reivindicações de moradores
A duplicação da estrada dos Costas, há muito reivindicada pelos moradores do Jardim das Palmeiras, teve início este mês. A verba veio por meio do Ministério das Cidades, que está destinando R$ 493 mil para duplicação e pavimentação da estrada. O secretário de Obras, Celso Cresta, afirma que os serviços incluem instalação de guias, sarjetas e pavimentação. Os recursos resultam da emenda parlamentar da deputada Aline Correa (PP).
Z FOTOS PALMEIRAS
Palmeiras_pavimentacao
Palmeiras_pavimentacao2
Z FOTOS PASTA PALMEIRAS
ETE vira cartão postal
A Estação de Tratamento de Esgoto Palmeiras recebe e trata os esgotos dos bairros Jardim Brasil, Jardim Esmeralda e Jardim Palmeiras. Desde o início da operação da Saneamento de Rio Claro S.A no município, em dezembro de 2007, esta estação tem passado por um constante processo de melhoria. No início da operação parte do esgoto que chegava até a ETE era desviada diretamente para o Rio Corumbataí, devido à deficiência dos equipamentos. Foram realizados diversos trabalhos de manutenção e adquiridos equipamentos como conjunto de moto-bomba, novos aeradores e troca do gradeamento na chegada do esgoto a estação, que resultaram em melhoria significativa no rendimento e eficiência do tratamento, que está atualmente em torno de 90%. Todo o aterramento – proteção elétrica – foi executado. Já é possível também visualizar a reforma realizada na parte civil da ETE, com nova iluminação, pintura, paisagismo e itens de segurança tanto para a operação quanto para o local. Outras obras e ações da Saneamento estão em andamento e ainda serão realizadas na ETE para garantir saúde e qualidade de vida à população rio-clarense. Z FOTOS PALMEIRAS ETE ETE2 ***BOX*** Z FOTOS
PALMEIRAS 030
Luiz Spatti, de 69 anos, serviu o DAAE por cinco, e ano passado se tornou funcionário da Saneamento Rio Claro. Prestou o concurso para o DAAE aos 62 anos e passou em 14º lugar, já está aposentado, mas não pretende parar de trabalhar tão cedo, “só paro quando me faltar força, isso pra mim é terapia, me ajuda a viver”, conta. Spatti comenta as melhorias na ETE do Jardim das Palmeiras, e destaca a ausência do mal cheiro, que antes incomodava muito os moradores da região.
Escola desenvolve projeto inovador
Desde que foi inaugurada, em 1992, a Escola Municipal “Prof. José Martins da Silva”, desenvolve todas as sextas-feiras um projeto cultural singular no município. Intitulado culto à bandeira, os alunos da pré-escola cantam o hino nacional, o hino de Rio Claro e depois, promovem exibições culturais. “Toda semana temos uma atração diferente, cada sexta-feira é uma sala que se apresenta, desde dança, teatro, música, dá um trabalho e tanto, mas a crianças se divertem”, conta a diretora da escola, Leonice Meirelles Magri. Para a diretora, a atividade prepara os alunos para o mundo, desenvolvendo a expressão, a cultura, vocabulário e desenvoltura dos alunos, aprimorando o ritmo e a coordenação motora. O trabalho é feito meticulosamente pelas professoras, que cuidam das roupas, dos ensaios e do cenário de cada apresentação. A participação dos pais também conta, e muito. “A escola tem uma participação muito ativa dos pais, eles ajudam muito aqui dentro”, diz. Os problemas com pichação e depredação também não existem por ali; a comunidade cuida do prédio, e tomou o local como patrimônio da comunidade. Hoje, a Escola Municipal “Prof. José Martins da Silva” atende 416 alunos, em 17 salas da educação infantil e uma sala do projeto recriando, que atende crianças em período integral. Leonice é a mãezona da “José Martins”, cuida do prédio como se fosse a sua casa. Diretora da instituição desde sua fundação, mudou-se para uma casa ao lado da escola para estar sempre próxima de tudo o que acontece por ali. Além do projeto cultural, o de aniversariantes do mês também motiva muito a garotada: “Muitos não têm uma festa em casa com bolo, enfeites, nós fazemos uma festinha interna com todos os alunos e aniversariantes, a APM paga o bolo e os pais enviam um prato doce ou salgado”. Para o próximo mês está prevista a entrega do banheiro adaptado a deficientes físicos, que já se encontra em fase final, para atender os alunos cadeirantes.
Z FOTOS PALMEIRAS
Palmeiras_escola1Leonice Meirelles Magri, a mãezona da “Prof. José Martins da Silva”
Palmeiras_escola2Alunos do pré III, apresentaram interpretação de música, ontem (22)
Palmeiras_escola3416 alunos participam das atividades culturais da escola
Palmeiras_detalhe1Semáforo na Estrada dos Costas não está funcionando e moradores pedem providências
Palmeiras_detalhe2Adolescentes estudantes ficam no ponto de ônibus fazendo gracejos e indecência para os transeuntes. Moradores estão bravos com a situação.
Palmeiras_detalhe3
Z FOTOS
Palmeiras_moradores1
“O Jardim das Palmeiras é um bairro bom para se morar, é calmo e você encontra de tudo. O que está faltando é uma casa lotérica para pagar conta, quando tem que pagar alguma conta tem que ir até o centro. Antes podia pagar na farmácia aqui perto, agora não pode mais. O posto de saúde fechar no final de semana e feriado também é um problema, o mais próximo nesse caso é a Santa Casa ou o posto da 29. Apesar de falarem da segurança do bairro, eu acho que a violência aqui é igual em qualquer outro bairro da cidade, não é diferente.” (João Moreira Braga, há mais de 20 anos no Jardim das Palmeiras).
“O Palmeiras é um bairro bonito e bom. Mas a falta da casa lotérica é realmente um problema, faz muita falta. O campo de futebol do Juventus aqui também está abandonado, investiram dinheiro, trocaram a grama e não fizeram mais nada, está parado.” (Augusto Alves Teixeira Neto, 10 anos no Guanabara II).
Palmeiras_moradores2
Duplicação atende reivindicações de moradores
A duplicação da estrada dos Costas, há muito reivindicada pelos moradores do Jardim das Palmeiras, teve início este mês. A verba veio por meio do Ministério das Cidades, que está destinando R$ 493 mil para duplicação e pavimentação da estrada. O secretário de Obras, Celso Cresta, afirma que os serviços incluem instalação de guias, sarjetas e pavimentação. Os recursos resultam da emenda parlamentar da deputada Aline Correa (PP).
Z FOTOS PALMEIRAS
Palmeiras_pavimentacao
Palmeiras_pavimentacao2
Z FOTOS PASTA PALMEIRAS
ETE vira cartão postal
A Estação de Tratamento de Esgoto Palmeiras recebe e trata os esgotos dos bairros Jardim Brasil, Jardim Esmeralda e Jardim Palmeiras. Desde o início da operação da Saneamento de Rio Claro S.A no município, em dezembro de 2007, esta estação tem passado por um constante processo de melhoria. No início da operação parte do esgoto que chegava até a ETE era desviada diretamente para o Rio Corumbataí, devido à deficiência dos equipamentos. Foram realizados diversos trabalhos de manutenção e adquiridos equipamentos como conjunto de moto-bomba, novos aeradores e troca do gradeamento na chegada do esgoto a estação, que resultaram em melhoria significativa no rendimento e eficiência do tratamento, que está atualmente em torno de 90%. Todo o aterramento – proteção elétrica – foi executado. Já é possível também visualizar a reforma realizada na parte civil da ETE, com nova iluminação, pintura, paisagismo e itens de segurança tanto para a operação quanto para o local. Outras obras e ações da Saneamento estão em andamento e ainda serão realizadas na ETE para garantir saúde e qualidade de vida à população rio-clarense. Z FOTOS PALMEIRAS ETE ETE2 ***BOX*** Z FOTOS
PALMEIRAS 030
Luiz Spatti, de 69 anos, serviu o DAAE por cinco, e ano passado se tornou funcionário da Saneamento Rio Claro. Prestou o concurso para o DAAE aos 62 anos e passou em 14º lugar, já está aposentado, mas não pretende parar de trabalhar tão cedo, “só paro quando me faltar força, isso pra mim é terapia, me ajuda a viver”, conta. Spatti comenta as melhorias na ETE do Jardim das Palmeiras, e destaca a ausência do mal cheiro, que antes incomodava muito os moradores da região.
Escola desenvolve projeto inovador
Desde que foi inaugurada, em 1992, a Escola Municipal “Prof. José Martins da Silva”, desenvolve todas as sextas-feiras um projeto cultural singular no município. Intitulado culto à bandeira, os alunos da pré-escola cantam o hino nacional, o hino de Rio Claro e depois, promovem exibições culturais. “Toda semana temos uma atração diferente, cada sexta-feira é uma sala que se apresenta, desde dança, teatro, música, dá um trabalho e tanto, mas a crianças se divertem”, conta a diretora da escola, Leonice Meirelles Magri. Para a diretora, a atividade prepara os alunos para o mundo, desenvolvendo a expressão, a cultura, vocabulário e desenvoltura dos alunos, aprimorando o ritmo e a coordenação motora. O trabalho é feito meticulosamente pelas professoras, que cuidam das roupas, dos ensaios e do cenário de cada apresentação. A participação dos pais também conta, e muito. “A escola tem uma participação muito ativa dos pais, eles ajudam muito aqui dentro”, diz. Os problemas com pichação e depredação também não existem por ali; a comunidade cuida do prédio, e tomou o local como patrimônio da comunidade. Hoje, a Escola Municipal “Prof. José Martins da Silva” atende 416 alunos, em 17 salas da educação infantil e uma sala do projeto recriando, que atende crianças em período integral. Leonice é a mãezona da “José Martins”, cuida do prédio como se fosse a sua casa. Diretora da instituição desde sua fundação, mudou-se para uma casa ao lado da escola para estar sempre próxima de tudo o que acontece por ali. Além do projeto cultural, o de aniversariantes do mês também motiva muito a garotada: “Muitos não têm uma festa em casa com bolo, enfeites, nós fazemos uma festinha interna com todos os alunos e aniversariantes, a APM paga o bolo e os pais enviam um prato doce ou salgado”. Para o próximo mês está prevista a entrega do banheiro adaptado a deficientes físicos, que já se encontra em fase final, para atender os alunos cadeirantes.
Z FOTOS PALMEIRAS
Palmeiras_escola1Leonice Meirelles Magri, a mãezona da “Prof. José Martins da Silva”
Palmeiras_escola2Alunos do pré III, apresentaram interpretação de música, ontem (22)
Palmeiras_escola3416 alunos participam das atividades culturais da escola
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Cordeiro adiantou o serviço
Desde o ano passado Cordeirópolis implantou a campanha de microchips em cães. De acordo com o veterinário Hilton Lang, coordenador do Centro de Zoonose do município, os resultados têm sido muito satisfatórios. Cerca de 100 cães já foram “chipados”, a campanha funciona somente para cães castrados gratuitamente pelo município. “As pessoas sem condição financeira para castrar o animal, passam pela assistente social que avalia a necessidade da pessoa, se liberado, o animal é castrado gratuitamente e recebe um chip. Pretendemos estender isso para todos os cães da cidade, mas por enquanto é somente para a população carente”, conta Hilton.
Os microchips implantados têm o tamanho de um grão de arroz, e são colocados no pescoço do animal. Os chips contêm um número, correspondente ao cadastro efetivado no centro de zoonose, os números são verificados por um leitor. A intenção é identificar o dono, caso o animal esteja solto pela rua, “queremos educar os donos para a posse responsável, animal na rua somente com coleira e guia, para evitar acidentes. O dono é inteiramente responsável por qualquer ação do cachorro”, acrescenta o veterinário.
Cordeirópolis trabalha com campanhas para educação dos donos, evitando que os animais fiquem soltos na rua, já que, o município não conta com um canil para abrigo de animais. O projeto para a construção do canil está aguardando aprovação, mas há uma previsão de que até ano que vem seja construído. Hilton declara que a falta de um canil dificulta na apreensão de cães agressores e também no abrigo a cães de rua.
O veterinário conta com toda a população para a campanha de vacinação contra a raiva, que acontece dia 31 deste mês, em seis postos da área urbana e três da área rural, “os donos devem ser responsáveis por seus animais, vaciná-los contra a raiva, andar com cães pelas ruas somente com coleira e guia, evitar que saiam sozinhos pela rua, mantê-los higienizados e alimentados”, finaliza.
Z FOTOS
Cães(1)
Hilton Lang, veterinário e coordenador do Centro de Zoonoses de Cordeirópolis, incentiva a posse responsável
Cão_chip
Microchip tem o tamanho de um grão de arroz
Cão_leitorLeitor exibe o número do cadast
Os microchips implantados têm o tamanho de um grão de arroz, e são colocados no pescoço do animal. Os chips contêm um número, correspondente ao cadastro efetivado no centro de zoonose, os números são verificados por um leitor. A intenção é identificar o dono, caso o animal esteja solto pela rua, “queremos educar os donos para a posse responsável, animal na rua somente com coleira e guia, para evitar acidentes. O dono é inteiramente responsável por qualquer ação do cachorro”, acrescenta o veterinário.
Cordeirópolis trabalha com campanhas para educação dos donos, evitando que os animais fiquem soltos na rua, já que, o município não conta com um canil para abrigo de animais. O projeto para a construção do canil está aguardando aprovação, mas há uma previsão de que até ano que vem seja construído. Hilton declara que a falta de um canil dificulta na apreensão de cães agressores e também no abrigo a cães de rua.
O veterinário conta com toda a população para a campanha de vacinação contra a raiva, que acontece dia 31 deste mês, em seis postos da área urbana e três da área rural, “os donos devem ser responsáveis por seus animais, vaciná-los contra a raiva, andar com cães pelas ruas somente com coleira e guia, evitar que saiam sozinhos pela rua, mantê-los higienizados e alimentados”, finaliza.
Z FOTOS
Cães(1)
Hilton Lang, veterinário e coordenador do Centro de Zoonoses de Cordeirópolis, incentiva a posse responsável
Cão_chip
Microchip tem o tamanho de um grão de arroz
Cão_leitorLeitor exibe o número do cadast
Associação de veterinários é pioneira
A ARMEV (Associação Rio-clarense de Médicos Veterinários) é a primeira do município a encampar os profissionais da medicina veterinária. A Associação existe há um ano, mas de acordo com o presidente e veterinário Luiz Fernando Hebling, os veterinários já se reúnem há dois ou três anos.
Hoje participam da ARMEV 14 veterinários, de sete clínicas rio-clarenses, com o intuito de empreender melhorias tecnológicas, científicas e no atendimento aos pacientes e ao público. Tem como proposta desenvolver esforço conjunto em prol da valorização da profissão de Médico Veterinário, polarizando a união e intercâmbio entre os profissionais, buscando a qualidade dos serviços, zelando pela ética médica, incentivando o desempenho da função social e ativa participação em ações de saúde pública.
A associação ainda está em trabalho inicial, mas projeta para o futuro iniciar campanhas para o controle de natalidade de animais abandonados, e a educação da população para a correta criação dos bichos de estimação. Para o veterinário, falta muita educação, principalmente para pessoas que assumem muitos animais para criar, e não tem condições de mantê-los, isso além de ocasionar o mal estar do animal, acarreta doenças tanto para bichos, quanto para pessoas.
“Em Rio Claro o centro de zoonose tem conseguido manter o controle, mas tem cidade na região que não consegue e isso pode transmitir doenças como leishmaniose e leptospirose para os animais daqui”, acrescenta.
A Associação tem incentivo do Sebrae-SP, Facesp - Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo e CACB - Confederação das Associações Comerciais do Brasil, através do Projeto Empreender.
Veterinários que intencionem participar da associação devem procurar o presidente da ARMEV, Luiz Fernando Hebling no telefone 3534-1930.
Hoje participam da ARMEV 14 veterinários, de sete clínicas rio-clarenses, com o intuito de empreender melhorias tecnológicas, científicas e no atendimento aos pacientes e ao público. Tem como proposta desenvolver esforço conjunto em prol da valorização da profissão de Médico Veterinário, polarizando a união e intercâmbio entre os profissionais, buscando a qualidade dos serviços, zelando pela ética médica, incentivando o desempenho da função social e ativa participação em ações de saúde pública.
A associação ainda está em trabalho inicial, mas projeta para o futuro iniciar campanhas para o controle de natalidade de animais abandonados, e a educação da população para a correta criação dos bichos de estimação. Para o veterinário, falta muita educação, principalmente para pessoas que assumem muitos animais para criar, e não tem condições de mantê-los, isso além de ocasionar o mal estar do animal, acarreta doenças tanto para bichos, quanto para pessoas.
“Em Rio Claro o centro de zoonose tem conseguido manter o controle, mas tem cidade na região que não consegue e isso pode transmitir doenças como leishmaniose e leptospirose para os animais daqui”, acrescenta.
A Associação tem incentivo do Sebrae-SP, Facesp - Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo e CACB - Confederação das Associações Comerciais do Brasil, através do Projeto Empreender.
Veterinários que intencionem participar da associação devem procurar o presidente da ARMEV, Luiz Fernando Hebling no telefone 3534-1930.
BEM na hora
Renato Sachs é uma dessas pessoas que se destacam na multidão. Prestes a completar 80 anos, ele nem pensa em deixar a cabeça parar, exercita a memória diariamente com quebra-cabeças, jogos, relógios e passeios de bicicleta. “Eu me recordo de muita coisa, mas as datas, ai complica”, comenta o senhor que relata diálogos e detalhes de antigamente, mas custa lembrar-se do ano em que elas aconteceram.
Neto de avô alemão e avó portuguesa, ele nasceu em Santa Gertrudes pelas mãos da parteira Virgínia Scatolin, que chegou a atender três gerações. De família tradicional na cidade, hoje é o único Sachs que restou. Morando a vida toda no município, ele criou seis filhas, seis netas, um neto e um bisneto.
Grande conhecedor da rotina da cidade, não é difícil encontrar o sêo Sachs pelas ruas, em cima da bicicletinha preta com uma pena pendurada na frente. Sem abandonar a bicicleta, nem pensando em andar de carro, ele conta quando em Santa havia apenas três carros. “Antigamente só três pessoas tinham carro, o Zé Marigo, o Buschinelli e o Alfredo Pagni”.
Por vinte e três anos ele foi servente no posto de saúde e deste tempo guarda algumas peculiares recordações: “Eu costumava deixar um tabuleiro de damas dentro da gaveta da mesa em que eu trabalhava, quando não tinha nada pra fazer eu puxava o tabuleiro e ficava treinando jogadas”. A paixão pelo jogo era tanta que chegava a comprar livros e mais livros com técnicas para as partidas, treinava oito horas por dia e dividia a mesa do jantar com um prato de comida, um tabuleiro e livros.
“EU CHEGUEI A EMPATAR UMA PARTIDA COM O CAMPEÃO BRASILEIRO DE DAMA, PRA MIM FOI UMA VITÓRIA”.
Nesta época não era só de tabuleiro que Renato vivia; a outra paixão virou ofício. Ele se tornou o primeiro relojoeiro da cidade. Devido uma grande amizade com o tio de sua esposa, que era relojoeiro em uma cidade próxima, Sachs aprendeu o ofício e com o tempo muita gente o procurava para o conserto de relógios.
RELÓGIO ANTI-HORÁRIO
Além do conserto de relógios, ele também foi responsável pela criação de alguns modelos, digamos, curiosos, como: relógio em CD usado, calota de carro, tampa de privada, prato de alumínio, até mesmo em aro de ventilador (para ser possível ver as horas enquanto o ventilador funciona).
Entre tantas inovações há uma da qual Renato se orgulha: “Um dia eu consertei um relógio, mas os ponteiros iam um pouquinho pra trás e um pouco pra frente, eu disse, se quer ir pra trás agora vai mesmo”. E este foi apenas o início para a construção do primeiro relógio anti-horário de Santa Gertrudes. A procura pelo primeiro exemplar foi tanta que ele precisou até escrever seu nome para que ninguém pegasse.
Depois do primeiro o negócio ficou sério, foi necessário ir a uma tipografia mandar imprimir os números e fazer o relógio em larga esca. “Sempre tem alguém pra vir aqui em casa e pedir um modelo”. Além do convencional, o relógio anti-horário também foi produzido em calotas de carro e Cd’s.
A SAGA DO CUBO MÁGICO
Sempre interessado em desafios, Renato ganhou de uma das filhas um cubo mágico. O que parecia brincadeira de criança se tornou questão de honra para Renato: “Eu tentei muito montar o cubinho mágico, mas não conseguia de jeito nenhum, montava de um lado desmontava do outro, ai fiquei encafifado, decidi que eu ia montar de qualquer jeito”.
Ele procurou quem soubesse resolver o “enigma” do cubo em todas as cidades da região, em Rio Claro, Cordeirópolis, Limeira, Araras, Leme, e até Piracicaba, mas nada de encontrar. A solução veio quando uma das filhas viu um mágico na televisão que montava o cubo. Encantado, Renato entrou em contato com o canal de TV, pegou o telefone do mágico e agendou com ele algumas aulas. “Fui para Campinas ter cinco aulas com o mágico, aprendi a montar e comecei a ensinar as pessoas a montar aqui em Santa”.
A saga do cubo mágico levou Renato a se interessar cada vez mais por quebra-cabeças. A partir daí Sachs começou a confeccionar os próprios brinquedos utilizando madeira, arame e sucata. “Todo mundo que vê algum quebra-cabeça novo traz pra mim, ai eu tento reproduzir, faço em tamanho diferente, jeitos diferentes, só pra ir testando, ver se dá certo”.
Z FOTOS
Velhinho1
Renato Sachs foi o primeiro a fazer o relógio anti-horário em Santa Gertrudes em 2004
Velhinho2
Coleção de cubos mágicos, desafios são a maior paixão do santagertrudense
Velhinho3
Curioso, começou a fabricar os próprios quebra-cabeças com arame e madeira
Neto de avô alemão e avó portuguesa, ele nasceu em Santa Gertrudes pelas mãos da parteira Virgínia Scatolin, que chegou a atender três gerações. De família tradicional na cidade, hoje é o único Sachs que restou. Morando a vida toda no município, ele criou seis filhas, seis netas, um neto e um bisneto.
Grande conhecedor da rotina da cidade, não é difícil encontrar o sêo Sachs pelas ruas, em cima da bicicletinha preta com uma pena pendurada na frente. Sem abandonar a bicicleta, nem pensando em andar de carro, ele conta quando em Santa havia apenas três carros. “Antigamente só três pessoas tinham carro, o Zé Marigo, o Buschinelli e o Alfredo Pagni”.
Por vinte e três anos ele foi servente no posto de saúde e deste tempo guarda algumas peculiares recordações: “Eu costumava deixar um tabuleiro de damas dentro da gaveta da mesa em que eu trabalhava, quando não tinha nada pra fazer eu puxava o tabuleiro e ficava treinando jogadas”. A paixão pelo jogo era tanta que chegava a comprar livros e mais livros com técnicas para as partidas, treinava oito horas por dia e dividia a mesa do jantar com um prato de comida, um tabuleiro e livros.
“EU CHEGUEI A EMPATAR UMA PARTIDA COM O CAMPEÃO BRASILEIRO DE DAMA, PRA MIM FOI UMA VITÓRIA”.
Nesta época não era só de tabuleiro que Renato vivia; a outra paixão virou ofício. Ele se tornou o primeiro relojoeiro da cidade. Devido uma grande amizade com o tio de sua esposa, que era relojoeiro em uma cidade próxima, Sachs aprendeu o ofício e com o tempo muita gente o procurava para o conserto de relógios.
RELÓGIO ANTI-HORÁRIO
Além do conserto de relógios, ele também foi responsável pela criação de alguns modelos, digamos, curiosos, como: relógio em CD usado, calota de carro, tampa de privada, prato de alumínio, até mesmo em aro de ventilador (para ser possível ver as horas enquanto o ventilador funciona).
Entre tantas inovações há uma da qual Renato se orgulha: “Um dia eu consertei um relógio, mas os ponteiros iam um pouquinho pra trás e um pouco pra frente, eu disse, se quer ir pra trás agora vai mesmo”. E este foi apenas o início para a construção do primeiro relógio anti-horário de Santa Gertrudes. A procura pelo primeiro exemplar foi tanta que ele precisou até escrever seu nome para que ninguém pegasse.
Depois do primeiro o negócio ficou sério, foi necessário ir a uma tipografia mandar imprimir os números e fazer o relógio em larga esca. “Sempre tem alguém pra vir aqui em casa e pedir um modelo”. Além do convencional, o relógio anti-horário também foi produzido em calotas de carro e Cd’s.
A SAGA DO CUBO MÁGICO
Sempre interessado em desafios, Renato ganhou de uma das filhas um cubo mágico. O que parecia brincadeira de criança se tornou questão de honra para Renato: “Eu tentei muito montar o cubinho mágico, mas não conseguia de jeito nenhum, montava de um lado desmontava do outro, ai fiquei encafifado, decidi que eu ia montar de qualquer jeito”.
Ele procurou quem soubesse resolver o “enigma” do cubo em todas as cidades da região, em Rio Claro, Cordeirópolis, Limeira, Araras, Leme, e até Piracicaba, mas nada de encontrar. A solução veio quando uma das filhas viu um mágico na televisão que montava o cubo. Encantado, Renato entrou em contato com o canal de TV, pegou o telefone do mágico e agendou com ele algumas aulas. “Fui para Campinas ter cinco aulas com o mágico, aprendi a montar e comecei a ensinar as pessoas a montar aqui em Santa”.
A saga do cubo mágico levou Renato a se interessar cada vez mais por quebra-cabeças. A partir daí Sachs começou a confeccionar os próprios brinquedos utilizando madeira, arame e sucata. “Todo mundo que vê algum quebra-cabeça novo traz pra mim, ai eu tento reproduzir, faço em tamanho diferente, jeitos diferentes, só pra ir testando, ver se dá certo”.
Z FOTOS
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Renato Sachs foi o primeiro a fazer o relógio anti-horário em Santa Gertrudes em 2004
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Coleção de cubos mágicos, desafios são a maior paixão do santagertrudense
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Curioso, começou a fabricar os próprios quebra-cabeças com arame e madeira
ROCK em Santa Gertrudes
O JORNAL REGIONAL esteve com Lourenço Milani (mais conhecido como Ismí), vocalista da banda Escaravelhos, perguntando um pouco da cena rock de Santa Gertrudes, como andam os shows, quais as bandas que marcaram época e quais estão na ativa atualmente.
Jornal Regional: Como era a cena de Santa Gertrudes? Como começou?
Ismí: Bom, em Santa sempre existiu bandas de rock, desde a década de 70 com "Os Vibrantes", que tocavam as músicas da época. Tempos depois, em meados de 80 surgiu o "Bohemios Errantes", tocando rock nacional, que na época estava estourando como Titãs, Barão Vermelho, etc.
Com a chegada dos anos 90, a coisa mudou um pouco de figura, aparecendo as bandas punks, remanescentes do final dos anos 80, mas lá pelo final dos 90, apareceu uma turma que gostava muito do som de Seattle, o Grunge, tendo bandas como Pearl Jam, Nirvana, Alice in Chains, entre outras que foram a maior influência musical da cidade, aparecendo assim algumas bandas do gênero.
JR: Quais as bandas que mais influenciaram?
I: Desde sempre Os Beatles, por influência dos nossos pais, pois no meu caso há vários discos dos Beatles em casa que eram do meu pai, e acredito que uma série de pessoas também tem discos dos Beatles que eram de seus pais. Mas há muitas bandas que tem seu crédito aqui em Santa Gertrudes, como os Ramones (minha primeira influência), The Clash, Rolling Stones, Barão Vermelho, Titãs, Paralamas do Sucesso, Os Replicantes, Pearl Jam, que também é uma das bandas que a geração mais nova tem muita influência.
JR: Como está a cena musical hoje?
I: A cena do rock em Santa Gertrudes já foi maior em termos de bandas e, principalmente festivais, havia o festival do dia do trabalhador, que era realizado no dia primeiro de maio juntamente com a final do campeonato da cidade; havia bandas também se apresentando no Encontro de Motos, que agora está sendo ressuscitado pelo nosso amigo Cleunilton, vocalista da banda Zé Ramalho Cover; tínhamos também bandas no Encontro de Jeeps e Gaiolas, mas agora só restou a Tarde de Rock, que é realizada em Agosto, mês de aniversário da cidade e há também o Reppertório Música e Bar que traz várias atrações pra quem gosta de rock.
Há ainda algumas bandas em atividade, como a Rubber Soul - Beatles Cover que anda se destacando pelo estado de SP, Zé Ramalho Cover, a Mississipi Blues Band tocando clássicos como Elvis, Creedence, Rolling Stones. Temos o Tambourine Men and Special Sauce que é cover de Bob Dylan e também a minha banda, Escaravelhos, que é um projeto de músicas próprias, compostas por nós mesmos com o objetivo de conquistar espaço e viver daquilo que a gente mais gosta - Música.
JR: Quais as bandas que mais se destacam hoje e que se destacaram no passado?
I: Rubber Soul - Beatles Cover, Mississipi Blues Band, Tambourine Men and Special Sauce (Bob Dylan), e Zé Ramalho Cover. Bandas que se destacaram no passado: Otherside e Gatos Pretos.
JR: Conte um pouco da tarde do rock
I: A tarde de rock é realizada nos domingos de agosto juntamente com a festa da cidade, antes eram três, agora são dois domingos de tarde de rock.
A tarde do rock incentiva os jovens a montarem seus projetos musicais, a tomarem a iniciativa de aprenderem algum instrumento musical, enfim, é uma vitrine do rock da cidade.
*BOX*
Z FOTOS SANTA
Musica1
Banda Escaravelhos
Formada por Ismí Pedro (vocal), Gustavo Gazana (guitarras e vocais), Glauco Surge (baixo), Kino Ceregato (bateria), iniciaram as atividades no inverno de 2007. Já se apresentaram no Festival de Música de Santa Gertrudes, ficando classificados entre os vinte finalistas. Possuem três singles gravados, num total de sete músicas. A meta atual do grupo é finalizar doze músicas até o final do ano, começar a comercializar o disco e cair na estrada.
A Escaravelhos toca rock com influências de Beatles, Rolling Stones, Oásis, Barão Vermelho, Stone Temple Pilots e Los Hermanos. Para quem quiser conferir ao vivo, o próximo show acontece neste domingo (17), a partir das 15 horas, na Tarde do Rock (espaço da Aspacer). Escute as músicas da banda no site: www.myspace.com/escaravelhos
Z FOTOS
Musica4
Lourenço Pedro Milani (vulgo Ismí), tem 24 anos, ganhou o primeiro violão no aniversário de treze anos, em 1996. Já participou das bandas Ramones Not Dead em 1998 (Ramones cover), Otherside de 2000 a 2006 (grunge), Playmobeatles 2003/2004 (Beatles Cover), e por final a Escaravelhos, um projeto de composições próprias.
Jornal Regional: Como era a cena de Santa Gertrudes? Como começou?
Ismí: Bom, em Santa sempre existiu bandas de rock, desde a década de 70 com "Os Vibrantes", que tocavam as músicas da época. Tempos depois, em meados de 80 surgiu o "Bohemios Errantes", tocando rock nacional, que na época estava estourando como Titãs, Barão Vermelho, etc.
Com a chegada dos anos 90, a coisa mudou um pouco de figura, aparecendo as bandas punks, remanescentes do final dos anos 80, mas lá pelo final dos 90, apareceu uma turma que gostava muito do som de Seattle, o Grunge, tendo bandas como Pearl Jam, Nirvana, Alice in Chains, entre outras que foram a maior influência musical da cidade, aparecendo assim algumas bandas do gênero.
JR: Quais as bandas que mais influenciaram?
I: Desde sempre Os Beatles, por influência dos nossos pais, pois no meu caso há vários discos dos Beatles em casa que eram do meu pai, e acredito que uma série de pessoas também tem discos dos Beatles que eram de seus pais. Mas há muitas bandas que tem seu crédito aqui em Santa Gertrudes, como os Ramones (minha primeira influência), The Clash, Rolling Stones, Barão Vermelho, Titãs, Paralamas do Sucesso, Os Replicantes, Pearl Jam, que também é uma das bandas que a geração mais nova tem muita influência.
JR: Como está a cena musical hoje?
I: A cena do rock em Santa Gertrudes já foi maior em termos de bandas e, principalmente festivais, havia o festival do dia do trabalhador, que era realizado no dia primeiro de maio juntamente com a final do campeonato da cidade; havia bandas também se apresentando no Encontro de Motos, que agora está sendo ressuscitado pelo nosso amigo Cleunilton, vocalista da banda Zé Ramalho Cover; tínhamos também bandas no Encontro de Jeeps e Gaiolas, mas agora só restou a Tarde de Rock, que é realizada em Agosto, mês de aniversário da cidade e há também o Reppertório Música e Bar que traz várias atrações pra quem gosta de rock.
Há ainda algumas bandas em atividade, como a Rubber Soul - Beatles Cover que anda se destacando pelo estado de SP, Zé Ramalho Cover, a Mississipi Blues Band tocando clássicos como Elvis, Creedence, Rolling Stones. Temos o Tambourine Men and Special Sauce que é cover de Bob Dylan e também a minha banda, Escaravelhos, que é um projeto de músicas próprias, compostas por nós mesmos com o objetivo de conquistar espaço e viver daquilo que a gente mais gosta - Música.
JR: Quais as bandas que mais se destacam hoje e que se destacaram no passado?
I: Rubber Soul - Beatles Cover, Mississipi Blues Band, Tambourine Men and Special Sauce (Bob Dylan), e Zé Ramalho Cover. Bandas que se destacaram no passado: Otherside e Gatos Pretos.
JR: Conte um pouco da tarde do rock
I: A tarde de rock é realizada nos domingos de agosto juntamente com a festa da cidade, antes eram três, agora são dois domingos de tarde de rock.
A tarde do rock incentiva os jovens a montarem seus projetos musicais, a tomarem a iniciativa de aprenderem algum instrumento musical, enfim, é uma vitrine do rock da cidade.
*BOX*
Z FOTOS SANTA
Musica1
Banda Escaravelhos
Formada por Ismí Pedro (vocal), Gustavo Gazana (guitarras e vocais), Glauco Surge (baixo), Kino Ceregato (bateria), iniciaram as atividades no inverno de 2007. Já se apresentaram no Festival de Música de Santa Gertrudes, ficando classificados entre os vinte finalistas. Possuem três singles gravados, num total de sete músicas. A meta atual do grupo é finalizar doze músicas até o final do ano, começar a comercializar o disco e cair na estrada.
A Escaravelhos toca rock com influências de Beatles, Rolling Stones, Oásis, Barão Vermelho, Stone Temple Pilots e Los Hermanos. Para quem quiser conferir ao vivo, o próximo show acontece neste domingo (17), a partir das 15 horas, na Tarde do Rock (espaço da Aspacer). Escute as músicas da banda no site: www.myspace.com/escaravelhos
Z FOTOS
Musica4
Lourenço Pedro Milani (vulgo Ismí), tem 24 anos, ganhou o primeiro violão no aniversário de treze anos, em 1996. Já participou das bandas Ramones Not Dead em 1998 (Ramones cover), Otherside de 2000 a 2006 (grunge), Playmobeatles 2003/2004 (Beatles Cover), e por final a Escaravelhos, um projeto de composições próprias.
Ensino de qualidade
Ensino de qualidade
Proporcionar um ensino de qualidade é uma das metas da educação em Analândia. Melhem Carlos Simão, secretário de educação, destaca grandes avanços no setor. Entre eles, o resultado do IDEB (Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico) que classificou Santa Gertrudes acima da média nacional.
“O município deu uma guinada na educação”, diz Melhem, a aposta do município é no conforto e segurança dos alunos, modernizando as estruturas físicas e técnico-pedagógicas.
Hoje são 4200 alunos frequentando a rede municipal de ensino, sendo 117 em creches, 870 em EMEI’s e 2990 nas EMEF’s. “A nossa intenção é zerar o número de alunos fora das creches”, para isso já foi aprovada a construção de uma nova creche, com orçamento previsto de 700 mil, além de uma nova sala na creche Pinguinho de Gente.
Outras obras promovidas nas EMEI e EMEF proporcionaram melhor acomodação dos alunos, como reformas nas quadras na “Cecy” e “Edna”, e construção da quadra na “João Ruffino”.
As escolas também foram equipadas com novas salas de informática e bibliotecas. A merenda escolar agora é comandada por um mêtre responsável por toda a rede. Destaca-se que houve a efetivação de 90% dos professores.
No campo pedagógico, a inclusão de filosofia, espanhol e informática, enriqueceu a grande curricular, tornando o município o pioneiro pela filosofia em sala de aula. O ensino é apostilado com o sistema didático UNO e será ampliado a partir de 2009 para demais séries, juntamente com a mudança para o ensino de nove anos, cujo projeto está nas adequações finais.
Entre tantas novidades, o NAE – Núcleo de Atendimento Educacional – figura entre a mais importante delas, como um apoio a professores e educadores.
No campo do ensino superior, a faculdade municipal abriga 200 alunos, nos cursos de Letras, Pedagogia, Serviço Social, Gestão de MKT e Administração. “A intenção é aumentar o número de cursos para a faculdade”, acrescenta Melhem.
Z FOTOS
Educacao1
Melhem Carlos Simão, secretário de educação
Educacao3
Biblioteca reformada para o melhor desenvolvimento do projeto “Livro Aberto” na EMEF “Ivone Ap. G. Palumbo”
Educacao11
Modernas instalações da EMEF “João Ruffino” abrigam 290 alunos
Educacao6
Inauguração da ampliação e reforma da EMEI “Geraldo AP. Rocha” aconteceu em maio deste ano
Educacao7
A diretora Nair da Costa Berbert, mostra o revestimento interno e externo das salas de aula na EMEF “Cecy AP. Rocha Aguiar”, a verba foi obtida através de campanhas da própria escola e de contribuição da prefeitura
Educacao8
Reforma da quadra e construção de vestiários na EMEF “Cecy AP. Rocha Aguiar” e na EMEF “Edna T. Fiorio”
Educacao9
Nova sala na creche Pinguinho de Gente
Proporcionar um ensino de qualidade é uma das metas da educação em Analândia. Melhem Carlos Simão, secretário de educação, destaca grandes avanços no setor. Entre eles, o resultado do IDEB (Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico) que classificou Santa Gertrudes acima da média nacional.
“O município deu uma guinada na educação”, diz Melhem, a aposta do município é no conforto e segurança dos alunos, modernizando as estruturas físicas e técnico-pedagógicas.
Hoje são 4200 alunos frequentando a rede municipal de ensino, sendo 117 em creches, 870 em EMEI’s e 2990 nas EMEF’s. “A nossa intenção é zerar o número de alunos fora das creches”, para isso já foi aprovada a construção de uma nova creche, com orçamento previsto de 700 mil, além de uma nova sala na creche Pinguinho de Gente.
Outras obras promovidas nas EMEI e EMEF proporcionaram melhor acomodação dos alunos, como reformas nas quadras na “Cecy” e “Edna”, e construção da quadra na “João Ruffino”.
As escolas também foram equipadas com novas salas de informática e bibliotecas. A merenda escolar agora é comandada por um mêtre responsável por toda a rede. Destaca-se que houve a efetivação de 90% dos professores.
No campo pedagógico, a inclusão de filosofia, espanhol e informática, enriqueceu a grande curricular, tornando o município o pioneiro pela filosofia em sala de aula. O ensino é apostilado com o sistema didático UNO e será ampliado a partir de 2009 para demais séries, juntamente com a mudança para o ensino de nove anos, cujo projeto está nas adequações finais.
Entre tantas novidades, o NAE – Núcleo de Atendimento Educacional – figura entre a mais importante delas, como um apoio a professores e educadores.
No campo do ensino superior, a faculdade municipal abriga 200 alunos, nos cursos de Letras, Pedagogia, Serviço Social, Gestão de MKT e Administração. “A intenção é aumentar o número de cursos para a faculdade”, acrescenta Melhem.
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Melhem Carlos Simão, secretário de educação
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Biblioteca reformada para o melhor desenvolvimento do projeto “Livro Aberto” na EMEF “Ivone Ap. G. Palumbo”
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Modernas instalações da EMEF “João Ruffino” abrigam 290 alunos
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Inauguração da ampliação e reforma da EMEI “Geraldo AP. Rocha” aconteceu em maio deste ano
Educacao7
A diretora Nair da Costa Berbert, mostra o revestimento interno e externo das salas de aula na EMEF “Cecy AP. Rocha Aguiar”, a verba foi obtida através de campanhas da própria escola e de contribuição da prefeitura
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Reforma da quadra e construção de vestiários na EMEF “Cecy AP. Rocha Aguiar” e na EMEF “Edna T. Fiorio”
Educacao9
Nova sala na creche Pinguinho de Gente
enCANTANDO
O coral infato-juvenil de Santa Gertrudes mal começou e já vem arrancando muitos aplausos pela região. Fundado no início deste ano, por iniciativa da Secretaria de Educação, o coral reúne alunos de todas as escolas da rede, com o intuito de formar um grupo sério de coral, firmado em conceitos técnicos e músicas clássicas, para levar nome da cidade a encontros de coral Brasil afora.
São trinta alunos, meninos e meninas, de nove a quinze anos, pré-selecionados pelo maestro Rodolfo de Oliveira. “Foi do projeto que já existe nas escolas, há seis anos, que selecionamos os alunos. Foi uma seleção mesmo, escolhemos os que têm mais aptidão para o canto, pois as aulas são puxadas”, conta o maestro, formado pelo conservatório de Tatuí e que ministra as aulas voluntariamente.
E a meninada não faz feio. No repertório estão desde “Roda Viva”, de Chico Buarque a “Glória in excelsis” (música clássica cantada em latim). E o latim sai perfeitinho: “Demorou alguns meses até eles pegarem a letra certinha, mas agora já decoraram”, acrescenta Rodolfo.
Para decorar tudo isso são duas horas de ensaio semanal, todas as segundas-feiras, no prédio da Secretaria de Educação. O trabalho é levado a sério, as vozes são divididas em contralto, soprano e barítono, sem esquecer a postura, comportamento e técnicas vocais.
O resultado de tanta dedicação foi o troféu trazido pelo grupo, mês passado, depois de uma apresentação no VII Encontro de Corais de Cerquilho, quando o coral foi aplaudido de pé pela platéia. “Esta nem foi a estréia oficial do coral, foi uma pré-estréia; eles se apresentam pela primeira vez aqui na cidade dia 22, na reinauguração da praça central”.
Além do maestro Rodolfo, o coral ainda conta com o suporte da tecladista Juliana Armelin, também voluntária.
Coral5
Rodolfo de Oliveira e Juliana Armelin comandam o coral de 30 crianças
Coral6
As aulas do coral são firmadas em conceitos técnicos e músicas clássicas
***BOX***
Z FOTOS
Coral1
Bruno Aparecido Julião, 15 anos, barítono
Tem a voz mais grave do grupo, começou a cantar por causa do coral e não perde uma aula. É o único da família que canta, gosta de ouvir vários tipos de música, mas adora música eletrônica.
Coral2
Wellington Dimas da Silva, 13 anos, contralto masculino
Canta desde os oito anos, começou no projeto Guri, mas sempre participou das aulas na escola. Acha que cantar é uma ótima distração e conta que viajar com o coral para se apresentar em outras cidades é uma experiência legal para conhecer outros corais e fazer mais amizades.
Coral3
Thaiane Cristine da Silva, 10 anos, soprano
Descobriu a paixão pelo canto freqüentando o coral, pretende aprender a tocar outros instrumentos musicais, começando pelo violão. Em casa adora ouvir música pop.
São trinta alunos, meninos e meninas, de nove a quinze anos, pré-selecionados pelo maestro Rodolfo de Oliveira. “Foi do projeto que já existe nas escolas, há seis anos, que selecionamos os alunos. Foi uma seleção mesmo, escolhemos os que têm mais aptidão para o canto, pois as aulas são puxadas”, conta o maestro, formado pelo conservatório de Tatuí e que ministra as aulas voluntariamente.
E a meninada não faz feio. No repertório estão desde “Roda Viva”, de Chico Buarque a “Glória in excelsis” (música clássica cantada em latim). E o latim sai perfeitinho: “Demorou alguns meses até eles pegarem a letra certinha, mas agora já decoraram”, acrescenta Rodolfo.
Para decorar tudo isso são duas horas de ensaio semanal, todas as segundas-feiras, no prédio da Secretaria de Educação. O trabalho é levado a sério, as vozes são divididas em contralto, soprano e barítono, sem esquecer a postura, comportamento e técnicas vocais.
O resultado de tanta dedicação foi o troféu trazido pelo grupo, mês passado, depois de uma apresentação no VII Encontro de Corais de Cerquilho, quando o coral foi aplaudido de pé pela platéia. “Esta nem foi a estréia oficial do coral, foi uma pré-estréia; eles se apresentam pela primeira vez aqui na cidade dia 22, na reinauguração da praça central”.
Além do maestro Rodolfo, o coral ainda conta com o suporte da tecladista Juliana Armelin, também voluntária.
Coral5
Rodolfo de Oliveira e Juliana Armelin comandam o coral de 30 crianças
Coral6
As aulas do coral são firmadas em conceitos técnicos e músicas clássicas
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Z FOTOS
Coral1
Bruno Aparecido Julião, 15 anos, barítono
Tem a voz mais grave do grupo, começou a cantar por causa do coral e não perde uma aula. É o único da família que canta, gosta de ouvir vários tipos de música, mas adora música eletrônica.
Coral2
Wellington Dimas da Silva, 13 anos, contralto masculino
Canta desde os oito anos, começou no projeto Guri, mas sempre participou das aulas na escola. Acha que cantar é uma ótima distração e conta que viajar com o coral para se apresentar em outras cidades é uma experiência legal para conhecer outros corais e fazer mais amizades.
Coral3
Thaiane Cristine da Silva, 10 anos, soprano
Descobriu a paixão pelo canto freqüentando o coral, pretende aprender a tocar outros instrumentos musicais, começando pelo violão. Em casa adora ouvir música pop.
Circo na telona
Santa Gertrudes prepara-se novamente para figurar na grande tela. A surpresa veio pela aprovação do roteiro escrito por Thiago de Souza Santos, no projeto Desvendando os Brasis (Mic – Ministério da Cultura), o mesmo responsável pelo curta-metragem “O Bilhete”.
“O Circo Chegou” começa a ser gravado no final de agosto e conta o dia a dia da família Bartolo, que há quatro gerações vem contribuindo com o circo brasileiro. Primeiro iniciando-se como “Gran Bartolo Circo” (1905), e hoje apresentado como “Circo Mágico Nacional”, unindo duas famílias descendentes do circo.
A intenção do curta é mostrar esta atividade humana ancestral, que percorre semáforos, estradas, vilas e cidades do Brasil desde os tempos coloniais e, devido à concorrência com as comunicações de massa, chega ao século 21 com grandes dificuldades.
As gravações devem acompanhar o “Circo Mágico Nacional” durante uma semana de jornada: no trailer, em cada mudança de local, na instalação, nos espetáculos, na preparação da próxima viagem e o estilo de vida nômade.
O santagertrudense Thiago, que cursa o segundo ano de Psicologia na Uniararas, teve a idéia de escrever o roteiro para o curta ao conhecer a família Bartolo em dezembro do ano passado, em Rio Claro. “Sempre gostei de escrever, mas nunca havia pensado em um roteiro audiovisual, foi a primeira vez”. O roteiro do estudante foi um dos quarenta escolhidos pelo MinC para receber a produção do curta, entre 712 inscritos.
PREPARAÇÃO NO RIO
Desconhecendo todos os meios da produção audiovisual, Thiago participou de oficinas, proporcionadas pelo projeto Desvendando os Brasis, na sede da Canal Futura, no Rio de Janeiro. Em duas semanas de cursos, o futuro diretor aprendeu técnicas de roteiro, produção e direção. “Os professores foram os melhores cineastas do país. É muito interessante ver a diversidade, eram quarenta pessoas de todo país, havia pessoas que nem eram alfabetizadas e conseguiram escrever uma história. Isso mostra que é possível fazer as coisas acontecerem”, comenta.
O projeto prevê a distribuição gratuita de filmes para bibliotecas, centros culturais, escolas e, ainda, exibir estes curtas no canal Futura. Também é feito um circuito de exibição dos vídeos aprovados, com um telão no centro da cidade.
PATROCÍNIO
No momento, “O Circo Chegou” aguarda um patrocínio que possibilite a vinda do Circo Mágico Nacional para Santa Gertrudes. “Se o circo não vier para cá teremos que ir até eles, o que tira um pouco da intenção do filme que é mostrar um pouco da cidade também”. O filme deve estar pronto no último dia de setembro, quando será apresentado ao MinC.
Interessados em auxiliar na produção do curta-metragem podem procurar o Centro Cultural de Santa Gertrudes ou entrar em contato pelos telefones: (19) 81224826 (Thiago) ou (19) 35454488 (Centro cultural).
Z SANTA FOTOS
Cinema
Thiago de Souza Santos sempre teve curiosidade em saber como era a vida no circo
“O Circo Chegou” começa a ser gravado no final de agosto e conta o dia a dia da família Bartolo, que há quatro gerações vem contribuindo com o circo brasileiro. Primeiro iniciando-se como “Gran Bartolo Circo” (1905), e hoje apresentado como “Circo Mágico Nacional”, unindo duas famílias descendentes do circo.
A intenção do curta é mostrar esta atividade humana ancestral, que percorre semáforos, estradas, vilas e cidades do Brasil desde os tempos coloniais e, devido à concorrência com as comunicações de massa, chega ao século 21 com grandes dificuldades.
As gravações devem acompanhar o “Circo Mágico Nacional” durante uma semana de jornada: no trailer, em cada mudança de local, na instalação, nos espetáculos, na preparação da próxima viagem e o estilo de vida nômade.
O santagertrudense Thiago, que cursa o segundo ano de Psicologia na Uniararas, teve a idéia de escrever o roteiro para o curta ao conhecer a família Bartolo em dezembro do ano passado, em Rio Claro. “Sempre gostei de escrever, mas nunca havia pensado em um roteiro audiovisual, foi a primeira vez”. O roteiro do estudante foi um dos quarenta escolhidos pelo MinC para receber a produção do curta, entre 712 inscritos.
PREPARAÇÃO NO RIO
Desconhecendo todos os meios da produção audiovisual, Thiago participou de oficinas, proporcionadas pelo projeto Desvendando os Brasis, na sede da Canal Futura, no Rio de Janeiro. Em duas semanas de cursos, o futuro diretor aprendeu técnicas de roteiro, produção e direção. “Os professores foram os melhores cineastas do país. É muito interessante ver a diversidade, eram quarenta pessoas de todo país, havia pessoas que nem eram alfabetizadas e conseguiram escrever uma história. Isso mostra que é possível fazer as coisas acontecerem”, comenta.
O projeto prevê a distribuição gratuita de filmes para bibliotecas, centros culturais, escolas e, ainda, exibir estes curtas no canal Futura. Também é feito um circuito de exibição dos vídeos aprovados, com um telão no centro da cidade.
PATROCÍNIO
No momento, “O Circo Chegou” aguarda um patrocínio que possibilite a vinda do Circo Mágico Nacional para Santa Gertrudes. “Se o circo não vier para cá teremos que ir até eles, o que tira um pouco da intenção do filme que é mostrar um pouco da cidade também”. O filme deve estar pronto no último dia de setembro, quando será apresentado ao MinC.
Interessados em auxiliar na produção do curta-metragem podem procurar o Centro Cultural de Santa Gertrudes ou entrar em contato pelos telefones: (19) 81224826 (Thiago) ou (19) 35454488 (Centro cultural).
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Cinema
Thiago de Souza Santos sempre teve curiosidade em saber como era a vida no circo
Atelie Pé Vermelho
Inaugurado no dia 27 de abril deste ano, o Ateliê Pé Vermelho já trouxe para Santa Gertrudes renomados artistas plásticos. No dia 4 de setembro se prepara para receber Alice Diniz, artista portuguesa, que deve ficar na cidade até o dia 8.
Alice é uma das mais renomadas artistas no ramo de cerâmica artesanal; foi ela a responsável pela criação da famosa Festa do Barro, realizada anualmente em Lisboa. A artista, que também possui uma galeria em Portugal, ministrará uma palestra e uma oficina no Ateliê Pé Vermelho.
O Ateliê, também, já recebeu a visita de um artista uruguaio em abril deste ano, que desenvolveu atividades e palestras. No início de julho promoveu a atividade “Degustação de histórias” com a participação de Sandra Baldessin, outros contadores de histórias e do grupo de maracatu “Toque Percursivo”, de Limeira, coordenado por Marcos Lima.
Hoje o ateliê, criado por Letícia Maria Tonon, abriga obras de cerâmica artesanal, mosaico, quadros e, ainda, o acervo da antiga Olaria Antônio Tonon (1922). “Temos recebido bastante gente que marca visita para ver as obras, ou de escolas para conferir o acervo da olaria”, conta Letícia.
A idéia de montar um ateliê já existia há mais de oito anos, mas faltava um local apropriado para desenvolvê-lo. Foi quando Letícia adaptou parte de sua casa para abrigá-lo. O nome veio da intenção de mostrar o lado cerâmico da cidade.
O Ateliê Pé Vermelho fica na Avenida Rêmolo Tonon, 337 – centro, e tem por objetivo trabalhar com coletivos de artistas, que não tem espaço para produzir ou expor sua arte.
Z FOTOS
Atelie1
Parte acervo da olaria Antônio Tonon (1922) está no ateliê
Atelie2
O ateliê trabalha com coletivos de artistas, que não tem espaço para produzir ou expor sua arte
Alice é uma das mais renomadas artistas no ramo de cerâmica artesanal; foi ela a responsável pela criação da famosa Festa do Barro, realizada anualmente em Lisboa. A artista, que também possui uma galeria em Portugal, ministrará uma palestra e uma oficina no Ateliê Pé Vermelho.
O Ateliê, também, já recebeu a visita de um artista uruguaio em abril deste ano, que desenvolveu atividades e palestras. No início de julho promoveu a atividade “Degustação de histórias” com a participação de Sandra Baldessin, outros contadores de histórias e do grupo de maracatu “Toque Percursivo”, de Limeira, coordenado por Marcos Lima.
Hoje o ateliê, criado por Letícia Maria Tonon, abriga obras de cerâmica artesanal, mosaico, quadros e, ainda, o acervo da antiga Olaria Antônio Tonon (1922). “Temos recebido bastante gente que marca visita para ver as obras, ou de escolas para conferir o acervo da olaria”, conta Letícia.
A idéia de montar um ateliê já existia há mais de oito anos, mas faltava um local apropriado para desenvolvê-lo. Foi quando Letícia adaptou parte de sua casa para abrigá-lo. O nome veio da intenção de mostrar o lado cerâmico da cidade.
O Ateliê Pé Vermelho fica na Avenida Rêmolo Tonon, 337 – centro, e tem por objetivo trabalhar com coletivos de artistas, que não tem espaço para produzir ou expor sua arte.
Z FOTOS
Atelie1
Parte acervo da olaria Antônio Tonon (1922) está no ateliê
Atelie2
O ateliê trabalha com coletivos de artistas, que não tem espaço para produzir ou expor sua arte
Improvisos que deram CERTO
FRASES
“Eu não consigo NÃO existe no meu vocabulário”.
“O saber não ocupa lugar”.
“Quando pinto parece que estou dentro da tela, posso até sentir o cheiro do lugar”.
Nininha Hermsdorff é a personificação de um povo. Ela, assim como muitos, veio de Minas Gerais para Santa Gertrudes tentar uma vida melhor. Saiu de Conceição de Ipanema em 1997 e chegou em Santa grávida e com dois filhos pequenos no colo. O marido veio primeiro, empregado em uma cerâmica; ela chegou trinta dias depois.
O sítio em que Nininha morava não tinha energia elétrica, a vida no campo era dura e por isso ela nunca teve oportunidade de estudar. “Estudei até a quarta série lá, mas era difícil porque tinha que ajudar a família na roça”, conta. Foi ao chegar ao município que conseguiu concluir o ensino fundamental, foi ali também que descobriu a real vocação: artista.
Nininha sempre escreveu, fazia versos poesia para igreja, bodas, aniversários e nem cobrava, “lá em Minas me diziam que arte não dava futuro”, mas ela provou o contrário. Começou aos poucos, fazendo cartões de aniversário e datas comemorativas, desenhava e escrevia os versos, a procura foi tão grande que resolveu incrementar o trabalho, “comecei a usar tinta e daí pra tela foi um pulo”.
Da tela para a xilogravura, da xilogravura para a escultura e não tinha mais como parar. Decidiu fazer aulas de pintura, apenas oito, o necessário para conhecer algumas técnicas novas e colocar a criatividade em prática. “Comecei a pintar em CD, disco de vinil, garrafa e vários tipos de sucata; vendo por um preço bem baixinho, mas dá pra viver”, acrescenta Nininha, que começou a fazer esculturas em madeira há apenas um mês.
A vontade de começar a fazer esculturas veio das aulas de xilogravura, que freqüenta há dois anos no projeto “Grupo Cupim de Gravura”, da prefeitura do município. “Eu tive vontade de esculpir quando cortaram a árvore daqui de frente de casa, eu peguei uns galhos e fui tentar, fiz uma coruja, não ficou ainda tão boa porque a madeira não é própria, mas é apenas um começo”.
Além da escultura, pintura, xilogravura, mosaico, Nininha também pinta paredes, decorando quartos infantis. Mas das artes, a grande paixão continua sendo a poesia. São mais de 200 poemas, espalhados por antologias e livros virtuais. A próxima deve sair em outubro. “Sou membro do Clirc – Centro Literário Rio Claro – desde 2004, isso me abriu muitas portas”.
AULAS
Com o que sabe Nininha se distrai ensinando aos outros, dá aula como voluntária na escola “Pedro Rafael da Rocha” aos sábados, já ministrou aulas também no Projeto Espaço Amigos, deu cursos de xilogravura em Rio Claro e muito mais. “Eu só não faço mais trabalho voluntário por falta de tempo, gosto de ensinar o pouco que sei para os outros, até porque a gente sempre aprende um pouco”.
CINEMA
Além das artes plásticas e da poesia, a grande tela não esteve fora da vida da mineirinha, que nunca foi a um cinema, mas já fez participação em três curtas metragens e se prepara para auxiliar o quarto. “Atuei no filme ‘Migração’, trabalhei no ‘Santa Água’, fiz uma ponta em ‘Um caminho para dois’ e estou me preparando para ajudar em um desenho animado, todos produzidos pelo João Paulo Miranda Maria”.
CARIMBOS
Um dos trabalhos mais curiosos de Nininha são os carimbos, criados para facilitar o trabalho como professora de catecismo. Os carimbos improvisados viraram moda. “Eu cansava de assinar uma por uma as lições de catecismo, isso em Minas ainda, ai fiz um carimbinho com o meu nome, usei o chinelo havaiana de um irmão meu e todo mundo achava incrível o que eu tinha feito”. Até mesmo oficina de carimbo ela já ministrou: “Eu uso E.V.A. para fazer o desenho, com estilete, e faço a base com chinelo havaiana. É um improviso que deu certo”.
Z FOTOS
Artista1
Carimbos feitos com E.V.A. e chinelo havaiana: improvisos que deram certo
Artista4
Apaixonada por literatura, Nininha tem mais de 200 poesias escritas
Artista3
Artes em disco de vinil, cd’s, garrafas, potes de café e escultura em galho de árvores
Artista5
Nininha Hermsdorff
“Eu não consigo NÃO existe no meu vocabulário”.
“O saber não ocupa lugar”.
“Quando pinto parece que estou dentro da tela, posso até sentir o cheiro do lugar”.
Nininha Hermsdorff é a personificação de um povo. Ela, assim como muitos, veio de Minas Gerais para Santa Gertrudes tentar uma vida melhor. Saiu de Conceição de Ipanema em 1997 e chegou em Santa grávida e com dois filhos pequenos no colo. O marido veio primeiro, empregado em uma cerâmica; ela chegou trinta dias depois.
O sítio em que Nininha morava não tinha energia elétrica, a vida no campo era dura e por isso ela nunca teve oportunidade de estudar. “Estudei até a quarta série lá, mas era difícil porque tinha que ajudar a família na roça”, conta. Foi ao chegar ao município que conseguiu concluir o ensino fundamental, foi ali também que descobriu a real vocação: artista.
Nininha sempre escreveu, fazia versos poesia para igreja, bodas, aniversários e nem cobrava, “lá em Minas me diziam que arte não dava futuro”, mas ela provou o contrário. Começou aos poucos, fazendo cartões de aniversário e datas comemorativas, desenhava e escrevia os versos, a procura foi tão grande que resolveu incrementar o trabalho, “comecei a usar tinta e daí pra tela foi um pulo”.
Da tela para a xilogravura, da xilogravura para a escultura e não tinha mais como parar. Decidiu fazer aulas de pintura, apenas oito, o necessário para conhecer algumas técnicas novas e colocar a criatividade em prática. “Comecei a pintar em CD, disco de vinil, garrafa e vários tipos de sucata; vendo por um preço bem baixinho, mas dá pra viver”, acrescenta Nininha, que começou a fazer esculturas em madeira há apenas um mês.
A vontade de começar a fazer esculturas veio das aulas de xilogravura, que freqüenta há dois anos no projeto “Grupo Cupim de Gravura”, da prefeitura do município. “Eu tive vontade de esculpir quando cortaram a árvore daqui de frente de casa, eu peguei uns galhos e fui tentar, fiz uma coruja, não ficou ainda tão boa porque a madeira não é própria, mas é apenas um começo”.
Além da escultura, pintura, xilogravura, mosaico, Nininha também pinta paredes, decorando quartos infantis. Mas das artes, a grande paixão continua sendo a poesia. São mais de 200 poemas, espalhados por antologias e livros virtuais. A próxima deve sair em outubro. “Sou membro do Clirc – Centro Literário Rio Claro – desde 2004, isso me abriu muitas portas”.
AULAS
Com o que sabe Nininha se distrai ensinando aos outros, dá aula como voluntária na escola “Pedro Rafael da Rocha” aos sábados, já ministrou aulas também no Projeto Espaço Amigos, deu cursos de xilogravura em Rio Claro e muito mais. “Eu só não faço mais trabalho voluntário por falta de tempo, gosto de ensinar o pouco que sei para os outros, até porque a gente sempre aprende um pouco”.
CINEMA
Além das artes plásticas e da poesia, a grande tela não esteve fora da vida da mineirinha, que nunca foi a um cinema, mas já fez participação em três curtas metragens e se prepara para auxiliar o quarto. “Atuei no filme ‘Migração’, trabalhei no ‘Santa Água’, fiz uma ponta em ‘Um caminho para dois’ e estou me preparando para ajudar em um desenho animado, todos produzidos pelo João Paulo Miranda Maria”.
CARIMBOS
Um dos trabalhos mais curiosos de Nininha são os carimbos, criados para facilitar o trabalho como professora de catecismo. Os carimbos improvisados viraram moda. “Eu cansava de assinar uma por uma as lições de catecismo, isso em Minas ainda, ai fiz um carimbinho com o meu nome, usei o chinelo havaiana de um irmão meu e todo mundo achava incrível o que eu tinha feito”. Até mesmo oficina de carimbo ela já ministrou: “Eu uso E.V.A. para fazer o desenho, com estilete, e faço a base com chinelo havaiana. É um improviso que deu certo”.
Z FOTOS
Artista1
Carimbos feitos com E.V.A. e chinelo havaiana: improvisos que deram certo
Artista4
Apaixonada por literatura, Nininha tem mais de 200 poesias escritas
Artista3
Artes em disco de vinil, cd’s, garrafas, potes de café e escultura em galho de árvores
Artista5
Nininha Hermsdorff
Center Pisos
Santa Gertrudes está prestes a receber a primeira boutique do piso da região. A Boutique Center Pisos deve inaugurar em poucos dias e promete trazer o que há de mais fino em matéria de revestimentos.
A loja será especializada em porcelanato, massa branca e peças finas, itens só encontrados em grandes lojas da capital, trazidos para Santa Gertrudes com exclusividade pela Center Pisos.
Com uma estrutura sofisticada, a boutique traz uma nova proposta de exposição e atendimento, permitindo uma completa satisfação do cliente.
Z FOTOS
CENTER PISOS
Detalhes finos na exposição das peças. No detalhe, pastilhas em coco natural e vidro
A loja será especializada em porcelanato, massa branca e peças finas, itens só encontrados em grandes lojas da capital, trazidos para Santa Gertrudes com exclusividade pela Center Pisos.
Com uma estrutura sofisticada, a boutique traz uma nova proposta de exposição e atendimento, permitindo uma completa satisfação do cliente.
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CENTER PISOS
Detalhes finos na exposição das peças. No detalhe, pastilhas em coco natural e vidro
MOSTRAndo Arte
Há três anos a Mostra de Artes de Santa Gertrudes vem movimentando o cenário cultural do município, trazendo para perto da população o que há de mais novo nas artes plásticas. Este ano não será diferente. As inscrições ficam abertas de 25 a 29 de agosto e as exposições permanecem de 11 a 18 de setembro no Centro Cultural “Isidoro Demarchi”.
O Salão de Artes também volta a acontecer. “Tivemos um retorno muito bom, decidimos repetir”, diz Letícia Tonon, diretora do departamento de turismo e lazer. Foram 126 obras inscritas (entre Mostra e Salão), de 66 artistas de toda região.
Para 2008 a premiação é um pouco mais tentadora. A secretária municipal de cultura Claudete H. Carli, adianta para o REGIONAL: “Já temos os valores da premiação, o primeiro lugar deve receber dois mil reais. o segundo lugar receberá mil e quinhentos reais, terceiro lugar mil e duzentos e para o destaque santagertrudense um incentivo de mil e trezentos”.
A secretaria espera que o número de inscritos cresça, principalmente, pelo aumento no valor da premiação e pelo reconhecimento do projeto entre a população. Letícia Tonon apenas lamenta pelo curto tempo da exposição. “O tempo de exposição é curto, uma semana, porque o espaço aqui no Centro Cultural é pequeno, temos sessões de cinema também e outras atividades; precisamos liberar o lugar”.
BOX
Saiba um pouco mais da Mostra e do Salão
MOSTRA DE ARTE
Acontece há três anos em Santa Gertrudes e como o próprio nome diz tem o objetivo de mostrar o que o jovem-artista está aprendendo, treinando ou simplesmente reproduzindo a bel prazer. Neste caso pode plagiar, isto é, produzir cópias de obras de outros autores, desde que deixe claro que a pintura (ou o desenho) é um estudo. Na Mostra de Arte não há possibilidade de premiar estas obras. Pois é crime de direito autoral reproduzir, participar de concursos ou publicar pinturas, desenhos assinados por outra pessoa sem o crédito e ou a autorização da mesma.
SALÃO DE ARTES
Iniciou o ano passado. É um concurso e possui um regulamento adequado ao espaço (instituição) e ao objetivo da exposição. Quando o artista assina o regulamento, ele está de acordo com as regras. A não-assinatura na ficha de inscrição cancela automaticamente a participação na exposição. No Salão existe um trabalho de curadoria feito pelo Corpo de Jurados, profissionais competentes contratados pela comissão organizadora, que irão decidir quais trabalhos merecem destaque especial por sua técnica, qualidade e originalidade. O Corpo de Jurado é dono de total decisão sobre a seleção, premiação e ou recusa da obra no salão.
O artista que participar da Mostra de Arte não deve participar, com os mesmos trabalhos, do Salão de Artes.
Z FOTOS
Salao1
Salao2
O Salão de Artes também volta a acontecer. “Tivemos um retorno muito bom, decidimos repetir”, diz Letícia Tonon, diretora do departamento de turismo e lazer. Foram 126 obras inscritas (entre Mostra e Salão), de 66 artistas de toda região.
Para 2008 a premiação é um pouco mais tentadora. A secretária municipal de cultura Claudete H. Carli, adianta para o REGIONAL: “Já temos os valores da premiação, o primeiro lugar deve receber dois mil reais. o segundo lugar receberá mil e quinhentos reais, terceiro lugar mil e duzentos e para o destaque santagertrudense um incentivo de mil e trezentos”.
A secretaria espera que o número de inscritos cresça, principalmente, pelo aumento no valor da premiação e pelo reconhecimento do projeto entre a população. Letícia Tonon apenas lamenta pelo curto tempo da exposição. “O tempo de exposição é curto, uma semana, porque o espaço aqui no Centro Cultural é pequeno, temos sessões de cinema também e outras atividades; precisamos liberar o lugar”.
BOX
Saiba um pouco mais da Mostra e do Salão
MOSTRA DE ARTE
Acontece há três anos em Santa Gertrudes e como o próprio nome diz tem o objetivo de mostrar o que o jovem-artista está aprendendo, treinando ou simplesmente reproduzindo a bel prazer. Neste caso pode plagiar, isto é, produzir cópias de obras de outros autores, desde que deixe claro que a pintura (ou o desenho) é um estudo. Na Mostra de Arte não há possibilidade de premiar estas obras. Pois é crime de direito autoral reproduzir, participar de concursos ou publicar pinturas, desenhos assinados por outra pessoa sem o crédito e ou a autorização da mesma.
SALÃO DE ARTES
Iniciou o ano passado. É um concurso e possui um regulamento adequado ao espaço (instituição) e ao objetivo da exposição. Quando o artista assina o regulamento, ele está de acordo com as regras. A não-assinatura na ficha de inscrição cancela automaticamente a participação na exposição. No Salão existe um trabalho de curadoria feito pelo Corpo de Jurados, profissionais competentes contratados pela comissão organizadora, que irão decidir quais trabalhos merecem destaque especial por sua técnica, qualidade e originalidade. O Corpo de Jurado é dono de total decisão sobre a seleção, premiação e ou recusa da obra no salão.
O artista que participar da Mostra de Arte não deve participar, com os mesmos trabalhos, do Salão de Artes.
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Salao1
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segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Grêmio realiza sonho
O aniversário do Grêmio Recreativo dos Funcionários da Cia. Paulista será mais feliz este ano
Na terça-feira (5) o clube completou 112 anos de existência e comemora também a conclusão das obras no salão social da entidade. A obra, que teve início em 2002, recebeu um investimento de aproximadamente cinco milhões. De acordo com o atual presidente Luiz Fernando Bicudo, a intenção era reformar apenas o salão, “mas devido à estrutura foi necessário derrubar tudo e começar de novo”, completa.
Além de uma nova arquitetura, o salão também recebeu reforços extras, que passam despercebidos pelos freqüentadores: “São coisas importantes que as pessoas não vêem como o poço artesiano, o gerador e o ar condicionado”. A perfuração do poço artesiano permite que o clube independa do abastecimento externo. O gerador foi uma necessidade premente. “Em 2002 tivemos uma queda de energia no Baile do Havaí, devido uma sobrecarga. Hoje estamos despreocupados, o gerador é suficiente para abastecer o clube todo em grandes eventos”. O ar condicionado completa uma estrutura de extremo conforto para os associados.
Para o presidente, a conclusão da obra é a realização de um sonho do grupo que assumiu a organização há dez anos. Com o fim das reformas, a intenção agora é atacar na parte social, atendendo ao pedido dos sócios. Os shows já estão todos fechados até o carnaval do ano que vem. Para setembro a Festa à fantasia, outubro o Parque Infantil e Baile do Havaí; em novembro a 3ª Noite da Bahia e o 1º Grêmio Raiz (com sertanejo de raiz) e dezembro, o esperado Jorge Ben Jor.
PISCINA COBERTA
A construção de uma piscina coberta e aquecida também está sendo cogitada para 2009, a intenção é atender às aulas de hidroginástica, possibilitando uma completa estrutura esportiva. “Queremos também implantar aulas de natação. A academia, hoje, é uma das mais procuradas, disponibilizamos tudo de mais moderno em aparelhos e professores especializados”, além da academia, o Grêmio oferece escolinhas para todos os esportes, desde judô e karatê a futebol e basquete.
NOITE DE GALA
Na noite de hoje (9) o Grêmio se prepara para o baile de aniversário, “será uma dupla comemoração, além do aniversário, a de um sonho alcançado: o término das obras no salão”, conta Bicudo. A noite de gala pede paletó e gravata para os homens e vestido longo para as mulheres. O som fica por conta da renomada orquestra de Ed Costa.
O clube espera receber 2500 pessoas para a festança. Ainda, no dia 23 será realizado o show de aniversário, com a banda Roupa Nova.
TABELA
Quadro de associados
8 mil sócios não ferroviários
2200 sócios ferroviários
2 mil freqüentadoras
3400 sócios remidos entre ferroviários e não ferroviários
30140 pessoas que freqüentam o clube
Curiosidades
Eventos que mais reúnem pessoas: Baile do Havaí, Baile Junino e Carnaval.
Show que mais atraiu pessoas: Victor & Léo este ano, com 12.800 pessoas.
Z FOTOS
Grêmio 006
Em 1940, o Grêmio era o recanto das valsas e do glamour
Grêmio 010
Hoje, o clube é o ‘point’ da moçada
Grêmio 017
Luiz Fernando Bicudo, atual presidente do clube
Grêmio 034Novo salão social é
Na terça-feira (5) o clube completou 112 anos de existência e comemora também a conclusão das obras no salão social da entidade. A obra, que teve início em 2002, recebeu um investimento de aproximadamente cinco milhões. De acordo com o atual presidente Luiz Fernando Bicudo, a intenção era reformar apenas o salão, “mas devido à estrutura foi necessário derrubar tudo e começar de novo”, completa.
Além de uma nova arquitetura, o salão também recebeu reforços extras, que passam despercebidos pelos freqüentadores: “São coisas importantes que as pessoas não vêem como o poço artesiano, o gerador e o ar condicionado”. A perfuração do poço artesiano permite que o clube independa do abastecimento externo. O gerador foi uma necessidade premente. “Em 2002 tivemos uma queda de energia no Baile do Havaí, devido uma sobrecarga. Hoje estamos despreocupados, o gerador é suficiente para abastecer o clube todo em grandes eventos”. O ar condicionado completa uma estrutura de extremo conforto para os associados.
Para o presidente, a conclusão da obra é a realização de um sonho do grupo que assumiu a organização há dez anos. Com o fim das reformas, a intenção agora é atacar na parte social, atendendo ao pedido dos sócios. Os shows já estão todos fechados até o carnaval do ano que vem. Para setembro a Festa à fantasia, outubro o Parque Infantil e Baile do Havaí; em novembro a 3ª Noite da Bahia e o 1º Grêmio Raiz (com sertanejo de raiz) e dezembro, o esperado Jorge Ben Jor.
PISCINA COBERTA
A construção de uma piscina coberta e aquecida também está sendo cogitada para 2009, a intenção é atender às aulas de hidroginástica, possibilitando uma completa estrutura esportiva. “Queremos também implantar aulas de natação. A academia, hoje, é uma das mais procuradas, disponibilizamos tudo de mais moderno em aparelhos e professores especializados”, além da academia, o Grêmio oferece escolinhas para todos os esportes, desde judô e karatê a futebol e basquete.
NOITE DE GALA
Na noite de hoje (9) o Grêmio se prepara para o baile de aniversário, “será uma dupla comemoração, além do aniversário, a de um sonho alcançado: o término das obras no salão”, conta Bicudo. A noite de gala pede paletó e gravata para os homens e vestido longo para as mulheres. O som fica por conta da renomada orquestra de Ed Costa.
O clube espera receber 2500 pessoas para a festança. Ainda, no dia 23 será realizado o show de aniversário, com a banda Roupa Nova.
TABELA
Quadro de associados
8 mil sócios não ferroviários
2200 sócios ferroviários
2 mil freqüentadoras
3400 sócios remidos entre ferroviários e não ferroviários
30140 pessoas que freqüentam o clube
Curiosidades
Eventos que mais reúnem pessoas: Baile do Havaí, Baile Junino e Carnaval.
Show que mais atraiu pessoas: Victor & Léo este ano, com 12.800 pessoas.
Z FOTOS
Grêmio 006
Em 1940, o Grêmio era o recanto das valsas e do glamour
Grêmio 010
Hoje, o clube é o ‘point’ da moçada
Grêmio 017
Luiz Fernando Bicudo, atual presidente do clube
Grêmio 034Novo salão social é
Alunos vão aprender a respeitar opção sexual
A Secretaria de Estado da Educação resolveu abordar o tema “Diversidade Sexual” nas escolas estaduais. A partir de 2009 os alunos da rede estadual, de Ensino Fundamental e Ensino Médio, aprenderão sobre a importância de respeitar a opção sexual de cada indivíduo, quebrando tabus e dúvidas dos alunos.
Serão confeccionados materiais de apoio, como folders, livros e vídeos educativos, para utilização em oficinas das escolas. Todas as 5.500 escolas estaduais receberão os materiais, a serem utilizados com os alunos.
O projeto segue recomendação do Ministério da Educação de abordar a diversidade sexual em escolas. Já em outubro a Secretaria abordará o tema com educadores da rede, em encontros presenciais e vídeos-conferência, para que tratem o assunto de forma interdisciplinar, além de acompanharem a implantação do programa nas escolas.
A idéia é que se criem espaços comunitários informais para discussão e reflexão de temas pertinentes ao projeto, envolvendo centros de saúde, ONGs, associações comunitárias e outras entidades que desenvolvam ações sobre o tema.
Além de diversidade sexual, a Secretaria irá abordar prevenção a drogas, doenças sexualmente transmissíveis e gravidez na adolescência. Estes três temas já fazem parte do projeto “Prevenção também se ensina”, que incluirá a diversidade sexual.
A Secretaria de Estado da Educação implanta já no segundo semestre de 2008 outro projeto envolvendo a sexualidade dos jovens. Alunos do primeiro ano do Ensino Médio receberão informações sobre como evitar a gravidez precoce dentro do currículo de biologia. Cerca de 600 mil alunos de 3.600 escolas receberão o projeto.
CONTESTAÇÃO
Psicólogos, pedagogos e professores questionam o novo projeto da Secretaria. O medo de todos é a forma como isto será abordado em sala e se haverá ou não preparação dos professores para acumular mais esta responsabilidade.
A psicóloga Rosângela Salata afirma que a idéia de inserir orientação sexual nas escolas é excelente, mas teme que isso seja tratado de forma mecânica, pois os professores terão um material pronto e talvez não recebam preparação ou treinamento para o trabalho. “Corre o risco de os professores abordarem o tema com uma linguagem que não desperte o interesse dos alunos”, comenta.
A psicóloga Valderez G. Marques concorda e acrescenta que um tema tão delicado como este não pode ser programado; ele deve responder às dúvidas dos alunos.
“Os assuntos abordados devem ser do interesse do aluno e não de uma matéria preestabelecida”. Valderez ainda acrescenta que a aula de sexualidade deve ser abordada desde o Ensino Fundamental, mas com um acompanhamento dos pais. “A família sempre deve estar encampada nos projetos escolares e em temas como orientação sexual deve haver uma pessoa específica para tratar o assunto”.
A pedagoga Tatiane Cristina Bianchini comenta do despreparo dos professores para trabalhar a questão em sala de aula. “Os professores não recebem preparo no curso de formação para trabalhar isto. Não tem disciplina de orientação sexual nos cursos de graduação”. E teme que as aulas sejam realizadas de forma “biologizantes”, apenas no aspecto físico, sem considerar o lado afetivo da sexualidade. “A gravidez é abordada de forma mitificada, devido à falta de formação. Os professores falam de acordo com a experiência pessoal de cada um”.
A.L., professora eventual de português na rede estadual de ensino em Rio Claro e na rede municipal em Santa Gertrudes conta que o assunto está sendo debatido entre os professores, mas ainda não houve nenhuma informação oficial. O comentário geral entre os professores é que eles se sentem incapacitados para trabalhar estes conteúdos em sala. “Ainda não sabemos quando e nem como vamos trabalhar orientação sexual. O estado ficou de mandar o material, mas acredito que isto entre em vigor o ano que vem. Estou com medo desse trabalho porque não conheço muito sobre o assunto”.
CUIDADO EXTRA
Para as profissionais entrevistadas pelo JORNAL REGIONAL o ideal seria a presença de alguém habilitado para o trabalho, pois os professores já estão sobrecarregados de funções e delegar a eles a função de trabalhar orientação sexual na sala de aula seria atribuir mais um encargo que pode não ser cumprido.
“O projeto é interessante desde que os professores sejam capacitados para isso, ou que tenha alguém responsável para trabalhar com os alunos”, ressalta a professora A.L. Ela comenta que sente falta de uma psicóloga na escola para dar apoio tanto para alunos e professores. “Em Santa Gertrudes ainda tem o NAE (Núcleo de Atendimento Educacional), que nos auxilia em muitos pontos”.
Rosângela Salata afirma, ainda, que todo professor deveria ter direito a psicoterapia, ter um suporte de trabalho, por ser uma atividade que lida com muitas relações pessoais.
DIVERSIDADE SEXUAL
A iniciativa do governo em trabalhar a diversidade sexual em sala de aula veio de uma reivindicação entregue ao presidente Lula na 1ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transsexuais, realizada na capital federal em junho deste ano (leia texto nesta página).
Para Tatiane Cristina Bianchini o homossexualismo é uma questão delicada para se trabalhar, até porque alunos de 5ª a 8ª série não têm a sexualidade definida, a maioria acaba assumindo sua opção sexual depois do ensino médio. “São assuntos que devem ser trabalhados de jeito sério, para coibir as risadas e brincadeiras”.
Z FOTOS SEXUAL SALA
Alunos terão aula de orientação sexual com ênfase na opção e gravidez precoce
SEXUAL SECRETARIA
Maria Helena Guimarães da Costa, secretaria de Educação do Estado de São Paulo
Serão confeccionados materiais de apoio, como folders, livros e vídeos educativos, para utilização em oficinas das escolas. Todas as 5.500 escolas estaduais receberão os materiais, a serem utilizados com os alunos.
O projeto segue recomendação do Ministério da Educação de abordar a diversidade sexual em escolas. Já em outubro a Secretaria abordará o tema com educadores da rede, em encontros presenciais e vídeos-conferência, para que tratem o assunto de forma interdisciplinar, além de acompanharem a implantação do programa nas escolas.
A idéia é que se criem espaços comunitários informais para discussão e reflexão de temas pertinentes ao projeto, envolvendo centros de saúde, ONGs, associações comunitárias e outras entidades que desenvolvam ações sobre o tema.
Além de diversidade sexual, a Secretaria irá abordar prevenção a drogas, doenças sexualmente transmissíveis e gravidez na adolescência. Estes três temas já fazem parte do projeto “Prevenção também se ensina”, que incluirá a diversidade sexual.
A Secretaria de Estado da Educação implanta já no segundo semestre de 2008 outro projeto envolvendo a sexualidade dos jovens. Alunos do primeiro ano do Ensino Médio receberão informações sobre como evitar a gravidez precoce dentro do currículo de biologia. Cerca de 600 mil alunos de 3.600 escolas receberão o projeto.
CONTESTAÇÃO
Psicólogos, pedagogos e professores questionam o novo projeto da Secretaria. O medo de todos é a forma como isto será abordado em sala e se haverá ou não preparação dos professores para acumular mais esta responsabilidade.
A psicóloga Rosângela Salata afirma que a idéia de inserir orientação sexual nas escolas é excelente, mas teme que isso seja tratado de forma mecânica, pois os professores terão um material pronto e talvez não recebam preparação ou treinamento para o trabalho. “Corre o risco de os professores abordarem o tema com uma linguagem que não desperte o interesse dos alunos”, comenta.
A psicóloga Valderez G. Marques concorda e acrescenta que um tema tão delicado como este não pode ser programado; ele deve responder às dúvidas dos alunos.
“Os assuntos abordados devem ser do interesse do aluno e não de uma matéria preestabelecida”. Valderez ainda acrescenta que a aula de sexualidade deve ser abordada desde o Ensino Fundamental, mas com um acompanhamento dos pais. “A família sempre deve estar encampada nos projetos escolares e em temas como orientação sexual deve haver uma pessoa específica para tratar o assunto”.
A pedagoga Tatiane Cristina Bianchini comenta do despreparo dos professores para trabalhar a questão em sala de aula. “Os professores não recebem preparo no curso de formação para trabalhar isto. Não tem disciplina de orientação sexual nos cursos de graduação”. E teme que as aulas sejam realizadas de forma “biologizantes”, apenas no aspecto físico, sem considerar o lado afetivo da sexualidade. “A gravidez é abordada de forma mitificada, devido à falta de formação. Os professores falam de acordo com a experiência pessoal de cada um”.
A.L., professora eventual de português na rede estadual de ensino em Rio Claro e na rede municipal em Santa Gertrudes conta que o assunto está sendo debatido entre os professores, mas ainda não houve nenhuma informação oficial. O comentário geral entre os professores é que eles se sentem incapacitados para trabalhar estes conteúdos em sala. “Ainda não sabemos quando e nem como vamos trabalhar orientação sexual. O estado ficou de mandar o material, mas acredito que isto entre em vigor o ano que vem. Estou com medo desse trabalho porque não conheço muito sobre o assunto”.
CUIDADO EXTRA
Para as profissionais entrevistadas pelo JORNAL REGIONAL o ideal seria a presença de alguém habilitado para o trabalho, pois os professores já estão sobrecarregados de funções e delegar a eles a função de trabalhar orientação sexual na sala de aula seria atribuir mais um encargo que pode não ser cumprido.
“O projeto é interessante desde que os professores sejam capacitados para isso, ou que tenha alguém responsável para trabalhar com os alunos”, ressalta a professora A.L. Ela comenta que sente falta de uma psicóloga na escola para dar apoio tanto para alunos e professores. “Em Santa Gertrudes ainda tem o NAE (Núcleo de Atendimento Educacional), que nos auxilia em muitos pontos”.
Rosângela Salata afirma, ainda, que todo professor deveria ter direito a psicoterapia, ter um suporte de trabalho, por ser uma atividade que lida com muitas relações pessoais.
DIVERSIDADE SEXUAL
A iniciativa do governo em trabalhar a diversidade sexual em sala de aula veio de uma reivindicação entregue ao presidente Lula na 1ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transsexuais, realizada na capital federal em junho deste ano (leia texto nesta página).
Para Tatiane Cristina Bianchini o homossexualismo é uma questão delicada para se trabalhar, até porque alunos de 5ª a 8ª série não têm a sexualidade definida, a maioria acaba assumindo sua opção sexual depois do ensino médio. “São assuntos que devem ser trabalhados de jeito sério, para coibir as risadas e brincadeiras”.
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Alunos terão aula de orientação sexual com ênfase na opção e gravidez precoce
SEXUAL SECRETARIA
Maria Helena Guimarães da Costa, secretaria de Educação do Estado de São Paulo
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
“Projeto Paraíba” atende 200 famílias
REGIÃO
Desenvolvido pela Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministério Belém, o “Projeto Paraíba” prevê a arrecadação de roupas, calçados e alimentos para famílias carentes do sertão da Paraíba.
A Igreja desenvolve um trabalho com doze missionários espalhados pelo mundo todo, a intenção é disseminar a fé e ajudar a quem precisa. Os missionários são responsáveis por informar os locais mais críticos, onde a ajuda é urgente.
Os donativos serão enviados na segunda quinzena de outubro. A Igreja solicita, também, a colaboração de empresas com uma contribuição financeira para as despesas de envio destes donativos, como gastos de transporte e alimentação de pessoas treinadas para o serviço de atendimento e entrega na Paraíba.
Márcio Côcco, coordenador de marketing, afirma que mais de 200 famílias serão beneficiadas com os donativos. Para comprovar a seriedade do trabalho, a entrega dos donativos será filmada e um documentário será produzido.
As doações podem ser feitas em vários pontos de Rio Claro: papelaria Papyrus, Bape – móveis para escritórios, Pazetto Noivas, Drogaria Farmazul, Agropecuária Contato, 100% Gospel, Electron – comércio e instalações elétricas, Jog Music, Sport Bike e Refidim Kids, na Emiare Gallerie.
Z FOTOS
Igreja
A Assembléia de Deus Ministério Belém conta com 24 congregações em Rio Claro e seis na região
Desenvolvido pela Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministério Belém, o “Projeto Paraíba” prevê a arrecadação de roupas, calçados e alimentos para famílias carentes do sertão da Paraíba.
A Igreja desenvolve um trabalho com doze missionários espalhados pelo mundo todo, a intenção é disseminar a fé e ajudar a quem precisa. Os missionários são responsáveis por informar os locais mais críticos, onde a ajuda é urgente.
Os donativos serão enviados na segunda quinzena de outubro. A Igreja solicita, também, a colaboração de empresas com uma contribuição financeira para as despesas de envio destes donativos, como gastos de transporte e alimentação de pessoas treinadas para o serviço de atendimento e entrega na Paraíba.
Márcio Côcco, coordenador de marketing, afirma que mais de 200 famílias serão beneficiadas com os donativos. Para comprovar a seriedade do trabalho, a entrega dos donativos será filmada e um documentário será produzido.
As doações podem ser feitas em vários pontos de Rio Claro: papelaria Papyrus, Bape – móveis para escritórios, Pazetto Noivas, Drogaria Farmazul, Agropecuária Contato, 100% Gospel, Electron – comércio e instalações elétricas, Jog Music, Sport Bike e Refidim Kids, na Emiare Gallerie.
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Igreja
A Assembléia de Deus Ministério Belém conta com 24 congregações em Rio Claro e seis na região
Parla ITALIANO?
Há 23 anos a “Societá Italiana di Beneficenza”, ou Sociedade Italiana de Rio Claro, oferece aulas de língua italiana para a comunidade. Além das aulas, também é responsável pelo fornecimento da cidadania italiana e presta auxílio para pensionistas italianos.
Hoje o curso de italiano conta com cinco professores e aproximadamente 80 alunos. “Tínhamos quatro professores, mas teremos que contratar mais um, a procura está sendo grande”, acrescenta o presidente da Sociedade, Antonio Cirigliano. O aumento na procura pelo curso provém de grandes investimentos italianos na região, principalmente nas cerâmicas, exigindo que mais pessoas saibam o idioma. São inúmeras as empresas que formam grupos de funcionários para freqüentar o curso na Sociedade Italiana. Os equipamentos e máquinas são, na sua maioria, provenientes da Itália e seus manuais são no idioma de origem e exigem dos profissionais das empresas o domínio da língua.
NOVA SEDE
“Provavelmente até a metade de 2009 o novo prédio esteja pronto”, conta Cirigliano. A “nova” sede da Sociedade Italiana abrigará um prédio, um novo salão de festas e novas salas de aula. Para o conselheiro Santino Pajola, o melhor da nova sede será voltar com as festas e as confraternizações, paralisadas há dois anos em virtude das obras: “Estamos sem lugar para as festas, ultimamente estamos só participando da Festa das Nações”, diz.
O novo salão de festas contará com uma área de 500 metros quadrados, cozinha, banheiros e uma sala de enfermagem. “A fachada e as duas salas da entrada serão mantidas. Para conservar a memória da Sociedade, se derrubasse tudo não seria mais a mesma, as pessoas iriam achar que não existia mais a Sociedade”, diz o presidente.
A “Societá Italiana di Beneficenza” foi fundada em 1981, pelo primeiro grupo de italianos que chegou em Rio Claro. Hoje, a Sociedade está entre as quatro mais antigas do país. No município a Sociedade Italiana e a Japonesa foram as únicas que restaram.
Desde que foi fundada, a sociedade sempre procurou manter um plano de atividades que promovesse a cultura italiana. O primeiro local em que a Sociedade funcionou foi em um casarão do século passado, localizado na Rua 8, entre as Avenidas 10 e 12. Mudou-se para a Rua 3, Avenidas 3 e 5, fixando-se em 1957 na Rua 4 nº1334.
Em virtude da reforma na sede oficial, a Sociedade Italiana está funcionando em uma casa localizada à frente da antiga sede, Rua 4, Avenidas 4 e 6. Mais informações sobre o curso de italiano e cidadania italiana podem ser obtidas pelo telefone 3524-3022.
Z FOTOS
Itália007
Antonio Cirigliano, presidente e Santino Pajola, conselheiro, mostram a entrada do prédio antigo que será preservada
Italia009
Antigo prédio da Sociedade Italiana dará abrigo a um prédio e um novo salão de festas, mantendo as características da antiga construção
Hoje o curso de italiano conta com cinco professores e aproximadamente 80 alunos. “Tínhamos quatro professores, mas teremos que contratar mais um, a procura está sendo grande”, acrescenta o presidente da Sociedade, Antonio Cirigliano. O aumento na procura pelo curso provém de grandes investimentos italianos na região, principalmente nas cerâmicas, exigindo que mais pessoas saibam o idioma. São inúmeras as empresas que formam grupos de funcionários para freqüentar o curso na Sociedade Italiana. Os equipamentos e máquinas são, na sua maioria, provenientes da Itália e seus manuais são no idioma de origem e exigem dos profissionais das empresas o domínio da língua.
NOVA SEDE
“Provavelmente até a metade de 2009 o novo prédio esteja pronto”, conta Cirigliano. A “nova” sede da Sociedade Italiana abrigará um prédio, um novo salão de festas e novas salas de aula. Para o conselheiro Santino Pajola, o melhor da nova sede será voltar com as festas e as confraternizações, paralisadas há dois anos em virtude das obras: “Estamos sem lugar para as festas, ultimamente estamos só participando da Festa das Nações”, diz.
O novo salão de festas contará com uma área de 500 metros quadrados, cozinha, banheiros e uma sala de enfermagem. “A fachada e as duas salas da entrada serão mantidas. Para conservar a memória da Sociedade, se derrubasse tudo não seria mais a mesma, as pessoas iriam achar que não existia mais a Sociedade”, diz o presidente.
A “Societá Italiana di Beneficenza” foi fundada em 1981, pelo primeiro grupo de italianos que chegou em Rio Claro. Hoje, a Sociedade está entre as quatro mais antigas do país. No município a Sociedade Italiana e a Japonesa foram as únicas que restaram.
Desde que foi fundada, a sociedade sempre procurou manter um plano de atividades que promovesse a cultura italiana. O primeiro local em que a Sociedade funcionou foi em um casarão do século passado, localizado na Rua 8, entre as Avenidas 10 e 12. Mudou-se para a Rua 3, Avenidas 3 e 5, fixando-se em 1957 na Rua 4 nº1334.
Em virtude da reforma na sede oficial, a Sociedade Italiana está funcionando em uma casa localizada à frente da antiga sede, Rua 4, Avenidas 4 e 6. Mais informações sobre o curso de italiano e cidadania italiana podem ser obtidas pelo telefone 3524-3022.
Z FOTOS
Itália007
Antonio Cirigliano, presidente e Santino Pajola, conselheiro, mostram a entrada do prédio antigo que será preservada
Italia009
Antigo prédio da Sociedade Italiana dará abrigo a um prédio e um novo salão de festas, mantendo as características da antiga construção
Escola “Ulysses” recebe novas salas
IPEÚNA
Acontece nesta segunda-feira (4) a entrega de cinco novas salas de aula na EMEF “Dr. Ulysses Guimarães”. A solenidade terá início às 16 horas e as salas estarão abertas à visitação até as 19 horas.
As salas abrigarão as turmas do primeiro e segundo ano, de acordo com a vice-diretora Claudia Santos. A ampliação era necessária para melhor abrigar os alunos: “Agora teremos a possibilidade de ter salas ambiente e acomodar melhor os profissionais que trabalham conosco, como a psicóloga, dentista, pedagoga”.
As aulas nas novas salas já iniciam na terça-feira. Hoje a EMEF abriga 577 alunos de primeiro ao quinto ano e 90 alunos do EJA (Ensino para Jovens e Adultos) da primeira a oitava série.
A escola deve receber também um anfiteatro, a obra, já licitada, tem início este mês. O secretário e engenheiro de obras Paulo Roberto de Lima conta que o Centro Cultural e anfiteatro terão capacidade para 280 pessoas, tendo uma porta de acesso entre ele e a escola e, também, outra para acesso da população. “Será um lugar ideal para exibições de teatro, música e dança, tanto para os alunos quanto para a comunidade”, acrescenta.
HOSPITAL
Outra obra, que deve ser inaugurada em um mês, é a ampliação da Unidade de Saúde. Já em fase de acabamento a obra de 240 metros quadrados aguarda o acabamento e a pintura. O local abrigará três leitos masculinos, três femininos e três infantis; e, ainda, um quarto de isolamento para doenças infecciosas.
CASA DO IDOSO
Em andamento encontram-se as obras da Casa do Idoso. A previsão é de inauguração em novembro. A obra de 630 mil reais terá 20 leitos e a previsão é de empregue oito funcionários.
ASFALTO
Via de acesso, Portal dos Nobres, Mini Distrito Industrial II e algumas áreas centrais receberam asfalto novo. Em alguns trechos o trabalho já foi concluído.
Em face de algumas reclamações referentes ao asfaltamento do Portal dos Nobres, o secretário e engenheiro de obras Paulo Roberto de Lima esclarece que o asfalto na região foi feito conforme a verba disponível da prefeitura. “No local há problemas com a umidade do solo, que não foi observada na época da construção; deveria ser feita uma drenagem do solo antes de asfaltar. O ideal seria refazer tudo, mas não temos recurso”, conta.
O prefeito Marcos Bueno (PSDB) acrescenta que foi até mesmo difícil encontrar empresas que aceitassem fazer o serviço; das oito procuradas apenas duas se interessaram: “Elas sabiam que o serviço iria ficar ruim, porque tem que ser refeito todo o asfalto, com drenagem. O asfalto está dentro das especificações, mas não ficará cem por cento, por esse problema antigo do local”.
RODOVIÁRIA
Em licitação, a construção da rodoviária deve ter início, também, este mês. Construída inteiramente com recursos do município, a rodoviária terá 620 metros quadrados.
Z FOTOS
Ipeuna(14)
Cinco novas salas de aula serão inauguradas nesta segunda-feira
Ipeuna(23)
Via de acesso recebeu asfalto novo
Acontece nesta segunda-feira (4) a entrega de cinco novas salas de aula na EMEF “Dr. Ulysses Guimarães”. A solenidade terá início às 16 horas e as salas estarão abertas à visitação até as 19 horas.
As salas abrigarão as turmas do primeiro e segundo ano, de acordo com a vice-diretora Claudia Santos. A ampliação era necessária para melhor abrigar os alunos: “Agora teremos a possibilidade de ter salas ambiente e acomodar melhor os profissionais que trabalham conosco, como a psicóloga, dentista, pedagoga”.
As aulas nas novas salas já iniciam na terça-feira. Hoje a EMEF abriga 577 alunos de primeiro ao quinto ano e 90 alunos do EJA (Ensino para Jovens e Adultos) da primeira a oitava série.
A escola deve receber também um anfiteatro, a obra, já licitada, tem início este mês. O secretário e engenheiro de obras Paulo Roberto de Lima conta que o Centro Cultural e anfiteatro terão capacidade para 280 pessoas, tendo uma porta de acesso entre ele e a escola e, também, outra para acesso da população. “Será um lugar ideal para exibições de teatro, música e dança, tanto para os alunos quanto para a comunidade”, acrescenta.
HOSPITAL
Outra obra, que deve ser inaugurada em um mês, é a ampliação da Unidade de Saúde. Já em fase de acabamento a obra de 240 metros quadrados aguarda o acabamento e a pintura. O local abrigará três leitos masculinos, três femininos e três infantis; e, ainda, um quarto de isolamento para doenças infecciosas.
CASA DO IDOSO
Em andamento encontram-se as obras da Casa do Idoso. A previsão é de inauguração em novembro. A obra de 630 mil reais terá 20 leitos e a previsão é de empregue oito funcionários.
ASFALTO
Via de acesso, Portal dos Nobres, Mini Distrito Industrial II e algumas áreas centrais receberam asfalto novo. Em alguns trechos o trabalho já foi concluído.
Em face de algumas reclamações referentes ao asfaltamento do Portal dos Nobres, o secretário e engenheiro de obras Paulo Roberto de Lima esclarece que o asfalto na região foi feito conforme a verba disponível da prefeitura. “No local há problemas com a umidade do solo, que não foi observada na época da construção; deveria ser feita uma drenagem do solo antes de asfaltar. O ideal seria refazer tudo, mas não temos recurso”, conta.
O prefeito Marcos Bueno (PSDB) acrescenta que foi até mesmo difícil encontrar empresas que aceitassem fazer o serviço; das oito procuradas apenas duas se interessaram: “Elas sabiam que o serviço iria ficar ruim, porque tem que ser refeito todo o asfalto, com drenagem. O asfalto está dentro das especificações, mas não ficará cem por cento, por esse problema antigo do local”.
RODOVIÁRIA
Em licitação, a construção da rodoviária deve ter início, também, este mês. Construída inteiramente com recursos do município, a rodoviária terá 620 metros quadrados.
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Cinco novas salas de aula serão inauguradas nesta segunda-feira
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Via de acesso recebeu asfalto novo
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