Dos anos 70 pra cá grande parte das mulheres abandonou o lar e rumou para as indústrias, empresas e comércio. Começava ai a dupla jornada feminina.
No Brasil, 30 anos atrás, as mulheres eram as típicas figuras femininas, criadas e educadas para viverem e doarem-se exclusivamente para o lar. Cabia ao homem, manter as estruturas financeiras da família. A independência da mulher já vinha se mostrando há um tempo, e hoje, são elas que dominam o cenário empresarial.
“Não duvido muito que daqui a pouco teremos mulheres presidentes, elas já são vereadoras, prefeitas, e ainda por cima, mães”, comenta a socióloga Renata Nascimento Silva. A independência da mulher trouxe para a sociedade uma grande reviravolta na constituição da família. Começavam ai as duplas ou triplas jornadas femininas. O trabalho doméstico, sempre subjugado à mulher, nunca teve status de serviço ou emprego, cabe sempre a ela manter o lar organizado, os filhos asseados e a comida em perfeito estado.
Se ela não está em casa o tempo todo para cuidar disto, como será? O resultado é o que podemos observar hoje, mulheres realizadas profissionalmente, mas cansadas, doentes, com elevados índices de stress, infarto e hipertensão. “Deveria existir acordo entre homens e mulheres em dividir os trabalhos do lar, mas isso pouco acontece. As crianças desde cedo já são criadas para isto. As meninas recebem bonecas para treinarem a maternidade desde cedo”, acrescenta Renata. O que se pode perceber é uma mudança na realidade familiar, mas estagnação na forma de criar os filhos.
Ausência da paternidade
A mulher moderna é mãe e pai ao mesmo tempo. De acordo com Renata, hoje, se fala em ‘Poligamia Seqüencial’, são pais que se casam diversas vezes, e ao terminar o casamento acreditam que acaba a paternidade também. “É a ausência de uma paternidade responsável, fica tudo a cargo da mãe”. Aproximadamente, 40% das mulheres no terceiro mundo são chefes de famílias, sustentam a casa e são parte da população mais pobre.
A falta da convivência
A mãe no trabalho, a ausência da paternidade e os filhos sem rumo. A falta de convivência, aos poucos, vai gerando jovens enclausurados. “Em casa, cada um está em um canto, cada um no seu quarto com televisão, internet, dvd, comendo no bandejão do microondas. A família não conversa mais”, lembra Renata, que menciona esse fenômeno como ‘toca das casas’. Por vezes, são ausências que tentam ser compensadas com presentes, o que cria cada vez mais jovens violentos, a exemplo dos pit boys. (Vivian Guilherme).
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Uma mãezona
Gabriele M. P. Campos é coordenadora, há três anos, do Educandário Santa Maria Goretti, em Rio Claro. Além de mãe de uma menina de nove anos, Gabriele é a ‘mãezona’ das 14 meninas que, hoje, moram no abrigo.
O Educandário abriga meninas entre 12 e 18 anos, retiradas de suas famílias por meio judicial, devido maus tratos, problemas financeiros ou falta de condições para criação. As meninas convivem como uma grande família, todas freqüentam a escola, fazem cursos através de bolsas, como inglês, informática e dança.
Cabe à Gabriele acompanhar os estudos, auxiliar nas tarefas, agendar e acompanhar em consultas médicas, além do carinho nas conversas, na cumplicidade e até dicas de roupas. “Somos uma grande família realmente, as meninas convivem como irmãs, eu supervisiono tudo e todos os funcionários também fazem parte”, diz Gabriele.
Para Maristela Cassiano, de 16 anos, a coordenadora é como uma segunda mãe e estar no abrigo proporcionou mais oportunidades. Exemplo disso é Kely Regina Rodrigues Teles, de 15 anos, que já fez curso de inglês, datilografia, dança do ventre, bordado, pintura, e ainda freqüenta as aulas na escola “Marciano”. “Aqui temos até um pouco mais que uma família normal”, diz Kely.
Gabriele conta que o número de meninas é oscilante, Há sempre meninas saindo e entrando. “Não perco o contato com nenhuma, e quando sei que algo não vai bem com elas lá fora eu procuro e dou opinião”, diz.
O Educandário abriga meninas entre 12 e 18 anos, retiradas de suas famílias por meio judicial, devido maus tratos, problemas financeiros ou falta de condições para criação. As meninas convivem como uma grande família, todas freqüentam a escola, fazem cursos através de bolsas, como inglês, informática e dança.
Cabe à Gabriele acompanhar os estudos, auxiliar nas tarefas, agendar e acompanhar em consultas médicas, além do carinho nas conversas, na cumplicidade e até dicas de roupas. “Somos uma grande família realmente, as meninas convivem como irmãs, eu supervisiono tudo e todos os funcionários também fazem parte”, diz Gabriele.
Para Maristela Cassiano, de 16 anos, a coordenadora é como uma segunda mãe e estar no abrigo proporcionou mais oportunidades. Exemplo disso é Kely Regina Rodrigues Teles, de 15 anos, que já fez curso de inglês, datilografia, dança do ventre, bordado, pintura, e ainda freqüenta as aulas na escola “Marciano”. “Aqui temos até um pouco mais que uma família normal”, diz Kely.
Gabriele conta que o número de meninas é oscilante, Há sempre meninas saindo e entrando. “Não perco o contato com nenhuma, e quando sei que algo não vai bem com elas lá fora eu procuro e dou opinião”, diz.
Bem educar...
E agora, como criar o meu filho?
Depois da maternidade as dúvidas começam: devo proibir? Devo deixar? O que dizer agora? Como dividir o meu tempo entre a criança e o trabalho? Não existe fórmula, receita, tampouco manual de instruções, a questão agora é pensar com o coração e sempre ponderar antes de tomar qualquer atitude.
A psicóloga Valderez S. G. Marques alerta para a necessidade de se equilibrar o “sim” e o “não”. Ela trabalha há 28 anos na área clínica e educacional, é mãe de três filhos, entre eles um casal de gêmeos. “Não podemos exigir que sejam pequenos adultos, é necessário impor limites, falar ‘não’ é muito importante. É uma forma de dar atenção, de mostrar preocupação e carinho, é melhor do que ser indiferente”, diz.
A questão é que nos tempos atuais em que a mulher tem pouco tempo para ficar com as crianças, a ausência é compensada com o “sim”, deixando-a fazer o que quer. O tempo para convivência familiar é menor, sim, mas deve-se dar valor para os poucos momentos em que há aproximação. “Temos que nos preocupar com a qualidade e não a quantidade. Tempo para escutar as queixas, saber o que acontece na escola, quem são os amigos, com quem brinca, acompanhar o desempenho escolar, para poder orientar. Tentar ter pelo menos uma horinha para dedicar-se exclusivamente à criança”, diz Valderez.
Saber onde seu filho está, com está saindo e impor horários para chegar ou sair é importante para manter uma disciplina, coisas que serão cobradas dele na vida adulta, pois a sociedade é feita de regras e limites. E isso tudo sem esquecer que um dia você também já foi criança e adolescente, oprimir demais também pode ser desastroso.
Gilberta Teixeira Vassoler é mãe há apenas quatro meses, também psicóloga, destaca que a criança precisa ter um porto seguro, um lugar onde se sinta protegida, e o melhor local é o lar. “Independente de como se estrutura a família, a criança necessita de um lugar em que encontre abrigo, e se sinta segura”.
Outro ponto muito esquecido pelas mulheres é que, ao assumirem todas as funções da casa, do trabalho e da família em si, acabam ocupando o espaço que seria do pai. Quando há a ausência dele é realmente necessário, mas quando há é muito importante que ele tenha seu espaço nesta relação afetiva. “Eu percebo que a mulher acaba assumindo tudo, e o pai fica de escanteio. A mãe deve aproveitar isso, e deixá-lo ser mais ativo nessa relação, participar mais, dar espaço para que convivam mais e que estabeleçam um vínculo igualmente importante”, ressalta Gilberta.
Nos tempos atuais existem fatores que são imprescindíveis na educação, a sociedade está em tempos de mudanças, na criação dos filhos é necessário trabalhar a questão do preconceito, que é falada, mas muito pouco praticada. Ensinar a aceitação das diferenças e compreender que os tempos são outros e muita coisa mudou. Também, reforçar a busca da paz de espírito, da tranqüilidade e não a busca desenfreada pela materialidade, hoje os jovens estão cada vez mais fúteis, buscando ter e pouco ser. É necessário trabalhar o lado humano das crianças.
Depois da maternidade as dúvidas começam: devo proibir? Devo deixar? O que dizer agora? Como dividir o meu tempo entre a criança e o trabalho? Não existe fórmula, receita, tampouco manual de instruções, a questão agora é pensar com o coração e sempre ponderar antes de tomar qualquer atitude.
A psicóloga Valderez S. G. Marques alerta para a necessidade de se equilibrar o “sim” e o “não”. Ela trabalha há 28 anos na área clínica e educacional, é mãe de três filhos, entre eles um casal de gêmeos. “Não podemos exigir que sejam pequenos adultos, é necessário impor limites, falar ‘não’ é muito importante. É uma forma de dar atenção, de mostrar preocupação e carinho, é melhor do que ser indiferente”, diz.
A questão é que nos tempos atuais em que a mulher tem pouco tempo para ficar com as crianças, a ausência é compensada com o “sim”, deixando-a fazer o que quer. O tempo para convivência familiar é menor, sim, mas deve-se dar valor para os poucos momentos em que há aproximação. “Temos que nos preocupar com a qualidade e não a quantidade. Tempo para escutar as queixas, saber o que acontece na escola, quem são os amigos, com quem brinca, acompanhar o desempenho escolar, para poder orientar. Tentar ter pelo menos uma horinha para dedicar-se exclusivamente à criança”, diz Valderez.
Saber onde seu filho está, com está saindo e impor horários para chegar ou sair é importante para manter uma disciplina, coisas que serão cobradas dele na vida adulta, pois a sociedade é feita de regras e limites. E isso tudo sem esquecer que um dia você também já foi criança e adolescente, oprimir demais também pode ser desastroso.
Gilberta Teixeira Vassoler é mãe há apenas quatro meses, também psicóloga, destaca que a criança precisa ter um porto seguro, um lugar onde se sinta protegida, e o melhor local é o lar. “Independente de como se estrutura a família, a criança necessita de um lugar em que encontre abrigo, e se sinta segura”.
Outro ponto muito esquecido pelas mulheres é que, ao assumirem todas as funções da casa, do trabalho e da família em si, acabam ocupando o espaço que seria do pai. Quando há a ausência dele é realmente necessário, mas quando há é muito importante que ele tenha seu espaço nesta relação afetiva. “Eu percebo que a mulher acaba assumindo tudo, e o pai fica de escanteio. A mãe deve aproveitar isso, e deixá-lo ser mais ativo nessa relação, participar mais, dar espaço para que convivam mais e que estabeleçam um vínculo igualmente importante”, ressalta Gilberta.
Nos tempos atuais existem fatores que são imprescindíveis na educação, a sociedade está em tempos de mudanças, na criação dos filhos é necessário trabalhar a questão do preconceito, que é falada, mas muito pouco praticada. Ensinar a aceitação das diferenças e compreender que os tempos são outros e muita coisa mudou. Também, reforçar a busca da paz de espírito, da tranqüilidade e não a busca desenfreada pela materialidade, hoje os jovens estão cada vez mais fúteis, buscando ter e pouco ser. É necessário trabalhar o lado humano das crianças.
O GRANDE DIA
Depois de passar 40 semanas carregando o bebê em sua barriga, a parte mais difícil chegou - o trabalho de parto está começando. Exceto que uma cesariana seja necessária, toda mulher vai passar por essa experiência. E embora o parto seja um dos momentos mais bonitos de toda a gravidez, é também o momento mais temido pela maioria das mulheres.
Cesárea ou parto normal?A escolha por parto normal ou cesárea é um dilema que costuma atormentar muitas grávidas ansiosas pela melhor maneira de trazer o filho ao mundo. O tema é polêmico e chega a suscitar grandes discussões, principalmente pelo fato de, no Brasil, muitas mães optarem pela cesariana em detrimento do parto normal. Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) mostram que as taxas de parto por cesáreas praticadas por planos e seguros de saúde no Brasil atingem o índice de 80%. Embora o número de cesarianas praticadas na cidade de Rio Claro seja menor, de acordo com dados da Maternidade da Santa Casa de Misericórdia, são realizados 70 partos normais e 57 cesáreas por mês.
É preciso levar em conta o que será melhor para a saúde da gestante e do bebê. A paciente, ao longo da gestação, precisa avaliar todos os aspectos que envolverão o momento de dar à luz, inclusive a famosa dor do parto, um dos principais motivos que levam mães a optarem antecipadamente pela cesárea.
O parto normal é, de fato, mais natural, a criança tende a respirar melhor e a amamentação acontecerá logo após o nascimento. Tolerância e paciência para aguardar o momento ideal do bebê nascer também são muito importantes, já que o trabalho de parto pode durar até mais de 10 horas.
A primeira recomendação a ser dada pelos médicos deve ser a de um parto natural. Porém, existem alguns fatores que podem levar a gestante a realizar uma cirurgia cesariana, além do medo da dor e da impaciência com o tempo gasto no trabalho de parto. Fatores de risco, como hipertensão, diabetes gestacional, posicionamento do bebê na barriga (sentado ou atravessado) ou gestações gemelares geralmente levam a mãe à sala de cirurgia, ainda que, em alguns casos, seja possível realizar o parto normal.
LENDAS Apesar de hoje existirem mais fontes de informações do que há algumas décadas, algumas lendas em relação aos dois tipos de parto ainda persistem no imaginário de muitas gestantes. Uma delas é relacionada à falta de prazer sexual após o parto normal. Hoje, a anestesia do parto provoca um relaxamento muito importante na musculatura. Além de não haver prejuízo à vida da mulher após dar à luz, o parto natural tem recuperação mais rápida – em cerca de uma hora, a mãe já pode cuidar do bebê -, e muitas mulheres saem do hospital caminhando normalmente após o procedimento. Se a mulher receber pontos na região do períneo, eles cairão em uma semana.
As lendas também circundam as cirurgias cesarianas. Um dos temores mais comuns, por exemplo, é relacionado à raquianestesia – mulheres com este tipo de anestesia não poderiam levantar a cabeça, sob o risco de sentirem uma dor intensa e insuportável. Luiz Fernando tranqüiliza as mulheres em relação a este suposto risco. Estes casos são raríssimos e já se tornaram mais um mito. O repouso após a cesárea também não precisa ser exagerado. É uma recuperação mais lenta nas primeiras 48 horas, mas, após este tempo, a mãe pode ficar mais tranqüila.
Com informações: www.afamiliacresceu.com.br e Maternidade da Santa Casa de Misericórdia.
Cesárea ou parto normal?A escolha por parto normal ou cesárea é um dilema que costuma atormentar muitas grávidas ansiosas pela melhor maneira de trazer o filho ao mundo. O tema é polêmico e chega a suscitar grandes discussões, principalmente pelo fato de, no Brasil, muitas mães optarem pela cesariana em detrimento do parto normal. Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) mostram que as taxas de parto por cesáreas praticadas por planos e seguros de saúde no Brasil atingem o índice de 80%. Embora o número de cesarianas praticadas na cidade de Rio Claro seja menor, de acordo com dados da Maternidade da Santa Casa de Misericórdia, são realizados 70 partos normais e 57 cesáreas por mês.
É preciso levar em conta o que será melhor para a saúde da gestante e do bebê. A paciente, ao longo da gestação, precisa avaliar todos os aspectos que envolverão o momento de dar à luz, inclusive a famosa dor do parto, um dos principais motivos que levam mães a optarem antecipadamente pela cesárea.
O parto normal é, de fato, mais natural, a criança tende a respirar melhor e a amamentação acontecerá logo após o nascimento. Tolerância e paciência para aguardar o momento ideal do bebê nascer também são muito importantes, já que o trabalho de parto pode durar até mais de 10 horas.
A primeira recomendação a ser dada pelos médicos deve ser a de um parto natural. Porém, existem alguns fatores que podem levar a gestante a realizar uma cirurgia cesariana, além do medo da dor e da impaciência com o tempo gasto no trabalho de parto. Fatores de risco, como hipertensão, diabetes gestacional, posicionamento do bebê na barriga (sentado ou atravessado) ou gestações gemelares geralmente levam a mãe à sala de cirurgia, ainda que, em alguns casos, seja possível realizar o parto normal.
LENDAS Apesar de hoje existirem mais fontes de informações do que há algumas décadas, algumas lendas em relação aos dois tipos de parto ainda persistem no imaginário de muitas gestantes. Uma delas é relacionada à falta de prazer sexual após o parto normal. Hoje, a anestesia do parto provoca um relaxamento muito importante na musculatura. Além de não haver prejuízo à vida da mulher após dar à luz, o parto natural tem recuperação mais rápida – em cerca de uma hora, a mãe já pode cuidar do bebê -, e muitas mulheres saem do hospital caminhando normalmente após o procedimento. Se a mulher receber pontos na região do períneo, eles cairão em uma semana.
As lendas também circundam as cirurgias cesarianas. Um dos temores mais comuns, por exemplo, é relacionado à raquianestesia – mulheres com este tipo de anestesia não poderiam levantar a cabeça, sob o risco de sentirem uma dor intensa e insuportável. Luiz Fernando tranqüiliza as mulheres em relação a este suposto risco. Estes casos são raríssimos e já se tornaram mais um mito. O repouso após a cesárea também não precisa ser exagerado. É uma recuperação mais lenta nas primeiras 48 horas, mas, após este tempo, a mãe pode ficar mais tranqüila.
Com informações: www.afamiliacresceu.com.br e Maternidade da Santa Casa de Misericórdia.
Uma casa para as gestantes
A Casa da Gestante “Pascoalina Bruneli Pasternak” existe há mais de 20 anos, sendo um departamento assistencial da Casa dos Espíritas de Rio Claro, localizada na avenida 20, 695 - Santa Cruz, funcionando em sede própria desde setembro de 1989.
O objetivo principal da casa é educar gestantes carentes do município, através de cursos sobre a gestação, educação das crianças, cuidados com o bebê, noções de higiene, e diversas palestras ministradas por voluntários, entre eles, advogados, psicólogos, dentistas, entre outros.
Durante o ano são ministrados três cursos, com a duração de três meses e meio cada, e no final de cada curso as alunas recebem um enxoval completo para o bebê e uma bolsa com produtos de higiene pessoal.As aulas do curso acontecem às quartas-feiras, das 14 às 15h30. Após a aula é promovido um lanche e todas as atividades são gratuitamente abertas à comunidade.
Carla Regina de Oliveira está fazendo o curso pela quarta vez, já tem três filhos e agora está grávida de gêmeos. “O enxoval que recebemos ajuda muito, e aprendemos como cuidar de doenças, como tratar as crianças”, diz.
A Casa atende mães de baixa renda que necessitam de apoio. “Muitas vezes são mães que trabalham sem registro e vivem de bolsa família. Não tem marido, são mães solteiras ou muito jovens”, comenta Maria Elisa Buchidid Zurstrassen, que está substituindo a diretora Janete Roseira Ferro, na administração do projeto.
A Casa da Gestante não recebe auxílio de órgão algum, sobrevive de doações, promoções, algumas mensalidades e de um trabalho voluntário intenso, principalmente na confecção das peças do enxoval.
Hoje, a Casa procura voluntários e doações: “Qualquer ajuda é muito importante, desde lã, panos, carrinhos de bebê, brinquedos. Tudo que recebemos vendemos no bazar, às vezes, por R$ 0,50 só para ajudar na manutenção da casa”, lembra Maria Elisa. Quem tiver interesse em contribuir com o projeto pode entrar em contato pelo telefone 3524-4379.
O objetivo principal da casa é educar gestantes carentes do município, através de cursos sobre a gestação, educação das crianças, cuidados com o bebê, noções de higiene, e diversas palestras ministradas por voluntários, entre eles, advogados, psicólogos, dentistas, entre outros.
Durante o ano são ministrados três cursos, com a duração de três meses e meio cada, e no final de cada curso as alunas recebem um enxoval completo para o bebê e uma bolsa com produtos de higiene pessoal.As aulas do curso acontecem às quartas-feiras, das 14 às 15h30. Após a aula é promovido um lanche e todas as atividades são gratuitamente abertas à comunidade.
Carla Regina de Oliveira está fazendo o curso pela quarta vez, já tem três filhos e agora está grávida de gêmeos. “O enxoval que recebemos ajuda muito, e aprendemos como cuidar de doenças, como tratar as crianças”, diz.
A Casa atende mães de baixa renda que necessitam de apoio. “Muitas vezes são mães que trabalham sem registro e vivem de bolsa família. Não tem marido, são mães solteiras ou muito jovens”, comenta Maria Elisa Buchidid Zurstrassen, que está substituindo a diretora Janete Roseira Ferro, na administração do projeto.
A Casa da Gestante não recebe auxílio de órgão algum, sobrevive de doações, promoções, algumas mensalidades e de um trabalho voluntário intenso, principalmente na confecção das peças do enxoval.
Hoje, a Casa procura voluntários e doações: “Qualquer ajuda é muito importante, desde lã, panos, carrinhos de bebê, brinquedos. Tudo que recebemos vendemos no bazar, às vezes, por R$ 0,50 só para ajudar na manutenção da casa”, lembra Maria Elisa. Quem tiver interesse em contribuir com o projeto pode entrar em contato pelo telefone 3524-4379.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Caramujos
07/04/2008 - 14:26 - Ribeirão Preto está vivendo uma infestação de caramujos africanos. Cerca de 85% dos bairros estão infestados desse tipo de molusco, que aparece principalmente nos lugares onde há lixo e entulho. As autoridades da saúde estão em alerta, porque os caramujos podem transmitir doenças à população. No bairro onde mora o aposentado Josias Fernandes, os caramujos estão na parede, na cerca e nas folhas da horta que ele formou no terreno baldio, ao lado de casa. “Eles chegam aos montes”, disse. Mas o problema atinge outras cidades da região. Em Araraquara, o Centro de Controle de Zoonoses já registrou 50 infestações. No ano passado, entre janeiro e abril, foram 77 ocorrências. Já em Holambra, na região de Campinas, os foram encontrados em 140 pontos.Os caramujos africanos foram trazidos para o Brasil nos anos 80, para servir de alimento. Como não agradaram o paladar dos consumidores, eles foram abandonados e se tornaram uma praga urbana. Como não têm predadores naturais, eles se reproduzem sem controle, principalmente em lugares úmidos. Por viver em ambientes sujos, o caramujo pode ser contaminado pela urina de rato, e transmitir doenças que atacam o intestino e causam fortes dores de cabeça. O simples contato sem proteger as mãos é suficiente para contaminação. “Ainda não temos nenhuma notificação no Brasil desse caramujo contaminado, mas precisamos ter cuidado e nunca pegá-lo sem ter a mão protegida”, explica Maria Cláudia D´Ávilla, agente de controle de vetores.Os caramujos também podem infectar frutas e verduras. E não há como evitar ele apareça, pois não existe veneno que resolva sem prejudicar a saúde dos homens ou as plantas. Por isso, os caramujos devem se colocados em algum recipiente e levados para um posto de coleta. Em Ribeirão Preto, foram colocados contêineres nas unidades de saúde para que a população deposite os caramujos, que depois são incinerados. A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo informou que a coleta do caramujo africano é de responsabilidade do município. Portanto, os moradores que encontrarem o molusco devem se informar no controle de vetores para saber onde depositá-lo.
Balonismo
Os melhores cliques fotográficos do Open de Balonismo 2007 podem ser conferidos na exposição instalada na Praça de Alimentação do Shopping Rio Claro. O público poderá ver as melhores fotos do evento até o dia 4 de maio.
O concurso de fotografia foi realizado pelo Foto Santa Cruz, em parceria com
a Prefeitura de Rio Claro, por meio da Secretaria de Turismo, entre os dias 20 e 30 de junho de 2007. A abertura da exposição ocorreu na semana passada e também marcou o lançamento do regulamento do concurso de fotografia deste ano. O Open de Balonismo 2008 já está agendado para os dias 25 e 29 de junho.
O concurso de fotografia foi realizado pelo Foto Santa Cruz, em parceria com
a Prefeitura de Rio Claro, por meio da Secretaria de Turismo, entre os dias 20 e 30 de junho de 2007. A abertura da exposição ocorreu na semana passada e também marcou o lançamento do regulamento do concurso de fotografia deste ano. O Open de Balonismo 2008 já está agendado para os dias 25 e 29 de junho.
Vôlei estréia contra Franca
A equipemMasculina de Vôlei Juvenil de Rio Claro estréia sua participação no Campeonato do Interior de São Paulo promovido pela Associação Pró-Voleibol (APV) neste sábado (12). A partida está marcada para as 15h, no Ginásio Felipe Karan.
Segundo a comissão técnica composta por Márcio Duarte, Rafael Andrade e Márcio, a equipe vem se preparando desde o mês de fevereiro e já está em plena condição física para o jogo de estréia contra o time de Franca. A mesma equipe também irá representar a cidade nos Jogos Regionais, que serão realizados no município em Julho.
Os atletas que compõem o time são: Ricardo, Giordano, Juba, Juliano, Renato, Thiago, Rafael, Jeferson, Luiz, Arthur, Maiollo, Diego, Bruno e Túlio.
Segundo a comissão técnica composta por Márcio Duarte, Rafael Andrade e Márcio, a equipe vem se preparando desde o mês de fevereiro e já está em plena condição física para o jogo de estréia contra o time de Franca. A mesma equipe também irá representar a cidade nos Jogos Regionais, que serão realizados no município em Julho.
Os atletas que compõem o time são: Ricardo, Giordano, Juba, Juliano, Renato, Thiago, Rafael, Jeferson, Luiz, Arthur, Maiollo, Diego, Bruno e Túlio.
Wacken Open Air 2008
Cinco bandas de rock cearenses participam de seletiva para um dos maiores festivais de heavy metal do planeta, o Wacken Open Air 2008
Bandas Ark of Sin, Clamus, Just Hate, Obskure e Oráculo se apresentam na seletiva estadual, que acontece no próximo sábado, 12, de 14h às 20h, no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza, em programação gratuita ao público
FORTALEZA, 10.04.2008 – Pela primeira vez, cinco bandas cearenses de rock participam da seletiva para um dos maiores festivais de heavy metal do planeta – o Wacken Open Air 2008 (W:O:A), realizado anualmente na Alemanha. São quatro bandas de Fortaleza (Ark of Sin, Clamus, Obskure e Oráculo) e uma de Caucaia (Just Hate), município situado na região metropolitana da capital cearense.
Intitulada Wacken Metal Battle 2008 e circunscrita ao Festival BNB do Rock-Cordel, a seletiva cearense acontece no próximo sábado, 12, no período de 14h às 20h, no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 – 2º andar – Centro – fone: (85) 3464.3108). A programação tem entrada franca.
A banda vencedora da seletiva cearense seguirá para São Paulo, onde disputará com outras 13 bandas, no próximo dia 10 de maio, a etapa final que escolherá o único representante brasileiro no festival alemão em 2008.
Mais importante festival europeu de heavy metal, o megaevento germânico reunirá grupos de 22 países de quatro continentes (Europa, América, Ásia e Oceania), no período de 31 de julho a 2 de agosto deste ano, com público previsto em torno de 62 mil pessoas de todas as partes do mundo. O show principal será da banda inglesa Iron Maiden.
Do Wacken Open Air, participam bandas de heavy metal da Europa (Alemanha, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Inglaterra, Itália, Irlanda, Noruega, Polônia, Portugal, Suécia e Suíça), América (Brasil, Canadá, México e EUA), Ásia (Israel e Japão) e Oceania (Austrália).
Seletiva em Fortaleza
Gratuita ao público, a programação da Metal Battle no CCBNB-Fortaleza começa às 14 horas (sábado, dia 12), com uma troca de idéias conduzida pelo jornalista Airton Diniz, editor da revista Roadie Crew (representante do festival alemão no Brasil) e organizador das seletivas brasileiras do Wacken Open Air 2008, prosseguindo com as apresentações das bandas: Ark of Sin (15h30), Clamus (16h10), Just Hate (16h50), Obskure (17h20) e Oráculo (18h).
Na capital cearense, além de Airton Diniz, o júri da Metal Battle será formado por mais quatro especialistas em rock: Adjacy Farias – sociólogo, ex-baixista da banda Leprous (e atual da banda WAGA), produtor musical, organizador de festivais de heavy metal no município de Iguatu (CE), editor de fanzines e proprietário da importadora “Poco Loco Records”, de CDs e DVDs de rock, durante 10 anos (1988/98); Anderson Frota – baixista, fundador da extinta banda Asmodeus e colaborador do Trues Metal Fã Clube, conceituado fanzine editado no Ceará na década de 1980; Fernando Pessoa – produtor musical, colecionador de discos e vídeos de rock há 33 anos, colaborador de programas radiofônicos de rock, integrante do júri na seletiva do Palco Nativo no Ceará Music 2005 e técnico do Ambiente de Gestão da Cultura do BNB, onde administra as áreas de música, artes visuais e artes cênicas no Programa BNB de Cultura (a linha de patrocínio cultural direto do Banco do Nordeste); e Nelson Régis – ex-baterista de cinco bandas de heavy metal, atuou como vendedor de lojas de discos especializadas em rock (Rainbow e Opus), editor e colaborador de fanzines, além de gestor cultural.
A realização da seletiva cearense é fruto de parceria entre o Banco do Nordeste, a Associação Cultural Cearense de Rock e a revista Roadie Crew, visando fortalecer o intercâmbio e o trabalho musical de grupos da região Nordeste.
Com tiragem mensal de 40 mil exemplares, a Roadie Crew, pelo terceiro ano consecutivo (com 48% dos votos em 2007), foi eleita a melhor revista brasileira de rock, pelos usuários do Whiplash (www.whiplash.net), considerado desde 1996 o mais completo site de rock e heavy metal do País.
De 70 bandas brasileiras, só uma vai para a Alemanha
Ao todo, no Brasil estão sendo realizadas 14 seletivas, cada qual com cinco bandas participantes (total de 70 bandas concorrentes), em Belo Horizonte, Blumenau (SC), Brasília, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio Branco (AC), Rio de Janeiro, Salvador e em quatro cidades do Estado de São Paulo (Campinas, Ribeirão Preto, Santos e a capital).
Bandas nordestinas começaram a participar das Metal Battles no ano passado, com a realização de uma seletiva em Salvador. Ceará e Pernambuco passaram a integrar o circuito roqueiro neste ano de 2008.
A única banda brasileira selecionada para se apresentar no festival concorrerá a um contrato com a gravadora de heavy metal alemã Wacken Records, durante o evento. Os integrantes da banda têm direito a passagens aéreas São Paulo-Hamburgo (ida e volta), traslados Hamburgo-Wacken (ida e volta) e hospedagens em três noites de hotel e três noites de acampamento, no período de 28 de julho a 5 de agosto próximo.
Breve perfil das cinco bandas cearenses
Ark of Sin (dia 12, 15h30)– O grupo foi formado em meados de 2000, com o propósito de executar um som influenciado pela melodia do heavy metal e pela agressividade e peso do death metal. Além disso, já lançou CDs demonstrativos e participou de festivais nos estados do Rio Grande do Norte e Piauí. Também já dividiu o palco com grandes nomes do metal nacional, como Almah, e participou da 8ª edição do ForCaos.
Clamus (dia 12, 16h10)– Banda de thrash/death metal fundada em março de 1999, com influências de Carcass, Dark Tranquility e Paradise Lost. Com peculiar identidade e força sonora, têm na bagagem dois CDs demonstrativos lançados, além de participações em importantes festivais locais e nacionais.
Just Hate (dia 12, 16h50) – Oriundos do município de Caucaia, região metropolitana de Fortaleza, a Just Hate é adepta do metal extremo e do grind core, tendo na bagagem o CD demonstrativo “Chaotic Triangule”, composto de quatro músicas. O primeiro trabalho do grupo rendeu elogios em publicações especializadas, como a revista Roadie Crew.
Obskure (dia 12, 17h20) – Uma das mais clássicas formações do metal em Fortaleza, a banda Obskure iniciou suas sua trajetória em maio de 1989, pelas mãos dos irmãos Amaudson e Jolson Ximenes. O grupo foi um dos pioneiros na fusão de heavy metal melódico, com vocais variando do lírico ao gutural, e influências do clássico ao grindcore.
Oráculo (dia 12, 18h) – A banda Oráculo foi concebida no bairro do Conjunto Ceará em janeiro de 1995, sendo influenciada pelo heavy metal tradicional e suas vertentes. Além disso, o grupo é considerado um dos principais nomes do gênero no Estado do Ceará.
Wacken Open Air (texto de Alexandre Cardoso, site de rock e metal Whiplash)
Durante 362 dias do ano, Wacken é uma pequena cidade no meio do estado de Schleswig-Holstein, norte da Alemanha, habitada por duas mil pessoas. Mas durante três dias em Agosto esse número aumenta para mais de 60 mil! O motivo? O Wacken Open Air, o mais tradicional festival de heavy metal da Europa, que anualmente atrai milhares de headbangers de todo o mundo, sedentos por uma maratona de bandas, das mais diversas vertentes do metal. E pode acreditar que você encontrará pessoas das mais diversas nacionalidades: alemães, italianos, espanhóis, portugueses, franceses, japoneses, americanos, canadenses, mexicanos e brasileiros.
A primeira edição ocorreu em 1990, quando era apenas um pequeno festival para bandas locais, com capacidade para pouco mais de mil pessoas. Os anos passaram, o evento cresceu, e em 1998 tornou-se o maior evento no calendário metálico europeu e teve mais de 70 bandas de toda a Europa, América e Oceania. Em 2006, o festival teve seus ingressos esgotados pela primeira vez em 17 anos, o que confirma o fato de o nome Wacken Open Air ter se tornado sinônimo de heavy metal.
A estrutura do evento fornece aos headbangers tudo o precisam: estacionamento, “camping” (inclusive com área para deficientes físicos), segurança, bombeiros, postos médicos, banheiros químicos e chuveiros, comidas e bebidas diversas, merchandising oficial do festival e das bandas, além de outros tipos de souvenirs. Há um campo de futebol para quem quiser bater uma bolinha e até um karaokê, que rola no “Headbanger’s Ballroom” e é diversão garantida para quem se arrisca com o microfone.
O Wacken Open Air também possui uma área para o “Meet and Greet”, onde são realizados, diariamente, encontros das bandas com seus fãs, que têm a oportunidade de pegar autógrafos, tirar fotos e bater um papo com seus músicos favoritos.
Há quatro palcos para shows no Wacken: o “Black Metal Stage”, o “True Metal Stage” e o “Party Stage” são os maiores, onde acontecem os principais shows do festival, enquanto que o “W.E.T. Stage” recebe as bandas mais underground e também o “Metal Battle”, uma competição onde bandas de diversos países (inclusive do Brasil) concorrem a um contrato com a Wacken Records, do grupo ICS-WOA.
Todos os palcos têm shows a partir das 11 horas da manhã. Sempre há uma banda para se assistir, já que a programação é seguida à risca: enquanto um show termina, outro já está começando, além daqueles que acontecem no mesmo horário e em palcos diferentes. Dessa forma, não faltam opções aos presentes. Muitas bandas escolhem a ocasião de tocarem no Wacken para gravar seus álbuns ao vivo.
Em 1990, foram 800 pessoas. Em 2006, foram 62 mil! Os números provam que o Wacken é um dos festivais mais aguardados tanto pelo público, pelas bandas e pela mídia especializada. E sem dúvida, hoje ocupa a lacuna deixada pelo tradicional Monsters of Rock nos anos 1980 e 90. O Wacken Open Air reúne o que há de melhor do heavy metal: grandes bandas (em quantidade e qualidade), ótimo público e acima de tudo, a diversão que todos procuram num festival.
O que é Heavy metal (Fonte: Wikipedia)
O heavy metal é um gênero musical que nasceu com base no hard rock inglês, a partir do qual surgiram todos os outros sub-gêneros (thrash metal, black metal etc.). O metal se caracteriza pela predominância sonora de guitarras amplificadas, por vezes sob o efeito de pedais de distorção, com ritmos marcantes, uso de amplificação, e solos longos e virtuosos de bateria, baixo e, principalmente, de guitarra.
Bandas Ark of Sin, Clamus, Just Hate, Obskure e Oráculo se apresentam na seletiva estadual, que acontece no próximo sábado, 12, de 14h às 20h, no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza, em programação gratuita ao público
FORTALEZA, 10.04.2008 – Pela primeira vez, cinco bandas cearenses de rock participam da seletiva para um dos maiores festivais de heavy metal do planeta – o Wacken Open Air 2008 (W:O:A), realizado anualmente na Alemanha. São quatro bandas de Fortaleza (Ark of Sin, Clamus, Obskure e Oráculo) e uma de Caucaia (Just Hate), município situado na região metropolitana da capital cearense.
Intitulada Wacken Metal Battle 2008 e circunscrita ao Festival BNB do Rock-Cordel, a seletiva cearense acontece no próximo sábado, 12, no período de 14h às 20h, no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 – 2º andar – Centro – fone: (85) 3464.3108). A programação tem entrada franca.
A banda vencedora da seletiva cearense seguirá para São Paulo, onde disputará com outras 13 bandas, no próximo dia 10 de maio, a etapa final que escolherá o único representante brasileiro no festival alemão em 2008.
Mais importante festival europeu de heavy metal, o megaevento germânico reunirá grupos de 22 países de quatro continentes (Europa, América, Ásia e Oceania), no período de 31 de julho a 2 de agosto deste ano, com público previsto em torno de 62 mil pessoas de todas as partes do mundo. O show principal será da banda inglesa Iron Maiden.
Do Wacken Open Air, participam bandas de heavy metal da Europa (Alemanha, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Inglaterra, Itália, Irlanda, Noruega, Polônia, Portugal, Suécia e Suíça), América (Brasil, Canadá, México e EUA), Ásia (Israel e Japão) e Oceania (Austrália).
Seletiva em Fortaleza
Gratuita ao público, a programação da Metal Battle no CCBNB-Fortaleza começa às 14 horas (sábado, dia 12), com uma troca de idéias conduzida pelo jornalista Airton Diniz, editor da revista Roadie Crew (representante do festival alemão no Brasil) e organizador das seletivas brasileiras do Wacken Open Air 2008, prosseguindo com as apresentações das bandas: Ark of Sin (15h30), Clamus (16h10), Just Hate (16h50), Obskure (17h20) e Oráculo (18h).
Na capital cearense, além de Airton Diniz, o júri da Metal Battle será formado por mais quatro especialistas em rock: Adjacy Farias – sociólogo, ex-baixista da banda Leprous (e atual da banda WAGA), produtor musical, organizador de festivais de heavy metal no município de Iguatu (CE), editor de fanzines e proprietário da importadora “Poco Loco Records”, de CDs e DVDs de rock, durante 10 anos (1988/98); Anderson Frota – baixista, fundador da extinta banda Asmodeus e colaborador do Trues Metal Fã Clube, conceituado fanzine editado no Ceará na década de 1980; Fernando Pessoa – produtor musical, colecionador de discos e vídeos de rock há 33 anos, colaborador de programas radiofônicos de rock, integrante do júri na seletiva do Palco Nativo no Ceará Music 2005 e técnico do Ambiente de Gestão da Cultura do BNB, onde administra as áreas de música, artes visuais e artes cênicas no Programa BNB de Cultura (a linha de patrocínio cultural direto do Banco do Nordeste); e Nelson Régis – ex-baterista de cinco bandas de heavy metal, atuou como vendedor de lojas de discos especializadas em rock (Rainbow e Opus), editor e colaborador de fanzines, além de gestor cultural.
A realização da seletiva cearense é fruto de parceria entre o Banco do Nordeste, a Associação Cultural Cearense de Rock e a revista Roadie Crew, visando fortalecer o intercâmbio e o trabalho musical de grupos da região Nordeste.
Com tiragem mensal de 40 mil exemplares, a Roadie Crew, pelo terceiro ano consecutivo (com 48% dos votos em 2007), foi eleita a melhor revista brasileira de rock, pelos usuários do Whiplash (www.whiplash.net), considerado desde 1996 o mais completo site de rock e heavy metal do País.
De 70 bandas brasileiras, só uma vai para a Alemanha
Ao todo, no Brasil estão sendo realizadas 14 seletivas, cada qual com cinco bandas participantes (total de 70 bandas concorrentes), em Belo Horizonte, Blumenau (SC), Brasília, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio Branco (AC), Rio de Janeiro, Salvador e em quatro cidades do Estado de São Paulo (Campinas, Ribeirão Preto, Santos e a capital).
Bandas nordestinas começaram a participar das Metal Battles no ano passado, com a realização de uma seletiva em Salvador. Ceará e Pernambuco passaram a integrar o circuito roqueiro neste ano de 2008.
A única banda brasileira selecionada para se apresentar no festival concorrerá a um contrato com a gravadora de heavy metal alemã Wacken Records, durante o evento. Os integrantes da banda têm direito a passagens aéreas São Paulo-Hamburgo (ida e volta), traslados Hamburgo-Wacken (ida e volta) e hospedagens em três noites de hotel e três noites de acampamento, no período de 28 de julho a 5 de agosto próximo.
Breve perfil das cinco bandas cearenses
Ark of Sin (dia 12, 15h30)– O grupo foi formado em meados de 2000, com o propósito de executar um som influenciado pela melodia do heavy metal e pela agressividade e peso do death metal. Além disso, já lançou CDs demonstrativos e participou de festivais nos estados do Rio Grande do Norte e Piauí. Também já dividiu o palco com grandes nomes do metal nacional, como Almah, e participou da 8ª edição do ForCaos.
Clamus (dia 12, 16h10)– Banda de thrash/death metal fundada em março de 1999, com influências de Carcass, Dark Tranquility e Paradise Lost. Com peculiar identidade e força sonora, têm na bagagem dois CDs demonstrativos lançados, além de participações em importantes festivais locais e nacionais.
Just Hate (dia 12, 16h50) – Oriundos do município de Caucaia, região metropolitana de Fortaleza, a Just Hate é adepta do metal extremo e do grind core, tendo na bagagem o CD demonstrativo “Chaotic Triangule”, composto de quatro músicas. O primeiro trabalho do grupo rendeu elogios em publicações especializadas, como a revista Roadie Crew.
Obskure (dia 12, 17h20) – Uma das mais clássicas formações do metal em Fortaleza, a banda Obskure iniciou suas sua trajetória em maio de 1989, pelas mãos dos irmãos Amaudson e Jolson Ximenes. O grupo foi um dos pioneiros na fusão de heavy metal melódico, com vocais variando do lírico ao gutural, e influências do clássico ao grindcore.
Oráculo (dia 12, 18h) – A banda Oráculo foi concebida no bairro do Conjunto Ceará em janeiro de 1995, sendo influenciada pelo heavy metal tradicional e suas vertentes. Além disso, o grupo é considerado um dos principais nomes do gênero no Estado do Ceará.
Wacken Open Air (texto de Alexandre Cardoso, site de rock e metal Whiplash)
Durante 362 dias do ano, Wacken é uma pequena cidade no meio do estado de Schleswig-Holstein, norte da Alemanha, habitada por duas mil pessoas. Mas durante três dias em Agosto esse número aumenta para mais de 60 mil! O motivo? O Wacken Open Air, o mais tradicional festival de heavy metal da Europa, que anualmente atrai milhares de headbangers de todo o mundo, sedentos por uma maratona de bandas, das mais diversas vertentes do metal. E pode acreditar que você encontrará pessoas das mais diversas nacionalidades: alemães, italianos, espanhóis, portugueses, franceses, japoneses, americanos, canadenses, mexicanos e brasileiros.
A primeira edição ocorreu em 1990, quando era apenas um pequeno festival para bandas locais, com capacidade para pouco mais de mil pessoas. Os anos passaram, o evento cresceu, e em 1998 tornou-se o maior evento no calendário metálico europeu e teve mais de 70 bandas de toda a Europa, América e Oceania. Em 2006, o festival teve seus ingressos esgotados pela primeira vez em 17 anos, o que confirma o fato de o nome Wacken Open Air ter se tornado sinônimo de heavy metal.
A estrutura do evento fornece aos headbangers tudo o precisam: estacionamento, “camping” (inclusive com área para deficientes físicos), segurança, bombeiros, postos médicos, banheiros químicos e chuveiros, comidas e bebidas diversas, merchandising oficial do festival e das bandas, além de outros tipos de souvenirs. Há um campo de futebol para quem quiser bater uma bolinha e até um karaokê, que rola no “Headbanger’s Ballroom” e é diversão garantida para quem se arrisca com o microfone.
O Wacken Open Air também possui uma área para o “Meet and Greet”, onde são realizados, diariamente, encontros das bandas com seus fãs, que têm a oportunidade de pegar autógrafos, tirar fotos e bater um papo com seus músicos favoritos.
Há quatro palcos para shows no Wacken: o “Black Metal Stage”, o “True Metal Stage” e o “Party Stage” são os maiores, onde acontecem os principais shows do festival, enquanto que o “W.E.T. Stage” recebe as bandas mais underground e também o “Metal Battle”, uma competição onde bandas de diversos países (inclusive do Brasil) concorrem a um contrato com a Wacken Records, do grupo ICS-WOA.
Todos os palcos têm shows a partir das 11 horas da manhã. Sempre há uma banda para se assistir, já que a programação é seguida à risca: enquanto um show termina, outro já está começando, além daqueles que acontecem no mesmo horário e em palcos diferentes. Dessa forma, não faltam opções aos presentes. Muitas bandas escolhem a ocasião de tocarem no Wacken para gravar seus álbuns ao vivo.
Em 1990, foram 800 pessoas. Em 2006, foram 62 mil! Os números provam que o Wacken é um dos festivais mais aguardados tanto pelo público, pelas bandas e pela mídia especializada. E sem dúvida, hoje ocupa a lacuna deixada pelo tradicional Monsters of Rock nos anos 1980 e 90. O Wacken Open Air reúne o que há de melhor do heavy metal: grandes bandas (em quantidade e qualidade), ótimo público e acima de tudo, a diversão que todos procuram num festival.
O que é Heavy metal (Fonte: Wikipedia)
O heavy metal é um gênero musical que nasceu com base no hard rock inglês, a partir do qual surgiram todos os outros sub-gêneros (thrash metal, black metal etc.). O metal se caracteriza pela predominância sonora de guitarras amplificadas, por vezes sob o efeito de pedais de distorção, com ritmos marcantes, uso de amplificação, e solos longos e virtuosos de bateria, baixo e, principalmente, de guitarra.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
NAE já atende 150 alunos em Santa
Sem outro equivalente em toda a região, como é o caso, também, do Centro de Referência à Mulher Vítima (CREMUV), inaugurado há menos de um mês na cidade, o Núcleo de Atendimento Educacional (NAE), em Santa Gertrudes, contabiliza, hoje, atendimento a 150 crianças. As atividades do núcleo, vinculado à Secretaria Municipal de Educação, foram iniciadas no dia 11 de fevereiro, confirma uma das coordenadoras do serviço, a psicóloga Fernanda Bernardi. Atualmente, explica ela “estamos com oito turmas diárias, quatro no período da manhã e outras quatro à tarde”. São meninos e meninas que apresentam algum tipo de dificuldade na aprendizagem escolar, que é exatamente o foco das atenções do núcleo.
DIAGNÓSTICOEncaminhados ao serviço através das escolas da rede municipal de ensino onde estão matriculados, os 150 alunos ainda estão vivenciando uma fase de atividade em grupos, distribuídos em pequenas turmas. O trabalho é realizado por uma psicopedagoga, que vai observando o comportamento de cada criança, sua interação com as outras e estabelecendo, assim, um diagnóstico mais geral da situação. Na próxima etapa, contudo, prevista para começar em meados deste mês, o atendimento será individual, envolvendo a atuação de uma psicóloga. Aí sim será possível identificar quais são os problemas que estão interferindo no desempenho escolar da criança e atuar com toda a equipe do NAE para amenizar ou eliminar essas dificuldades.
FAMÍLIAO atendimento, naturalmente, não dispensa a participação efetiva dos pais, que são envolvidos em todo o processo, numa espécie de terapia familiar, já que em boa medida as dificuldades de aprendizado da criança estão diretamente associadas ou decorrem da estrutura encontrada em seus próprios lares. Claro que há outros fatores que podem interferir na aprendizagem, e a personalidade da criança também é levada em conta neste contexto de análise de caso.A demanda registrada pelo NAE em suas primeiras semanas de atividade chamou a atenção do prefeito Valtimir Ribeirão e do secretário municipal de Educação, Melhem Carlos Simão. “È muito gratificante testemunhar que o núcleo está gerando resultados, beneficiando estudantes, contribuindo para restaurar na criança o interesse pelo estudo e, ao mesmo tempo, ajudando a equilibrar o emocional desses alunos para que venham a ter um rendimento escolar superior, no mesmo nível ou até mais elevado que seus colegas”, disse Valtimir. “Creio que este trabalho funciona porque é realizado em conjunto, com a participação do Poder Público, que disponibiliza o atendimento através de profissionais qualificadas, e da família, que se insere nesta abordagem e se dispõe a fazer seu papel na recuperação da criança para uma vida escolar plena”, acrescentou Melhem.
DIAGNÓSTICOEncaminhados ao serviço através das escolas da rede municipal de ensino onde estão matriculados, os 150 alunos ainda estão vivenciando uma fase de atividade em grupos, distribuídos em pequenas turmas. O trabalho é realizado por uma psicopedagoga, que vai observando o comportamento de cada criança, sua interação com as outras e estabelecendo, assim, um diagnóstico mais geral da situação. Na próxima etapa, contudo, prevista para começar em meados deste mês, o atendimento será individual, envolvendo a atuação de uma psicóloga. Aí sim será possível identificar quais são os problemas que estão interferindo no desempenho escolar da criança e atuar com toda a equipe do NAE para amenizar ou eliminar essas dificuldades.
FAMÍLIAO atendimento, naturalmente, não dispensa a participação efetiva dos pais, que são envolvidos em todo o processo, numa espécie de terapia familiar, já que em boa medida as dificuldades de aprendizado da criança estão diretamente associadas ou decorrem da estrutura encontrada em seus próprios lares. Claro que há outros fatores que podem interferir na aprendizagem, e a personalidade da criança também é levada em conta neste contexto de análise de caso.A demanda registrada pelo NAE em suas primeiras semanas de atividade chamou a atenção do prefeito Valtimir Ribeirão e do secretário municipal de Educação, Melhem Carlos Simão. “È muito gratificante testemunhar que o núcleo está gerando resultados, beneficiando estudantes, contribuindo para restaurar na criança o interesse pelo estudo e, ao mesmo tempo, ajudando a equilibrar o emocional desses alunos para que venham a ter um rendimento escolar superior, no mesmo nível ou até mais elevado que seus colegas”, disse Valtimir. “Creio que este trabalho funciona porque é realizado em conjunto, com a participação do Poder Público, que disponibiliza o atendimento através de profissionais qualificadas, e da família, que se insere nesta abordagem e se dispõe a fazer seu papel na recuperação da criança para uma vida escolar plena”, acrescentou Melhem.
Sucroalcooleiro firma cooperação com México
O secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado, João Sampaio, está desde 29 de março numa missão comercial ao México, que segue até 4 de abril, em companhia de empresários do setor sucroalcooleiro, de máquinas agrícolas e carnes. No roteiro, a assinatura de acordo de cooperação técnica entre São Paulo e o estado de Veracruz para transferência de tecnologia de variedades de cana desenvolvidas pelos institutos de pesquisa paulista.
A viagem também objetiva exportações futuras de outras tecnologias industriais do setor na produção de álcool. Estão programadas, ainda, reuniões na área de carnes, principalmente em sementes forrageiras e relacionados a possíveis negócios em genética bovina.
O estado de Veracruz é a maior região produtora de açúcar do México, mas ainda não produz álcool e possui um campo de variedades de cana incipiente se comparado a São Paulo. Empresários da indústria sucroalcooleira da região de Piracicaba irão apresentar tecnologias disponíveis para o setor a empreendedores mexicanos.
No setor de carnes, o México acompanha os Estados Unidos e não compra carne bovina in natura do Brasil, assim como não realiza comércio de genética bovina. O primeiro item na pauta de exportações paulistas do agronegócio é semente forrageira, que gira em torno de US$ 5,8 milhões, irrisórios diante do total de US$ 2 bilhões de vendas externas de São Paulo para aquele país.
O secretário João Sampaio será recebido pelo secretário de Agricultura mexicano (que tem status de ministro), Alberto Cárdenas Jiménez, e pelo governador de Veracruz, Fidel Herrera Beltrán. “Temos a oportunidade de ampliar o comércio, focado na transferência e venda de tecnologia agrícola de áreas estratégicas do nosso Estado: setor sucroalcooleiro e carnes. Acordos bilateriais de comércio são o forte do México e São Paulo quer seguir nesse mesmo caminho”, afirma Sampaio.
A viagem também objetiva exportações futuras de outras tecnologias industriais do setor na produção de álcool. Estão programadas, ainda, reuniões na área de carnes, principalmente em sementes forrageiras e relacionados a possíveis negócios em genética bovina.
O estado de Veracruz é a maior região produtora de açúcar do México, mas ainda não produz álcool e possui um campo de variedades de cana incipiente se comparado a São Paulo. Empresários da indústria sucroalcooleira da região de Piracicaba irão apresentar tecnologias disponíveis para o setor a empreendedores mexicanos.
No setor de carnes, o México acompanha os Estados Unidos e não compra carne bovina in natura do Brasil, assim como não realiza comércio de genética bovina. O primeiro item na pauta de exportações paulistas do agronegócio é semente forrageira, que gira em torno de US$ 5,8 milhões, irrisórios diante do total de US$ 2 bilhões de vendas externas de São Paulo para aquele país.
O secretário João Sampaio será recebido pelo secretário de Agricultura mexicano (que tem status de ministro), Alberto Cárdenas Jiménez, e pelo governador de Veracruz, Fidel Herrera Beltrán. “Temos a oportunidade de ampliar o comércio, focado na transferência e venda de tecnologia agrícola de áreas estratégicas do nosso Estado: setor sucroalcooleiro e carnes. Acordos bilateriais de comércio são o forte do México e São Paulo quer seguir nesse mesmo caminho”, afirma Sampaio.
Saúde pede atenção sobre dengue
CORDEIRÓPOLIS
O departamento de Saúde de Cordeirópolis está em estado de alerta com relação à dengue. Embora a situação esteja sob controle na cidade, diversas ações estão sendo tomadas para evitar a proliferação da doença.A chefe do Departamento de Saúde, Kelen Cristina Rampo, disse que novos agentes foram contratados e há dias estão sendo intensificadas as ações de combate a doença como visitas casa a casa e trabalhos de conscientização. “Se continuarmos da forma como está é bem provável que este ano a situação seja tranqüila, mas isso não significa que as pessoas devem baixar a guarda. A prevenção é fundamental”, explica.No ano passado Cordeirópolis viveu uma epidemia de dengue assim com aconteceu em toda região. Na ocasião foram registrados cerca de 200 casos da doença. Já este ano foram enviados para análise 17 casos suspeitos, mas destes somente um foi confirmado e ainda é importado.
EVITAR CRIADOUROSA recomendação do Departamento de Saúde é para que todos fiquem atentos aos locais com água parada e também aos sintomas da doença. No caso de sintomas na dengue clássica, os mais comuns são febre alta, dores de cabeça, nas costas e na região atrás dos olhos. A febre começa a baixar a partir do quinto dia e os sintomas, a partir do décimo dia. Na forma clássica, dificilmente ocorrem complicações, porém alguns doentes podem apresentar quadros de hemorragias leves na boca e também no nariz. Já na dengue hemorrágica (ocorre quando a pessoa pega a doença por uma segunda vez)a enfermidade apresenta-se de forma mais grave. Nos cinco dias iniciais, os sintomas são semelhantes ao do tipo clássico. Contudo, a partir do quinto dia, alguns doentes podem apresentar hemorragias (sangramentos) em vários órgãos do corpo e choque circulatório. Em qualquer um dos dois casos um médico de ser procurado imediatamente para tratamento.
O departamento de Saúde de Cordeirópolis está em estado de alerta com relação à dengue. Embora a situação esteja sob controle na cidade, diversas ações estão sendo tomadas para evitar a proliferação da doença.A chefe do Departamento de Saúde, Kelen Cristina Rampo, disse que novos agentes foram contratados e há dias estão sendo intensificadas as ações de combate a doença como visitas casa a casa e trabalhos de conscientização. “Se continuarmos da forma como está é bem provável que este ano a situação seja tranqüila, mas isso não significa que as pessoas devem baixar a guarda. A prevenção é fundamental”, explica.No ano passado Cordeirópolis viveu uma epidemia de dengue assim com aconteceu em toda região. Na ocasião foram registrados cerca de 200 casos da doença. Já este ano foram enviados para análise 17 casos suspeitos, mas destes somente um foi confirmado e ainda é importado.
EVITAR CRIADOUROSA recomendação do Departamento de Saúde é para que todos fiquem atentos aos locais com água parada e também aos sintomas da doença. No caso de sintomas na dengue clássica, os mais comuns são febre alta, dores de cabeça, nas costas e na região atrás dos olhos. A febre começa a baixar a partir do quinto dia e os sintomas, a partir do décimo dia. Na forma clássica, dificilmente ocorrem complicações, porém alguns doentes podem apresentar quadros de hemorragias leves na boca e também no nariz. Já na dengue hemorrágica (ocorre quando a pessoa pega a doença por uma segunda vez)a enfermidade apresenta-se de forma mais grave. Nos cinco dias iniciais, os sintomas são semelhantes ao do tipo clássico. Contudo, a partir do quinto dia, alguns doentes podem apresentar hemorragias (sangramentos) em vários órgãos do corpo e choque circulatório. Em qualquer um dos dois casos um médico de ser procurado imediatamente para tratamento.
Dia D da dengue
São Paulo conseguiu reduzir em 97,1% o número de casos de dengue no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. Balanço da Secretaria de Estado da Saúde aponta que de janeiro a março de 2008 foram confirmados 1.297 casos da doença no Estado. No mesmo período de 2007 houve 44.760 casos. Para lembrar que o controle a dengue deve ser feito durante todo o ano e não apenas nos meses mais quentes, a Secretaria programou entre os dias 31 de março a 4 de abril a Semana de Mobilização Social contra a Dengue. A abertura da mobilização, que será feita com cerca de 20 mil agentes em todo o Estado, acontece na capital com a presença do Secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, às 11 horas, no bairro de Perus. Para o final de semana, a secretaria também programou atividades. A partir deste sábado (29) haverá distribuição de panfletos nas principais rodovias do Estado. Também no sábado e domingo, as equipes da Secretaria estarão nos estádios do Pacaembu e Morumbi distribuindo material aos torcedores dos jogos entre Palmeiras X São Caetano e Corinthians X Marília pelo Campeonato Paulista. As ações ocorrerão em todo o Estado. Além de panfletos, o governo estadual produziu cartazes para fixação em pontos de grande movimentação. Pelo interior, ações de panfletagem, teatros, mutirão de limpeza, entre outras, estão previstas em parceria com os municípios. No ano passado, os casos registrados no primeiro trimestre corresponderam a quase a metade de todas as notificações da doença durante todo o ano, quando foram apontados 90.212 casos de dengue em São Paulo.
Acordo é firmado entre Anfacer e CDHU
Para assegurar a qualidade dos revestimentos cerâmicos que serão utilizados nas novas moradias construídas pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), a Secretaria de Estado da Habitação e a Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimento (Anfacer) firmaram acordo inédito. O documento foi assinado pelo secretário da Habitação e presidente da CDHU, Lair Krähenbühl, pelo diretor da Anfacer, Antonio Carlos Kieling, além do diretor Técnico da CDHU, João Abukater, e do secretário-executivo do Qualihab, Fábio Leme. Kieling ressaltou que a parceria entre a CDHU e a Anfacer é uma iniciativa pioneira que incrementará a qualidade das moradias edificadas pela CDHU. "O uso do revestimento cerâmico traz inúmeras vantagens, como durabilidade, higiene e versatilidade", explica. Segundo o secretário Lair Krähenbühl, todos os novos imóveis construídos pela CDHU terão revestimento cerâmico. "Entre as melhorias que implementamos nas novas construções está o revestimento com pisos e azulejos. Fizemos uma pesquisa de opinião e a população apontou esse item como desejado. A parceria entre o governo e a Anfacer vai assegurar a qualidade do material utilizado", afirmou. O secretário disse ainda que os produtos serão adquiridos por pregão eletrônico "pela grande quantidade de material a ser adquirido, esperamos obter um preço bem acessível por meio do pregão", acredita. O diretor da CDHU, João Abukater, anunciou que a CDHU deve iniciar o procedimento para a compra do material ainda este mês. Segundo ele, os revestimentos serão utilizados em uma produção média anual de 25 mil unidades habitacionais. Abukater destacou que a parceria com a Anfacer foi estabelecida nos padrões determinados pelo Programa da Qualidade da Construção Habitacional do Estado de São Paulo (Qualihab). Antonio Carlos Kieling elogiou a iniciativa da CDHU. "O secretário Lair Krähenbühl adotou uma medida que vai qualificar as obras da Companhia por meio de produtos certificados. Tenho certeza que o mercado vai responder a esse compromisso. O Brasil é o quarto maior exportador mundial de cerâmica no mundo e o Estado de São Paulo é responsável por 60% da produção nacional", afirmou Kieling.
Professor estadual passa a ter guia de orientação
A Secretaria de Estado da Educação iniciou na quarta-feira, 2 de abril, a implantação da nova proposta curricular em toda a rede estadual, de 5ª a 8ª série do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio. Trata-se de um inovador projeto, que irá proporcionar aos professores completas orientações por intermédio de guias sobre o trabalho a ser desenvolvido com os alunos. Nos últimos anos a rede estadual de educação não tinha uma base curricular comum e os professores definiam isoladamente o que seus alunos aprendiam. A partir de agora há a indicação da Secretaria sobre o que o aluno precisa minimamente aprender. Caberá ao professor completar esta proposta e escolher as melhores formas de trabalho, para que os alunos aprendam mais e melhor. Todos os professores da rede estadual passaram por dois dias de planejamento, nessa segunda e terça-feira, 31 de março e primeiro de abril. Em 2007, cerca de quarenta especialistas de todo o Brasil se reuniram semanalmente com membros da Secretaria para a formulação do documento, que teve ampla participação de professores da rede. Os materiais, que já chegaram às escolas, são compostos de 76 livros, chamados Cadernos do Professor, para todas as séries (5ª a 8ª e Ensino Médio) e disciplinas (matemática, química, língua portuguesa etc). Estão divididos por bimestre, com indicação clara dos conteúdos e das respectivas habilidades a serem desenvolvidas pelos alunos. Importante: todos os novos livros são complementares aos materiais didáticos, que, claro, continuam na rede. E os professores continuam com autonomia para complementar a proposta e definir as melhores formas de ensinar. O governo do Estado já implantou expectativas de aprendizagem para as séries do 1º ciclo do Ensino Fundamental (1ª a 4ª).O novo material será fundamental para os professores substitutos, que cobrem faltas dos efetivos ou temporários. Com os novos guias os substitutos saberão onde sua classe parou, em que ponto o outro professor finalizou o trabalho.
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