quinta-feira, 1 de outubro de 2009

JR 19-09-09 - MEIO AMBIENTE

Daae busca TECNOLOGIA

Segundo o superintendente do Daae Rio Claro, Geraldo Gonçalves Pereira, a autarquia busca novas tecnologias para se modernizar, além de desenvolver programas de treinamento para os mais de 250 funcionários, desde o atendimento ao público através do telemarketing até os leituristas.

O superintendente comenta que já está em processo de licitação a compra de cinco macromedidores, que devem aprimorar a avaliação do índice de perda de água. De acordo com Pereira, o Daae está dentro da média nacional neste índice. “Não podemos ainda quantificar exatamente a perda, enquanto não tivermos macromedidores e hidrômetros em todas as casas”, esclarece.

Dados da Sanasa atestam que a média nacional de perda é de 40% e que no índice europeu as perdas estão no patamar de 20% a 25%. Já nas bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), o volume que jorra de encanamentos rompidos e que é “roubado” antes de passar pelos hidrômetros seria suficiente para abastecer uma população de 2,35 milhões de habitantes, o equivalente a duas cidades do porte de Campinas. Segundo um levantamento do Consórcio das Bacias PCJ divulgado em 2007, 6,7 mil litros por segundo de água tratada se perdem pelo caminho entre a estação de tratamento e o hidrômetro da casa do consumidor. As perdas atingem 36%.

Pereira ressalta que o Daae sempre foi referência no município ao se falar em tecnologia, mas que a diminuição no investimento em tecnologia fez a autarquia perder muito de sua capacidade de crescimento e desenvolvimento.

“Rio Claro era para estar no nível da Águas de Limeira, que hoje é a ‘top’ no Brasil, com apenas 17% de perda, um número bom em termos de Brasil”.

Ações desenvolvidas pelo Daae hoje são adequações que deveriam ter sido feitas há mais de uma década. “Agora é preciso reformar a estrutura, reformar as estações de tratamento, a central de distribuição, redes; o Daae perdeu a referência; agora que estamos buscando a tecnologia monitorada, a setorização da rede e substituir a rede secundária”.

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DAAE

O superintendente do Daae Rio Claro, Geraldo Gonçalves Pereira


Sociedade do LIXO

Livro lançado em Limeira traz realidade de pessoas que vivem do lixo e que procuram a conscientização ambiental.

Pesquisa dos jornalistas Analúcia Neves, Juliano Schiavo e Lucas Claro, o livro “Sociedade do lixo”, acaba de ser lançado em Limeira. Resultado de um trabalho de conclusão do Instituto Superior de Ciências Aplicadas – ISCA, o livro traz seis histórias reais, que revelam o retrato de uma sociedade que, costumeiramente, vive esquecida, deixada de lado: a Sociedade do Lixo.

O objetivo do livro foi dar voz às pessoas que possuem relações diretas e indiretas com o lixo e que muitas vezes são esquecidas pelas “lentes” da imprensa. As entrevistas e pesquisas foram feitas com moradores e técnicos de toda a região, trazendo à tona todas as possíveis relações entre lixo e sociedade.

As pautas abordam temas como: os problemas causados pelo descarte irregular dos resíduos eletroeletrônicos e a consciência ambiental; a subsistência de cidadãos e empresários através de objetos descartados; problemas decorrentes do lixo radioativo e problemas causados pela catação, reciclagem e a evolução através das cooperativas de reciclagem; ainda, a questão da consciência ambiental.

GRANDE LIXEIRA

Segundo Juliano Schiavo, um dos autores, o tema lixo foi escolhido por se tratar de um objeto presente nas atividades humanas que passa, muitas vezes, despercebido pelos olhos da coletividade. “Ao descartar seus resíduos – que são coletados e encaminhados à destinação final, seja em aterros sanitários, lixões abertos, usinas de compostagem ou outros métodos –, as pessoas, de forma geral, acreditam contribuir com a proteção do meio ambiente, quando, na verdade, ao descartá-los de suas residências, apenas transferem o problema para outra área”, comenta Juliano. Nessa concepção, o mundo torna-se uma grande lixeira.

Para o autor, a produção do livro permitiu verificar que a questão do lixo é deixada de lado e que há ausência de políticas públicas eficientes para evitar a destinação correta do mesmo. “Além do que há um forte consumismo que, de certa forma, estimula a produção desenfreada de lixo, produtos descartáveis, entre outros. As entrevistas também possibilitaram enxergar as relações diretas e indiretas entre as pessoas e o lixo”, finaliza.

O livro-reportagem foi produzido em 2008 e está disponível para download no seguinte link: http://www.4shared.com/file/113313866/26b709ab/sociedade_do_lixo.html. Mais informações pelo e-mail: jssjuliano@yahoo.com.br.

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LIVRO

Lucas Claro, Analúcia Neves e Juliano Schiavo: autores do livro “Sociedade do Lixo”


Lâmpadas FLUORESCENTES

Rio Claro ainda não tem política que regulamenta o descarte

Segundo dados da FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo-, no Brasil são consumidas cerca de 100 milhões de lâmpadas fluorescentes por ano. Desse total, 94% são descartadas em aterros sanitários, sem nenhum tipo de tratamento, contaminando o solo e a água com metais pesados.

Presente em 27% dos lares brasileiros, o uso das lâmpadas fluorescentes reduz cerca de 80% no consumo de energia e auxilia no combate ao aquecimento global.

Segundo o Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica, do Ministério das Minas e Energia) em sua última pesquisa de Avaliação do Mercado de Eficiência Energética, o país é o 10º maior consumidor mundial do insumo.

Em Rio Claro ainda não há lei municipal que regulamente o descarte de lâmpadas fluorescentes, como esclarece a diretora do departamento de resíduos sólidos, Regina Ferreira da Silva. Segundo a diretora, a previsão é de que algo seja encaminhado neste sentido em breve. “Hoje, comerciantes e fabricantes devem recolher as lâmpadas; é assim que está funcionando no município”, diz.

Luis Fernando Silva, gerente regional da Taschibra no Brasil – fabricante de lâmpadas fluorescentes -, comenta que poucas pessoas sabem da periculosidade das lâmpadas fluorescentes e acabam por descartá-las no lixo comum. A empresa recebe as lâmpadas de volta e as aloca em sua sede em Indaial (SC).

“Não há ainda direcionamentos para o descarte das lâmpadas; reciclá-las hoje ainda é inviável. A reciclagem fica em torno de R$ 2,30 por lâmpada; se calcularmos que cada lâmpada custa R$ 6,00, é inviável”, acrescenta.

Luis conta que existem novas tecnologias que estão chegando, mas ainda são pouco difundidas e ainda muito caras. Como as lâmpadas que utilizam o mercúrio sólido, de fácil descarte, e também as lâmpadas sem mercúrio. “O custo ainda é muito alto para os lojistas, cerca de quatro vezes mais cara”.

A dica para quem utiliza lâmpadas fluorescentes é devolver na loja onde comprou, para que ela seja devolvida ao fabricante. Se a lâmpada for quebrada, o mercúrio já foi liberado, portanto, a lâmpada pode ser encaminhada para reciclagem comum.

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LAMPADAS

BOX – BOX

DESCARTE nocivo

O descarte inadequado das lâmpadas fluorescentes é altamente nocivo para o meio ambiente e para a saúde do ser humano. É considerado resíduo perigoso porque em sua composição, há presença do metal pesado mercúrio, o que exige adequada destinação final. Uma lâmpada é basicamente composta por vidro, pó de fósforo e metais pesados como cádmio, mercúrio e chumbo.

Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Engenharia e Ciências Mecânicas (ABCM), embora uma lâmpada quebrada libere pequena quantidade de mercúrio, o problema ambiental pode ser gerado pelo efeito acumulativo e persistente do metal pesado proveniente de muitas lâmpadas.

Ao ser rompida, a lâmpada fluorescente emite vapores de mercúrio que são absorvidos por organismos vivos. Além disso, o descarte em aterros faz com que estes resíduos contaminem o solo e mais tarde os cursos d’água.

LEGISLAÇÃO

Apenas o estado do Rio de Janeiro tem lei que regulamento o descarte de lâmpadas fluorescentes. Desde março deste ano, os estabelecimentos comerciais cariocas que vendem lâmpadas fluorescentes são obrigados a ter recipientes para a coleta de lâmpadas, quando descartadas ou inutilizadas. Minuta de decreto com esse objetivo foi enviada pela secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, ao governador Sérgio Cabral. O documento regulamenta a Lei nº 5.131 de 14 de novembro de 2007 que estabelece normas para o descarte desse produto.

ÓLEO DE COZINHA

Degradação causada pelo descarte irregular de óleo pode afetar a qualidade da água e do solo

Atuando na área ambiental há dois anos, a empresa Planeta Azul vem ganhando reconhecimento em toda a região, através da campanha de recolhimento do óleo de cozinha. A gestora ambiental responsável pela empresa, Sara Damasceno Pessoa, conta que a iniciativa de montar a Planeta Azul surgiu de uma necessidade doméstica. “Em Rio Claro não tinha para onde mandar o óleo, eu procurei muito, mas não havia ninguém”.

Dessa necessidade, Sara e o marido Éverson Cristiano Pessoa colocaram em ação a empresa que, atualmente, é responsável pela reciclagem de óleo em toda a região.

Hoje, a Planeta Azul recolhe cerca de 15 toneladas de óleo por mês, o que segundo Sara ainda é muito pouco, o objetivo é atingir 100%.

Para desenvolvimento do projeto foi feita uma parceria com as secretarias de educação das cidades vizinhas, no qual são ministradas palestras aos alunos alertando sobre os cuidados com o descarte do óleo. “O resultado está sendo muito positivo, encontrei nas crianças os meus aliados a favor da proteção ambiental”.

Com essa parceria, as escolas se tornaram pontos de coleta. Para cada litro recolhido de óleo a empresa destina um valor em dinheiro para a APM – Associação de Pais e Mestres – da instituição.

“Nossa preocupação maior ainda são as donas de casa, todos pensam que estão jogando pouco e que não faz diferença, mas se considerarmos que cada família brasileira consome, em média, 1,5 litro de óleo de cozinha por mês, imagine somando tudo isso”.

Após recolher o óleo, a Planeta Azul revende o material para empresas que o reaproveitam na produção de: biocombustível, sabão, detergente, sabão em pó, tinta, massa de calafetar e muito mais. “O óleo é 100% reaproveitado; até os resíduos podem ser transformados em farelo, para ração de porcos”.

Para quem ainda não recicla o óleo, o procedimento é simples: colocar o óleo em uma garrafa plástica, vedá-la bem para que não vaze e levá-la até uma escola municipal de Rio Claro. A empresa também efetua a coleta em residência, em todas as cidades da região, para isso é só ligar para o número 3527-2766. A empresa paga por cada litro de óleo arrecadado.

RECONHECIMENTO

Recentemente a Planeta Azul participou de uma premiação do Senac. Com o título de “Melhores Empreendimentos”, o prêmio nomeou os melhores empreendedores da América Latina. Dos mais de 80 inscritos, a empresa rio-clarense ficou em décimo lugar na premiação. Mais informações sobre a campanha de arrecadação de óleo e a empresa podem ser obtidas no endereço www.planetazulrc.com.br.

POLUIÇÃO

Os óleos vegetais, embora muitos desconheçam, são grandes causadores de danos ao meio ambiente quando descartados de maneira incorreta, Ao ser jogado no ralo da pia ou no lixo, polui córregos, lagos, rios e solo. Podem também danificar o encanamento da casa, através de uma crosta que se forma nas paredes das tubulações vindo a reter o material sólido causando entupimentos. Fazem encarecer também o tratamento da água em até 45%, além de agravar o efeito estufa, já que o contato da água poluída pelo óleo ao desembocar no mar gera uma reação química que libera gás metano, um componente muito mais agressivo que o gás carbônico.

Um litro de óleo pode chegar a poluir um milhão de litros de água, quantidade aproximada que uma pessoa consome em 14 anos de vida.

O que também interfere na passagem de luz e oxigenação da água dos rios e mares, retardando o crescimento dos vegetais aquáticos causando um desequilíbrio ambiental no sistema, que resulta na mortandade de peixes e outros seres que ali vivem.

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PLANETA AZUL

A gestora ambiental responsável pela Planeta Azul, Sara Damasceno Pessoa


Como descartar PILHAS e BATERIAS

A prefeitura de Ipeúna já faz o recolhimento

Pilhas, baterias de telefone celular, telefone sem fio, agenda eletrônica, etc, representam um risco ambiental se descartados de maneira inadequada. Desde julho de 2000 entrou em vigor uma norma do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama - Resolução No. 257 de 30 de junho de 1999) que atribui aos fabricantes a responsabilidade sobre o material tóxico que produzem.

Pilhas e baterias não podem ser descartadas junto ao lixo doméstico, salvo algumas exceções (veja tabela). Na região, prefeituras e estabelecimentos estão tomando providências para que esse lixo tóxico não polua o ambiente. Em Ipeúna, as pilhas e baterias são recolhidas pela própria prefeitura. Os postos de recolhimento estão localizados em todas as escolas, no posto de saúde, na prefeitura e nas secretarias.

Em Rio Claro, o recolhimento está sendo feito por algumas empresas que destinam o material para fora, como: o Banco Real, Banco Santander, Drogaria São Paulo e Mikro Preço. Segundo a diretora do departamento de resíduos sólidos do município, Regina Ferreira da Silva, a prefeitura está com um projeto para recolher pilhas e baterias, que deve entrar em funcionamento no próximo mês.

Desenvolvido em parceria com os postos de gasolina, a Ecoprimus e a Saneamento Rio Claro, o projeto prevê a colocação de “containers” de arrecadação em todos os postos de gasolina do município e em pontos estratégicos, como supermercados e estabelecimentos comerciais.

O que pode ser descartado no lixo comum e o que não pode

A tabela abaixo classifica descarte de alguns tipos de pilhas e baterias segundo a resolução Conama 257/99. Os dados foram colhidos do fabricante Panasonic e foram tomados como genéricos uma vez que grande parte dos fabricantes já está em conformidade com tal resolução. No entanto, vale lembrar que a composição das pilhas e baterias varia de acordo com o fabricante. Portanto, faça sua parte e informe-se se a pilha ou bateria que você usa está em conformidade com as normas.

Tipo de pilha/bateria

Forma de descarte

Aplicação

Alcalinas-maganês

Lixo doméstico

Brinquedos, walkmans,

máquinas fotográficas, etc...

Zinco-manganês

Lixo doméstico

Controle remoto, rádio portátil,

despertadores e lanternas

Baterias alcalinas tipo botão,

Lixo doméstico

Máquinas fotográficas e

6V e 12V

calculadoras

Baterias de lithium tipo

Lixo doméstico

Máquinas fotográficas e

botão

agendas eletrônicas

Baterias de lithium

Lixo doméstico

Controle remoto de portões e

máquinas fotográficas

Baterias de Níquel-Cádmio

Devem ser

Telefone sem fio

devolvidas

Baterias de Níquel-Cádmio

Devem ser

Aparelhos celulares

para celular

devolvidas

Níquel-Metal-Hidreto e

Lixo doméstico

Aparelhos celulares

Lítio-Ion

Baterias de chumbo-ácido

Devem ser

Veículos automotivos

devolvidas

Z FOTOS PILHAS


ETE finaliza terraplenagem

IPEÚNA

Cerca de 70% das obras de terraplenagem da Estação de Tratamento de Esgoto – ETE – de Ipeúna já está concluída. O próximo passado é o início das obras civis. Segundo a secretaria de obras da prefeitura, a previsão de entrega da ETE é para o final do primeiro semestre de 2010.

O projeto está sendo desenvolvido através de convênio com o governo do Estado de São Paulo, pelo Programa Água Limpa, da Secretaria de Recursos Hídricos e DAEE – Departamento de Água e Energia. No valor de R$ 2,162 milhões, a obra conta com 6 alqueires de área.

A ETE será construída em Sistema Australiano, composto de lagoas anaeróbias, lagoas facultativas e lagoas de maturação.

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IPEUNA

PACOTE ECOLÓGICO

Câmara aprova leis para meio ambiente

IPEÚNA

A Câmara de Ipeúna aprovou no último 10 um pacote de leis para adequação do município no programa estadual “Município Verde”. As leis 842, 843, 844 e 845 versam sobre políticas ambientais, datas comemorativas e criação de conselho. Segundo o secretário municipal de meio ambiente, Thiago Alves de Souza, essas novas normas adéquam Ipeúna ao “Município Verde”, possibilitando a liberação de recursos do governo para obras e projetos referentes ao meio ambiente.

O secretário comenta, ainda, a possibilidade de desmembramento das secretarias, considerando que a secretaria de meio ambiente está integrada às secretarias de: turismo, educação, cultura e esporte. “Isso vai permitir uma atenção maior às questões ambientais”, ressalta.

A Lei nº844 institui a política municipal de educação ambiental na rede municipal de ensino. Assim, o estudo e conscientização ambiental estarão integrados ao currículo escolar da rede de maneira transversal/interdisciplinar, contínua e permanente. Já a Lei nº 845 dispõe sobre a obrigatoriedade do uso de madeira legal no município. Assim, na emissão do alvará de construção deve constar a obrigatoriedade do uso de madeira legal e origem comprovada para a obtenção de “habite-se”.

Para o calendário de datas comemorativas, a Lei nº 843, instituiu as seguintes datas: no dia 18 de março – Dia municipal do Rio Passa Cinco; dia 22 de março – Dia Mundial da Água; dia 05 de junho – Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia; dia 28 de junho – Dia do Ipê Amarelo; dia 21 de setembro – Dia da Árvore; e mês de outubro - Semana da Água.

Dessas, a Lei nº 842 é a mais significativa, que dispõe sobre criação do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente – CONDEMA. O novo conselho deve regulamentar e fiscalizar as questões ambientais no município.

O secretário acrescenta que muitas atividades no setor ambiental já estão sendo realizadas ao longo do ano. No início de 2009, os alunos da rede realizaram o plantio de mudas no Salto do Nhô-Tó, além dos freqüentes plantios realizados pela Prefeitura. “Agora com a adesão ao Município Verde iremos intensificar a preservação da mata ciliar em rios também”.

O programa Município Verde, criado pelo governo do Estado de São Paulo, já conquistou a adesão de quase 400 das 645 cidades paulistas. O objetivo é envolver os municípios em ações para a melhoria dos sistemas de tratamento de esgoto, coleta e reciclagem de lixo, educação ambiental, arborização, entre outras.

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SALTO NHOT TÓ

Salto do Nhô-Tô recebeu mudas


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