Comércio da região progride
Na avaliação de Dorival Bueno da Costa, presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Rio Claro, a projeção que se fazia há seis ou sete meses atrás de que as mercadorias iriam acabar e a contratação de mão de obra temporária chegaria aos 20%, não será atingida.
Para ele, Rio Claro não deixou a desejar em comparação a outros municípios, “mas o esperado era de que fosse melhor; as empresas estão mais cautelosas por causa da crise”, comenta Dorival.
De acordo com dados do Sindicato o comércio de Rio Claro vem crescendo muito nos últimos dez anos, o mesmo para cidades da região como Santa Gertrudes, Ipeúna, Itirapina e Corumbataí. “O comércio tem sempre altos e baixos, mas o número de vagas para o trabalho nunca diminui, apesar de ser oscilante”.
Dorival destaca a grande rotatividade empregatícia no comércio, tendo como maior empecilho a carga horária, não por ser maior que as outras, mas pela exigência do trabalho aos sábados, domingos e feriados. “Há uma grande dificuldade em se contratar funcionários para supermercados, por exemplo; não existe creche aos sábados e domingos, a família encontra muita dificuldade”.
O alerta do Sindicato para este final de ano fica para a “hora extra”. “90% das reclamações trabalhistas cujos valores passam de 14, 15 salários mínimos, provém de horas extras não pagas”. Na avaliação do Sindicato, a extinção da “hora extra” seria uma solução até mesmo para falta de empregos. Prevendo uma necessidade de regulamentação na jornada de trabalho, o Sindicato criou um cronograma de horários para sábados, domingos e feriados. Mais informações a funcionários e comerciantes podem ser obtidas no próprio Sindicato, na Rua 5, 1619, ou pelo telefone (19) 3534-1110.
Comerciários
O Sindicato dos Empregados no Comércio de Rio Claro está na ativa há mais de 30 anos. Representa 3500 trabalhadores em Rio Claro e região, como Santa Gertrudes, Itirapina, Ipeúna e Corumbataí. Com sede na Rua 5, 1619, mantém a disposição dos empregados no comércio um departamento jurídico, gabinete dentário com profissionais do ramo e diversos outros convênios. E ainda, uma colônia de férias na Praia Grande, considerada uma das melhores.
125 anos de Koelle
Este ano o tradicionalíssimo Colégio Koelle completou 125 anos de existência. O Koelle foi fundado no dia 3 de dezembro de 1883 pelo professor Theodor Koelle, vindo da Alemanha. Durante muitos anos (de 1910 a 1989), a escola abrigou meninos e meninas procedentes de outras localidades que residiam na escola. Eles buscavam uma educação de alto nível inexistente nas suas cidades e a experiência de amadurecimento de morar longe dos pais, muito valorizada naquela época. Em 1958, por exemplo, em um total de 650 alunos, 320 moravam na escola.
O Colégio Koelle, antes de receber esse nome em 1985, teve várias outras denominações: primeiro Deutsche Schule, depois Escola Alemã e Escola Evangélica. No ano de 1939 passou a denominar-se Instituto Koelle e depois Ginásio Koelle, em 1945.
Hoje, com 125 anos dedicados à educação de crianças e adolescentes, o colégio é dirigido pela quarta geração da família Koelle. Inicialmente com Maria Cecília Koelle (Sissa), na Educação Infantil e, em 2004, com Paulo Koelle e João Alfredo Koelle na administração. Para conhecer mais, não deixe de visitar o Museu Theodor Kölle, localizado à rua 4, nº 1782. As visitas podem ser agendadas pelo telefone (19) 3522.4400.
Philarmônica passa por dificuldades
Centenária no município, a Sociedade Philarmônica Rioclarense já foi palco de toda a pompa da alta sociedade rio-clarense. Fundada em 1897 no antigo casarão da Avenida um, estabeleceu-se em sede própria em 1881, em terreno doado pelo Visconde do Rio Claro, onde atua até hoje, na Rua 5 com Avenida 5.
Com muita história para contar, a Phila resiste, no centro de Rio Claro, como uma prova viva de um passado de belezas e tradições. Mas, hoje a história não é tão bela assim, como contou o presidente Jaime Pecorari: “Estamos passando por dificuldades”.
Se há vinte anos o clube contava com 800 sócios contribuintes, este ano foram apenas 50 pessoas a efetivarem o pagamento das mensalidades, que são insuficientes até mesmo para pagar o salário da secretária. “Não temos a estrutura de grandes clubes como o Grêmio e o Ginástico e nem temos para onde ampliar, isto desmotiva os sócios”, acrescenta Jaime.
A Phila mantém como única atividade as tradicionais Quartas Dançantes, que ainda reúnem um número considerável de pessoas, entre casais e solteiros que se divertem dançando das 20h30 a meia noite. “Recebemos os sócios e vendemos ingressos para visitantes; são bem freqüentadas, mas também é uma vez por semana só”, lembra.
Os smokings e vestidos longos exigidos para a entrada no salão há mais de 20 anos deram espaço para todos os estilos de roupas ou pessoas. “A verba que temos hoje vem dos aluguéis do salão”. Nos últimos anos a Phila recebeu shows de Zeca Baleiro, o aniversário do Madalena Música e Bar, as meninas do Ksis e um número infindável de casamentos, aniversários e formaturas.
Jaime esclarece que hoje o que mantém a sociedade viva são os aluguéis, prova disto é a agenda com reservas até setembro do próximo ano. “A localização do salão é muito boa e o preço é excelente”. O espaço do local também agrada, com capacidade para 1500 pessoas em pé e 350 sentadas, além de bar no local e palco para instalação de bandas.
O próximo evento que deve acontecer é o 11º Natal no Casarão, que já foi realizado dois anos consecutivos. Ele acontece no dia 24, véspera de Natal, às 23h45.
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Jaime Pecorari lembra os tempos áureos da Phila
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Bailes históricos na Sociedade Philarmônica Rioclarense
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Prédio é referência no centro de Rio Claro
Precisa-se de engenheiros
Na última quinta-feira (11) foi comemorado o Dia do Engenheiro, com grandes expectativas para a profissão
Mais de 25 mil engenheiros são formados ao ano, no Brasil. Mas, de acordo com Maxwell Wagner Colombini Martins, engenheiro mecânico e presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo - delegacia sindical de Rio Claro, está longe de ser o ideal. Para ele, o necessário seriam 75 mil para suprir a área de tecnologia.
“A engenharia é a base tecnológica de qualquer área, muitos falam em dentista, médico, mas quem projeta as peças para que eles possam trabalhar são os engenheiros”, comenta Maxwell. Para tanto, ele destaca a necessidade de mais investimento e incentivo para a profissão. Hoje, o sindicato conta com três mil profissionais, somente na região, e 50 mil no Estado de São Paulo.
Segundo o engenheiro, nem mesmo a crise abalou o segmento. “A crise está vindo de fora para dentro, no Brasil não atingiu com tanta força. A procura por engenheiros na construção civil, por exemplo, ainda está boa, houve uma pequena queda, mas muito baixa. O que acontece é uma expectativa de crise, os empresários estão com medo”, comenta.
No Sindicato, Maxwell ressalta a intenção de valorizar o trabalho dos engenheiros da região, seguindo o exemplo do prêmio “Personalidade Tecnológica” promovido em nível estadual, a região de Rio Claro deve receber em 2009 seu próprio Prêmio.
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Festa pré Rock Feminino
Aquecimento para o Festival do ano que vem acontece neste sábado (13), às 23 horas, no Over Night Music & Bar. A entrada custa sete reais.
A expectativa para o Festival de Rock Feminino do ano que vem começa neste final de semana. Tradicional na organização do evento, a festa prévia acontece há cinco anos, trazendo sempre um gostinho do que o público pode esperar para março do próximo ano.
Hoje (13) o som ficará por conta das bandas Foxy Lady e Errana, ambas de Americana; da banda Tinta Preta, de São Paulo; e da rio-clarense Vulca. Sempre primando pela diversidade musical, as bandas variam entre o gothic metal, pop rock, hard rock e rock progressivo.
A banda Foxy Lady, formada pelas meninas Isabela Coltro (bateria), Mariana Fabri (guitarra), Tamirys Mariano (vocais) e Analú Roberta, retorna aos palcos rio-clarenses atendendo a inúmeros pedidos. O som com influências no hard rock oitentista à la Bon Jovi, Twisted Sister, Vixen, Scorpions e Whitesnake, promete abalar as estruturas. “Já tínhamos ouvido falar bastante do festival e ficamos muito empolgadas quando fomos convidadas. Estamos indo pra Rio Claro com a expectativa de que vai bombar e que a galera também vai marcar presença”, conta Isabela.
O Tinta Preta, liderado por Erika nos vocais, surgiu de uma proposta de misturar black music, soul e funk. Hoje, soando algo entre o rock progressivo e forte influência dos Mutantes, a banda já tem um CD lançado e conta com inúmeras participações em programas de televisão e rádios. No primeiro semestre de 2008 a banda fez parte da Coletânea Rock Made In Brazil do programa Perdidos na Net, com a música "Chega".
Já o Errana, reconhecido como um dos principais expoentes do estilo Gothic Metal no Brasil, faz sua primeira apresentação na cidade. A banda vem crescendo e se apresentando pelo Brasil, tocando, inclusive ao lado de grandes bandas do metal nacional, como Almah e Seventh Seal. Boa notícia para os fãs e todos aqueles que apreciam música de qualidade. “pra quem ainda não conhece a banda, o Errana vai surpreender, isso é certo”, destaca Winny.
Vulca, prata da casa, vem para confirmar a participação no Festival de Rock Feminino do ano que vem, como a primeira confirmada de 2009. Comemorando os louros do lançamento do álbum “Minha Vitrola”, o Vulca está ganhando o país através do videoclipe homônimo que já está na programação da MTV.
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Foxy Lady
As meninas do Foxy Lady prometem encantar os marmanjos na noite de hoje (13)
Errana
A soprana Winny Pazi, da banda Errana, mostra a força das mulheres no rock
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Jornal Comércio
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