terça-feira, 28 de outubro de 2008

Stress

Dia de Combate ao Stress
A Lei Nº 12.369, de setembro de 2005 instituiu o dia 23 de setembro como o Dia Municipal do Combate ao Stress em Campinas; e a Lei nº 14.158, promulgada no dia 12/05/2006, instituiu o dia 23 de setembro também como o Dia do Controle do Stress. Campinas e São Paulo são as primeiras cidades no mundo a instituir este dia.


Auto-conhecimento dribla o estresse
De acordo com a psicóloga Valderez G. Marques as pessoas não conseguem identificar os casos de estresse, na maioria das vezes. Acabam por interpretá-la como depressão, que hoje é considerado um transtorno comum entre as pessoas. “O estresse aparece muito por uma cobrança social, em ter e fazer, mostrar-se apto a algumas coisas. Mas, interiormente o ego não está preparado, não tem elasticidade para enfrentar essa realidade”, acrescenta a psicóloga. O importante para a pessoa não se deixar abater pelo estresse ou pela depressão é se auto-conhecer, para perceber o que é importante ou não para ela, saber de suas limitações, onde quer chegar e porquê. “O ser humano está muito ligado a modismos, e tem que dar conta de toda expectativa do mundo, julgando que dessa forma vai ser mais feliz se inserido nesta sociedade. Mas o que importa é o que faz bem para a própria pessoa e não o que ditam as regras”. A psicóloga afirma que uma terapia é essencial para que a pessoa conheça a si mesma e valorize seus anseios. “Em alguns casos de estresse as pessoas acabam até por somatizar doenças. Trazem para o plano físico problemas que estão somente no psicológico”. Ao notar qualquer sinal de estresse, seja a imunidade do corpo baixa, algo que a incomode, a pessoa não pode deixar esta visão passar despercebida. Deve procurar uma terapia, um médico ou terapias alternativas como acupuntura, massagem, yoga e muitas outras. “Procurando ajuda de um profissional da saúde é possível um estudo dos aspectos globais deste indivíduo. Do quanto o indivíduo está ‘bem equipado’ para enfrentar a situação que é interpretada como geradora de estresse. A partir daí outras técnicas terapêuticas podem ser indicadas para o auxílio e o sucesso”, diz a psicóloga.
DESDE CEDO
Para Valderez o estresse tem começado cada vez mais cedo. “Os pais colocam as crianças de oito anos em aulas de inglês, informática, são muitas cobranças e a criança acaba não sendo o que deveria ser, apenas criança”, comenta. Cobranças excessivas levam as crianças à insegurança ao invés de prepará-las para o futuro. Isto faz com que cada vez mais cedo apareçam casos de depressão.

Sua avó tinha “estresse”?
O estresse é um fenômeno percebido freqüentemente em nosso cotidiano, e apesar de se manifestar individualmente, ou seja, no espaço privado de cada pessoa, ele não é fruto de fatos isolados e particulares, e sim mais uma das conseqüências de um processo histórico vivido pelos homens. Vivemos numa sociedade de risco eminente, permeada pelo medo e insegurança, que são resultados da desvalorização das instituições tradicionais (religião, família, política) constituídas ao logo da modernidade. Instituições estas que, outrora pautaram as relações sociais entre os homens, sendo alicerces da construção da identidade da coletividade, mas que atualmente perderam seu significado constituinte. Assim, o estresse é uma das características mais latentes dessa chamada pós-modernidade, em que as pessoas vivem um período de exacerbação máxima do individualismo, em detrimento à coletividade. Esse fato acaba trazendo para a vida privada das pessoas todas as contradições sociais existentes, jogando a responsabilidade de resolvê-las sobre os indivíduos, quando na verdade essa resolução deveria ocorrer a nível social. Então, questões sociais, como por exemplo, a discriminação racial, ou ainda a discriminação da mulher, deixam de serem pensadas coletivamente, cabendo agora a cada indivíduo mulher, ou negro realizar a própria superação de questões como estas, mas numa esfera pessoal, ou seja, cabe a cada um conseguir um emprego ou construir relações sociais que de certa forma resolvam a questão da discriminação naquele momento de suas vidas. Diante deste contexto, o homem encontra-se imerso numa realidade fragmentada e desconexa, em que não se vê mais ligado ao plano de ação coletiva. A dissolução destas instituições tradicionais e desse pensamento coletivo abriu espaço para uma multiplicidade de papeis fragmentados do todo, que compõem a vida cotidiana, e em cada um desses papeis de seu viver exige um determinado comportamento, o que culmina num sentimento de frustração pessoal frente ao fato das pessoas não conseguirem administrar essa multiplicidade, que é a vida do homem hodierno, o que resulta em um sentimento de impotência, ou seja, um estresse social. Maria Carolina Schlittler – Rio ClaroCientista Social

Terapias alternativas
Para tratar o estresse as terapias alternativas estão em destaque por mostrarem formas saudáveis e simples de deixar o que há de ruim pra trás
Terapia Ocupacional O Terapeuta Ocupacional utiliza como recurso terapêutico diferentes atividades, com o objetivo de tratar disfunções de origem física, mental, social, e de desenvolvimento, nas diferentes faixas etárias. Estas atividades podem ser: físicas, lúdicas, pedagógicas, artesanais, treino para independência pessoal e para o trabalho dentre outras. De acordo com a terapeuta Maria Ester Magalhães S. Lepispico, a Terapia Ocupacional combate o sintoma do estresse e cada atividade desenvolvida é relacionada a um sintoma, sempre com o intuito de canalizar o nervosismo, irritação e apatia para outra atividade. “Primeiramente fazemos uma avaliação da pessoa, para saber os sintomas, analisar as atividades e conversar para saber o que a pessoa gosta de fazer. Porque não adianta indicar a pintura para uma pessoa que não tem essa habilidade, ao contrário de acalmá-la ela pode ficar mais nervosa, por não conseguir realizar a atividade plenamente”, afirma. Tentar canalizar o estresse em atividades prazerosas é um bom caminho para quem trabalha demais, é uma oportunidade para acalmar-se.
Yoga Yoga é uma antiga filosofia de vida que se originou na Índia há mais de 5000 anos. Não obstante, ele figura ainda hoje em todo o mundo como o mais antigo e holístico sistema para colocar em forma o corpo e a mente. Literalmente, Yoga significa união, pois ele une e integra o corpo, a mente e nossas emoções para que sejamos capazes de agir de acordo com nossos pensamentos e com o que sentimos. O Yoga nos induz a um profundo relaxamento, tranqüilidade mental, concentração, clareza de pensamento e percepção interior juntamente com o fortalecimento do corpo físico e o desenvolvimento da flexibilidade. Segundo a professora de Yoga, Lourdes Aparecida Prado Picarelli, as posturas do Yoga – chamadas ásanas – são como um banho para eliminar o que causa o estresse. As ásanas auxiliam a desfazer o estado tensional, contraído, liberando a musculatura. O sistema nervoso é levado ao relaxamento. “O principal do Yoga está na respiração, ela é a chave para o equilíbrio físico e emocional. A respiração é a primeira função que muda o estado funcional. Pessoas tensas prendem a respiração, aprendendo a soltar o diafragma e ter um melhor aproveitamento do ar e da respiração isto auxilia o metabolismo, renova as energias. Os povos orientais vêem a respiração como fonte para a longevidade”, finaliza.
Z FOTOS
Stress_TOA Terapeuta Ocupacional Maria Ester M. S. Lepispico alega que atividades combatem o sintoma do estresse
Stress_yogaA pratica da Yoga é um dos métodos utilizados para a diminuição do estresse


Tratando o estresse no trabalho No decorrer destes dez anos de vivência como ergonomista dentro de empresas dos mais diversos ramos e atividades, temos observado uma forte tendência no mercado de trabalho pelo aumento das pressões produtivas e exigências de competitividade. O ritmo produtivo é cada vez maior, as pausas e intervalos naturais em qualquer trabalho tendem a desaparecer, levando ao estresse físico no qual as estruturas tendem a ficar doentes e a fadiga (já reconhecida cientificamente) reduz cada vez mais a capacidade de recuperação dos trabalhadores. Por outro lado, no trabalho temos ainda as crescentes pressões psicológicas e emocionais levando ao estresse emocional: cada vez mais somos cobrados por nosso desempenho e ameaçados quando nos vemos frente a situações como perdas, mudanças na situação econômica, mudanças na vida social ou profissional, etc. Os fatores estressantes têm definitivamente que ser encarados “de frente” pelas lideranças, para que seus efeitos não acabem se tornando irreversíveis dentro de uma organização. Muitas medidas profiláticas já são adotadas, mas a gama de opções e profissionais envolvidos (Médicos, Psicólogos, Ergonomistas, Educadores Físicos, Artistas, etc.) é tão grande quanto a gama de fatores de risco. Entre as medidas que acompanhamos, e observamos resultados positivos destacam-se: Programas de Qualidade de Vida no Trabalho, como incentivo às práticas de atividades físicas no trabalho (Programas de Ginástica Laboral) e fora das empresas; Comitês de Ergonomia: onde se reúnem Gerentes, Trabalhadores, CIPA e Ergonomista para discutir como está a saúde do trabalhador no seu dia a dia de trabalho; Programas de integração Família/Empresa.
É preciso considerar sempre dois fatores: 1- O trabalho é, e sempre foi, parte da identidade do ser humano. É seu meio social mais importante. O homem tem que ter orgulho de sua identidade e ser feliz em seu meio social.2- O homem tem limites: queiram os senhores dos “tempos e métodos” ou não. E estes limites têm que ser respeitados.
Dr. Marcos A. Domaneschi – Rio ClaroErgonomista Certificado pela ABERGOCREFITO: 1236-F


Exercício Físico x Stress
Especulações sobre os efeitos do stress na saúde física e mental começaram já no final do século XIX. Os primeiros estudos desta época sugeriam que o stress contribuía para o desenvolvimento de doenças cardíacas. Este efeito adverso do stress sobre a saúde física e psicológica tem sido desde então reconhecido e avaliado pela comunidade científica. Depressão, raiva e altos níveis de ansiedade tanto somática quanto cognitiva são exemplos de manifestações psicológicas e fisiológicas ao stress encontrado na literatura. Isto nos demonstra que o organismo reage às situações de stress dentro de um processo psico-biológico que envolve três elementos: a situação de stress propriamente dita, a cognição e a reação emocional. Através da associação constante destes três elementos, problemas de saúde como doenças coronarianas, hipertensão, insônia e enxaqueca aparecem como característica de um quadro psicossomático. Sendo o stress uma parte integrante da vida moderna, dominar o stress se torna uma necessidade básica para o crescimento e desenvolvimento normal do ser humano. Com este objetivo, diversas pesquisas têm sido realizadas procurando-se verificar os fatores que poderiam reduzir os efeitos patológicos do stress. As teorias mais contemporâneas mostraram que o exercício pode diminuir as desordens provocadas pelo stress através da diminuição da ansiedade, da redução dos sintomas de depressão, da melhora das funções cognitivas, de uma recuperação cardiovascular mais rápida e de melhores hábitos de sono. Em resumo, estas teorias têm demonstrado que o exercício tem uma natureza multidimensional apresentando benefícios não só fisiológicos como também psicológicos. Portanto, a prática de exercícios seria um fator de proteção contra as circunstâncias ou situações estressantes que colocam em risco o equilíbrio do ser humano. Dentre os efeitos que o exercício físico pode trazer de curto a longo prazo estão:Efeitos a curto prazo:Aumento do fluxo sangüíneo cortical (melhora circulação cerebral)Aumento da temperatura corporalMelhora da resposta ao stress : aumenta a neurotransmissão de catecolaminas e diminui a tensão muscularModifica a atividade das ondas cerebrais (equilíbrio emocional)Efeitos a longo prazo:Alterações nos níveis e características das catecolaminas cerebrais (melhora as respostas cerebrais)Alteração da transmissão sináptica (melhora reações cognitivas)Liberação de opiódes endógenos (sensação de bem estar, tranquilidade)
Profº Marcelo F.AlmeidaMestre em Educação FísicaDiretor Técnico - Área de Fitness
ACADEMIA RODA VIVAAvenida 11, 155 - Centro(19) 3524.2232(19) 9260.1663MSN: academiarodaviva@hotmail.com


Boa alimentação Estresse e nutrição estão intimamente relacionados. Maus hábitos alimentares, como ingestão de cafeína, açúcar e sal em excesso, podem agravar ou predispor o organismo ao estresse. Por outro lado, uma alimentação equilibrada é um dos principais pilares da terapia de prevenção desse transtorno que, se não pode ser eliminado, pelo menos pode ser controlado. A psicóloga Isolina Maria Proença, do Centro de Controle do Estresse, em Campinas, explica que, quando o corpo enfrenta situações de estresse, consome tudo o que tem de melhor. Reservas de nutrientes como magnésio, cálcio, ferro, vitamina C e vitaminas do complexo B são empregadas na reação ao estímulo estressante. “Se essas reservas não forem repostas, uma hora elas acabam”, diz.
Falta de nutrientes reduz capacidade de adaptação É nessa hora que o corpo vai ficar mais vulnerável a doenças provocadas pelo estresse excessivo: gripes, gastrite, retração de gengiva, doenças dermatológicas, hipertensão. Para não deixar o problema se agravar a esse ponto, a alimentação deve ser rica em frutas, legumes e verduras. Isso garante uma reserva constante da chamada “energia adaptativa”. Isolina ensina que nutrir-se adequadamente é um dos quatro passos mais importantes para ter maior controle sobre o estresse. Os outros são: ter momentos de relaxamento durante o dia, praticar exercícios físicos e aprender a ter uma atitude mais positiva diante da vida.
Açúcar obriga o corpo a enfrentar altos e baixos Além de comer os alimentos certos, é preciso saber o que evitar. A ingestão de açúcar, cafeína e sal em excesso gera desgaste no organismo, o que pode agravar o estresse. Quando alguém come um doce, por exemplo, o nível de glicose no sangue aumenta muito rapidamente. Com isso, o pâncreas secreta mais insulina do que o normal. Em excesso, a insulina acaba retirando mais açúcar do sangue do que deveria, provocando uma hipoglicemia reativa. Essa baixa na taxa de açúcar é prejudicial ao cérebro, porque sua energia primária depende da glicose. Assim, duas horas depois de ingerir o doce, a pessoa pode experimentar irritação e ansiedade. Num círculo vicioso, passa a desejar mais açúcar - para recuperar os níveis de glicose anteriores. A ingestão de açúcar também dispara a liberação temporária de endorfinas, substâncias que causam sensação de bem-estar. Algum tempo depois, o nível de endorfinas no organismo cai abaixo do normal e a pessoa volta a querer comer um doce, pois pensa que assim se sente melhor. Na verdade, está obrigando o organismo a enfrentar altos e baixos o tempo todo e a encontrar mecanismos para se adaptar a eles.
Fonte: http://www.saudenarede.com.br

Dados sobre o stress
- Atualmente mais de 50% das mortes ocorrem em razão de doenças ligadas ao stress.- Pesquisas mostram cada vez mais uma forte associação entre stress excessivo e crônico e o desenvolvimento de várias doenças, como câncer, hipertensão, enfarte, úlceras, diabetes, asma, colite, psoríase, herpes, etc...- A proporção é de 50 enfartes para cada morte devido a acidente de trabalho;- O absenteísmo nas empresas, na maior parte, se deve a problemas relacionados ao stress.- Entre 75 e 90% das consultas médicas são devidas a doenças ligadas ao stress.- O presenteísmo (o estar fisicamente presente, mas não conseguir produzir, como se estivesse ausente), fenômeno atual, causa de grande prejuízo às empresas, ocorre mais em razão do stress do que qualquer outro problema;- Grande parte de manifestações de raiva, violência urbana e doméstica se deve a altos níveis de stress;- Nos EUA, 1 milhão de trabalhadores, por dia, faltam ao serviço por causa do stress;- O stress não só pode afetar a saúde, mas também tem o poder de prejudicar a qualidade de vida e os relacionamentos interpessoais.
Fonte: Associação Brasileira de Stress São Paulo (A.B.S.) - www.abs-2003.org.br


DescriçãoStress não é uma doença; é uma reação do organismo a uma ou mais sobrecargas.
Trânsito, problemas financeiros, profissionais, familiares, situações de vida, doenças, álcool, drogas, acidentes, correria, insegurança, dificuldades com chefes, colegas, carro quebrado, Marginal parada, etc., fazem nosso corpo produzir excesso de dois hormônios, Adrenalina e Cortisol.
Então começam os sinais de Stress:- Diminuição do rendimento, erros, distrações e faltas na escola ou no trabalho. - Insatisfação, irritabilidade, explosividade, reclamações. - Indecisão, julgamentos errados, atrasados, precipitados, piora na organização, adiamento e atrasos de tarefas, perda de prazos. - Insônia, sono agitado, pesadelos. - Falhas de concentração e memória. - Coisas que davam prazer se tornam uma sobrecarga. - Uso de finais de semana para colocar o serviço em dia, ao invés de relaxar. - Cada vez mais tempo com trabalho e menos com lazer. Parece que o dia normal de trabalho não é mais suficiente para o que tem que ser feito. - Diminuição de entusiasmo e prazer pelas coisas, sensação de monotonia
O que levam aos sintomas do Stress- Cansaço - Ganho ou perda de peso, má digestão, prisão de ventre e diarréia, gases, gastrites, úlceras. - Baixa de resistência, infecções, gripes e outras viroses, por exemplo, Herpes. - Pressão Arterial alta, Colesterol alto, Arteriosclerose, Acidente Vascular Cerebral (AVC ou "Derrame"), Infarto, etc. - Dores de cabeça, dores musculares, dores “de coluna”, Fibromialgia. - Bruxismo (significa ranger dentes durante o sono). - Restlesslegs (pernas intranqüilas, principalmente na cama durante a noite). - Acne, pele envelhecida, rugas, olheiras. Seborréia, queda de cabelos, unhas fracas. - Diabetes. - Diminuição de Libido, Impotência Sexual. - Tentativa de relaxar com álcool, nicotina, drogas e excesso de comida, causando outras complicações no organismo. - Doenças psicossomáticas. - Ataques de ansiedade. - Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG). - Ataques de Pânico [taquicardia, sudorese, falta de ar, tremor, fraqueza nas pernas, ondas de frio ou de calor, tontura, sensação de que o ambiente está estranho, que a pessoa “não está lá” (isso se chama desrealização), de que vai desmaiar, de que vai ter um infarto, de uma pressão na cabeça, de que vai "ficar louco", de que vai engasgar com alimentos, assim como crises noturnas de acordar sobressaltado com o coração disparando e com sudorese intensa]. - Depressão.
Fonte: www.antidepressivo.net

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